quinta-feira, 5 de agosto de 2010

The Higest MTB Race on Earth

Com a devida vénia ao Jorge Manso a quem furtei o vídeo-clip, aqui ficam as imagens sensacionais do Yak Attack:




ARE YOU TOUGH ENOUGH?

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Londres não Para - The Cycling Revolution


Normalmente as iniciatiivas ligadas à mobilidade ciclável são associadas, entre nós, ao lado esquerdo da política.

Nada mais errado. Do mesmo modo que a bicicleta tem dois pedais, o esquerdo e o direito e sem qualquer um deles torna-se num objecto inútil, também existem bons exemplos de promoção da mobilidade nos diferentes quadrantes políticos.

Londres é, aliás, o exemplo de como os conservadores dão cartas neste domínio. Um prime-minister do reino e um mayor da cidade que são utilizadores de bicicleta e uma política pro-activa de promoção da mobilidade ciclável.

A ideia das bicycle super-higways pode até ter sido de Ken Livingston (anterior mayor trabalhista) mas é Boris Johnson (actual mayor conservador) que está a trabalhar afincadamente para as levar à prática.

Veja-se este clip de promoção com as duas primeiras que foram já lançadas. Para 2015 esperam-se mais 10. Londres muda a olhos vistos em termos de mobilidade ciclável.

BACALHAU DE BICICLETA OU A AVENTURA DE UM PORTUGUÊS PELA PAN-AMERICANA

Um compatriota nosso, Ilídio Freire, 44 anos, natural de Pombal, pediu uma licença sem vencimento na empresa onde trabalha e a que junta três meses de férias acumuladas e propõe-se seguir a mítica Pan-Americana ligando o continente americano de "polo-a-polo".

Leia-se a notícia completa a partir do take da Lusa aqui.

Já começou a sua aventura há uma semana em Inuvik, nos Northern Territories, Alaska.

Tem um blogue, a que dá o nome curioso de "Bacalhau de Bicicleta com Todos". Nele nos vai dando conta da evolução da sua odisseia.

Segui-lo, no referido blogue, não podia ser mais fácil. Basta visitar a página e seleccionar a opção "Seguir" que se encontra do lado direito para recebermos as novidades à medida que novos posts forem sendo acrescentados.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Bicicletas de Aluguer - A vez de Londres



Desta vez Londres. A partir de amanhã irão ser disponibilizadas bicicletas de aluguer. Uma frota de 6000 bicicletas, distribuídas por 400 estações que podem ser alugadas a moradores e turistas a preço simbólico. É mais uma peça decisiva para tornar Londres uma cidade onde a mobilidade ciclável é um dado objectivo. De resto, com a Congestion Charge, o centro alargado da capital britânica viu reduzido substancialmente o número de automóveis em circulação.


The Mayor of London, Boris Johnson, today heralded a "new dawn" in London’s bid to become the greatest big cycling city in the world as he launched the jewel in the crown of his cycling revolution.  Docking one of thousands of new bicycles at a Barclays Cycle Hire station in the shadow of the London Eye, the Mayor was joined by Marcus Agius, the Chairman of the scheme’s sponsor Barclays, and London’s Transport Commissioner, Peter Hendy.
 The creation of an easy to use cycle hire system was a key pledge of the Mayor’s manifesto. Just over two years since his election Barclays Cycle Hire is now set to transform the way that people make short trips around central London.
 Available 24 hours a day, seven days a week the Capital’s newest form of public transport stretches from Notting Hill Gate to Wapping, and from Regents Park to Borough Market. Londoners using the scheme can from today take a cycle from one of 315 docking stations based every 300m or so throughout the centre of the Capital, with a total of 5000 bikes available.  People should never be more than a couple of minutes away from a docking station in central London.
 Speaking at the launch event this morning the Mayor of London, Boris Johnson, said: "Londoners have awoken to a new dawn for the bicycle in the Capital. Overnight racks have been filled with thousands of gleaming machines that will transform the look and feel of our streets and become as commonplace on our roads as black cabs and red buses. My crusade for the Capital to become the greatest big cycling city in the world has taken a gigantic pedal powered push forwards."
Barclays Chairman, Marcus Agius, said: "Barclays Cycle Hire is a flagship scheme that will change the face of London forever. We believe there are huge benefits for the public in a low cost, affordable, sustainable and environmentally friendly scheme. It will introduce thousands of people to one of the cleanest, greenest and quickest ways of navigating the city.
"An extensive transport system with good accessibility is also essential to the health of London’s economy. By improving London’s transport capacity we will help the Capital attract investment and jobs. We are committed to working alongside Transport for London to ensure that the Barclays Cycle Hire scheme is successful, and are proud to be part of the cycling revolution."
Barclays Cycle Hire went live at 6am this morning and access is initially available to members, with casual users expected to be able to pick up bikes in around four weeks time. When complete the scheme will see 6,000 cycles and 400 docking points located across central London.
Peter Hendy, Commissioner of Transport for London, said: "We expect this fantastic new scheme to generate up to 40,000 new cycle journeys every day in London as the Capital’s cycle revolution rolls on.  I have no doubt that Barclays Cycle Hire will change how people get around central London. In the week since we opened membership, more than 12,000 people have already signed up to use the scheme, which demonstrates the tremendous support and enthusiasm there is for it.  This can only build as Londoners and visitors explore the opportunities having access to thousands of bicycles for just pennies a day will bring.
"A huge amount of work and planning has gone into creating what we believe will be the best cycle hire system in the world. Building on the experience of other world cities who have launched similar schemes, we and our operator, Serco, will use the first month of operation to see how, when and where our members use the scheme, to learn how we can best support our customers."
Londoners or visitors to the Capital who want to use central London’s brand new transport system during its first month of operation need to be members of the cycle hire scheme. This will enable TfL and Serco to understand and learn from how members engage with the scheme, including patterns of bicycle usage.
A membership key costs £3 with membership costs at £1 for a 24 hour membership, £5 for seven days and £45 for an annual membership.  The first 30 minutes of any journey will be free. To use the scheme, members will need to have received and activated their membership key, so people are urged to sign up for daily, weekly or annual memberships at www.tfl.gov.uk/barclayscyclehire as soon as possible.

Notes to Editors:
For more information on how to become a member of Barclays Cycle Hire and advice on how to use the scheme visit www.tfl.gov.uk/barclayscyclehire
Examples of journeys that can be carried out within thirty minutes, taken from TfL’s cycling Journey Planner, include:
The Regent’s Park to Notting Hill Gate, (25 minutes)
London Bridge to Hyde Park, (27 minutes)
Tower Hill to Bond Street, (23 minutes)
Regent’s Park to Westminster Abbey (16 minutes)
The British Museum to Green Park (15 minutes)
Old Spitalfields Market to Speaker’s Corner (27 minutes)
High Street Kensington to Leicester Square (19 minutes)

Members of the scheme must be at least 18 years old, and you will need to be at least 14 years old to use the scheme;
 Barclays Cycle Hire, which is operated by Serco Limited on behalf of TfL, is the most sustainable and environmentally friendly form of public transport ever seen in the Capital;
 Barclays Cycle Hire and Barclays Cycle Superhighways will build on the massive 117 per cent growth in cycle journeys on London's major roads since TfL was created in 2000;
 Barclays Cycle Hire will operate across central London. Docking stations and hire bicycles will be available in Camden, City of London, Hackney, Islington, Lambeth, Kensington & Chelsea, Southwark, Tower Hamlets, Westminster and several of the Royal Parks;
 Follow us on Twitter at  www.twitter.com/BarclaysCycle

quinta-feira, 29 de julho de 2010

PETIÇÃO "ALTERAÇÃO DO CÓDIGO DA ESTRADA REFORÇANDO DIREITOS DE CICLISTAS E PEÕES"


A FPCUB – Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta apoia uma petição à Assembleia da República no sentido da tomada das iniciativas legislativas necessárias com vista à alteração do Código da Estrada (Decreto-Lei n.º 44/2005, de 23 de Fevereiro) de forma a aumentar a segurança rodoviária dos ciclistas e, consequentemente, de todos os utilizadores da via pública.

De facto, Portugal tem assistido, nos últimos anos, a um aumento significativo da utilização da bicicleta em actividades de lazer, mas também como modo de transporte quotidiano. Todavia, o Código da Estrada português, ao contrário das legislações congéneres de outros estados-membros da UE, não protege o ciclista, contendo até normas que encorajam comportamentos de risco por parte de outros utilizadores da via pública, designadamente os automobilistas.

Impõe-se, pois, a alteração dessas normas do Código da Estrada, como aliás foi reconhecido na última Legislatura por todos os partidos com assento na Assembleia da República, designadamente através da Resolução nº 80/2009, que recomenda ao Governo que proceda a alterações no Código da Estrada, reforçando os direitos de ciclistas e peões.

Importará, consequentemente, que o Código da Estrada português possa convergir com as demais legislações congéneres de outros estados-membros da UE nas matérias relacionadas com a circulação de velocípedes, modificando o seu articulado no que respeita à segurança dos ciclistas.

Tal petição pode ser subscrita em http://www.peticao.com.pt/codigo-da-estrada-ciclistas-peoes.

ATENÇÃO: A petição deve ser assinada com o nome completo, solicitamos a quem já tenha assinado mas com o nome incompleto para que assine de novo mas com o nome completo. 

Ten Secrets To Cycling With Traffic


Mercê das férias e do tempo quente o convite à deslocação em bicicleta é mais que óbvio.

No entanto circular no tráfego, não sendo uma missão impossível, obriga a um conjunto de procedimentos por forma a preservarmos a nossa integridade e termos uma deslocação agradável.

Neste site temos um conjunto de "dez mandamentos" ou, "segredos", se quisermos para melhor circular em ambiente urbano e que, a seguir, se transcrevem.

Algumas resultam do bom-senso e devem ser seguidas mesmo se não coincidam com o nosso obsoleto Código da Estrada.


Serious about urban cycling? Planet Green goes beyond the "helmet and lights" and lists ten secrets from experienced riders.


By Lloyd Alter | Wed Jul 28, 2010 16:28


Toronto, Canada has been seeing an explosion of urban cycling lately. The city is trying to adapt, but political gridlock has seen the addition of maybe inches of bikelanes each year, the main streets are full of streetcar tracks and the drivers are not used to sharing the road. Biking Toronto has prepared an interesting list of secrets that we will share, with a bit of commentary:


Drivers Don’t Want to Kill You


Sounds like an odd secret, but they have a point. "The vast majority of drivers don’t want to kill you… they just don’t understand you. As well, the very LAST thing 99.99% of drivers want to do is hurt someone."


So there is no point getting angry and screaming, it is all about sharing and understanding.


Ride in a Straight Line


This one is tough. Joe recommends:


Don’t ride in the gutters and then swing out into the road to avoid the drains. This throws drivers off-guard because they aren’t thinking about the drains and aren’t expecting you to do this. There’s a very good chance you’ll get honked at if you do this, because nothing scares a driver more than a cyclist swerving in front of their car....This also applies when there are a lot of parked cars… instead of swerving in towards the curb between parked cars before swerving back out again, keep riding in a straight line… it makes you more predictable to car drivers.
I always do what the lower sketch shows, deking in and out of the open space and let the cars pass. It seemed the appropriate thing to do but I see the point.


Play by the Rules


This one is even tougher. Joe writes:


You and your bike constitute “a vehicle” according to the Highway Traffic Act. This means that you have to abide to the same rules that drivers do. This means stopping at red lights, stopping for people at crosswalks, and not passing open streetcar doors....Why should they treat you like a vehicle with a right to the road if you don’t behave like one?
I notice that Joe conspicuously left out stop signs. In Toronto, stop signs are not a way of establishing who has right of way, their traditional role, but they are for speed control of cars, not bikes. If I am at a four way stop of two quiet residential streets I do not stop. I look, I check, but I think it is completely unrealistic to expect bikes to be treated like cars in such a situation. However when I wrote about this on TreeHugger in my post Should Cyclists be Allowed to Blow Through Stop Signs? I got 61 comments, mostly calling me a jerk.


Avoid the “Stoplight Squeeze”


When you get to the red before cars, swing out a little to the left (I usually stop about 1/3 of the way between the curb and the next lane), and lean over to the left, putting your left foot down. This forces drivers to stop behind you, and gives you “first dibs” when the light turns green.
But if you live in a community where cars are allowed to make a right turn on a red light, they will not be pleased.


Signal Sensibly


The signals we were taught make no sense; they were invented for cars when there were no brake lights or turn signals (or they were broken) and the driver could only use a left arm. Most have forgotten that an arm pointing up means a left turn or down means stopping. Joe recommends forgetting them and just pointing in the direction you are going. Makes sense.


Take That Lane


This is just what it sounds like. Taking your place in the middle of a lane because it’s unsafe at the edge of it. This is mostly done on streets where the traffic lanes are not very wide, so it’s not safe for you and a car to be side-by-side.
This one is tough. Yes, cyclists are legally vehicles and allowed to occupy a full lane, but try and tell that to a driver on a two lane, two way street. I do my best to avoid such streets; I may have the right to be there, but it is a scary place to be.


Make Them THINK You’re Unpredictable


This is a tip not many people know. If I’m in a stretch of road where drivers are passing too closely or I just want more room, I look over to my left or over my left shoulder. Sometimes I’ll be looking at a store, or someone on the sidewalk, or down a street, but most of the time I’m just looking left for the sake of looking left....If they think you may be coming left, they’ll give you more room. They don’t know you’re responsible and predictable and would signal before doing anything.
This is completely counterintuitive; I would have thought that our goal is to convince drivers that we are not all crazy. I think I disagree with Joe on this one.


Ride With Others


Studies have proven it; there is safety in numbers


"It's a virtuous cycle," says Dr Julie Hatfield, an injury expert from UNSW who addressed a cycling safety seminar in Sydney, Australia. "The likelihood that an individual cyclist will be struck by a motorist falls with increasing rate of bicycling in a community. And the safer cycling is perceived to be, the more people are prepared to cycle."
Joe concludes:


This is also the concept behind Critical Mass. It’s easy for a driver in a car to bully one cyclist off the road, but stick a few (or more) cyclists on the road, and they take on the presence of a car… perhaps more than one car. There is strength in numbers.
Avoid the Right Hook


One of the most common places that car-bike collisions happen is at intersections, and more commonly, when a car is turning right.


I lost a rowing buddy this way. Cars, but especially buses and trucks, just can't see you and don't expect you when you are between their vehicle and the curb. Some cities are experimenting with bike boxes so that cyclists are out in front, but this is such a common way of getting killed. But not the most common; in our post, How To Get Killed On A Bicycle, I note that "Cyclists are in the right 70% of the time, but in the end they always lose."


And finally, Practice Your Route


The most important thing you can do to make yourself comfortable on the roads is to bike a lot. You’ll become more and more comfortable the more experience you have out there. The more you can get out and get experience on roads with cars, the better. Not only will you become more comfortable out there, but you’ll get to know the areas where cars/drivers behave in certain ways.


You will also get to know what roads have the least amount of traffic, that have the fastest traffic lights, that just seem to be the most bike-friendly. Toronto, like many North American cities, has a well-defined grid and a lot of choices for the riders. But after many years of biking I have my list of favourite routes that I know are the fastest and safest.

terça-feira, 27 de julho de 2010

VIII Congreso Ibérico - La Bicicleta Y la Ciudad



El Congreso "La Bicicleta y la Ciudad" que se celebra en Sevilla del 29
al 31 de octubre

No es sólo el congreso de referencia en la Peninsula Ibérica en lo que a
la promoción de la bicicleta urbana se refiere, sino que ofrece la
oportunidad de visitar Sevilla en unas condiciones inmejorables para los
usuarios de la bici. Durante el congreso contaremos con:

- Alojamiento a precios reducidos, desde 16 euros por persona y noche
(ver formulario de alojamiento adjunto) en la Residencia "La Cartuja", a
escasa distancia del centro de la ciudad  http://www.lacartuja.net/

- Actividades lúdicas nocturnas y diurnas, incluyendo descuentos
especiales en establecimientos "amigos de la bici"

- Visitas culturales, como la visita nocturan a los "Alcázares de
Sevilla" (sábado 30) o la vista a "Naturalia XXI"
http://www.naturaliaxxi.org/ y al "Jardín Americano" (lunes 1 de
Noviembre).

- Facilidades ciclistas, como una bici plegable a disposición de cada
participante durante toda la duración del Congreso.

Todo ello con el objetivo de fomentar la convivencia y el encuentro
entre los participantes, así como para propiciar un mejor conocimiento
de la experiencia de Sevilla entre todos los/las asistentes.

Os animamos a que visiteis la web del congreso

www.contramano.org/congreso

CAMINHO D'ESTE - Os Gaiteiros de Ourense



O Camiño de Santiago revelase unha caixa de sorpresas. De súpeto, ó cruzar as rúas de Ourense xa na marxe dereita do Miño, en diréccion do Camiño Real, xorde esta banda de gaiteiros.

Fantástico momento que tivo a felicidade de gardar en video.

Foi o pasado sábado, día 24 de xullo

CAMINHO D'ESTE - Fait accompli !


Quatro dias, quatro maratonas: 440 kms. e uma altimetria a superar os 9.000 metros com destaque para uma etapa final completamente insana (Ourense - Santiago) numa distância de 124 kms., uma altimetria a rondar os 3000 metros e uma canícula infernal.

Mas, como a Fé move montanhas, levamos de vencida a peregrinação!

Relatos, fotos et al em breve aqui.

Apenas uma referência especial aos participantes:

  • Ao Moretti, pela companhia inexcedível, pela paciência de me ter aturado e por ter metido, por vezes, um andamento infernal que me obrigou a um empenho redobrado (o que vale é que a forma está razoável). É que, afinal de contas, ele estava mais folgado já que só começou 25 kms. depois, em Vilares :-)
  • Ao Rui Sousa e o Mário Pedro Soares, que nos acompanharam desde a Guarda (e Vilares) até Trancoso e que, em muito, valorizaram a peregrinação.
  • Aos irmãos Favaios (Sérgio e José) de Vila Pouca de Aguiar que, para além da companhia, em boa parte da segunda etapa (Pinhão - Chaves) ainda nos mostraram uma via romana "a sério", nos arranjaram uma entrevista à TVI (!) e nos permitiram repor o track GPS que havia sido apagado por acidente. Tanta coisa, em tão pouco tempo, é obra!
E fica esta primeira abordagem...

domingo, 18 de julho de 2010

TESTING THE SHAPE IN THE WEST

Gradil, Mafra


17JUL10
Gare de Meleças - Caldas da Rainha
Distância: 116,2 kms.
2.500 metros altitude acumulada positiva
Concelhos percorridos: Sintra, Mafra, Torres Vedras, Lourinhã, Óbidos e Caldas da Rainha
Distritos percorridos: Lisboa e Leiria


CHALLENGING

O desafio foi lançado: ligar em BTT a estação de Mira-Sintra / Meleças às Caldas da Rainha percorrendo, longitudinalmente, toda a região Oeste.

Tratava-se de um projecto já antigo mas que, no sábado passado, conheceu a sua janela de oportunidade de avançar. É certo que, noutros moldes, tinha já conhecido uma tentativa anterior, a solo, e desde Lisboa o que aumentou ainda mais a distância, a altimetria e a dificuldade. Aí, tive de me ficar pelo Bombarral sob pena de perder o comboio.

Ontem as coisas foram diferentes: o plano era mais realista já que a tarefa fica facilitada a partir de Meleças mas, ainda assim, no final a contagem foi eloquente - 116, 2 kms. e 2.500 metros de acumulado agravados por um intenso vento que soprou, de modo constante e inclemente de norte.

Tendo lançado o desafio a "diversas entidades" à partida, pensava eu, apenas o Jorge Cláudio Neves alinharia. Qual não foi o meu espanto quando, à hora combinada, vejo surgir o João Cruz, por um lado e, por outro, uma "tribo" de quatro elementos do Projecto BTT que iriam até ao Bom Sucesso: o Paulo e a Lena Remígio, o Funride e o Ricky.

Ou seja, de dois, o grupo passou a sete.

Ligaram-se as povoações da Rinchoa, Sabugo, Negrais, Malveira, Jerumelo, Vale da Guarda, Gradil, Freiria, Chãos, Cadoiço, Ventosa, Moçafaneira, Casal do Telhadour, Ponte do Rol, Casais do Feijão, Casal do Forno, Casal da Taberninha, Bombardeira, Santa Rita, Foz do Alcabrichel, Maceira, Ventosa, Pregancia, Marteleira, Nadrupe, Sobral, Moledo, Cesaredas, Olho Marinho, Amoreira e Caldas da Rainha.

FUN

As condições meteorológicas eram boas, com um dia de sol, não muito quente mas, a intensidade do vento, complicou muito a já apreciável dificuldade da incursão transformando algumas rectas em autenticas subidas apenas vencidas à custa de empenho físico contribuindo para acumular o desgaste.

Passamos em alguns trilhos de sonho, como unanimemente foram descritos: na zona entre Sabugo e Negrais; na zona de Malveira e Vale da Guarda; a descida fantástica ao Gradil; a entrada em Freiria por um monte estreito e extenso, rodeado de vinha que dividia a povoação; a zona de Santa Rita, Maceira percorrendo o Vale do Alcabrichel e o novíssimo vale do ribeiro de Ribamar com a estupenda subida à Ventosa por um trilho interminável; os vales abruptos da zona da Lourinhã e a zona da Lagoa de Óbidos a demonstrarem, se dúvidas ainda houvesse, a mais-valia do BTT.

No final, os companheiros, do projecto BTT divergiram, na zona das Cesaredas, já que terminariam noutro local e seguimos três até às Caldas para chegarmos pelas 19:01 e vermos as luzes vermelhas da traseira do comboio a afastarem-se na gare. Valeu que a esposa do João Cruz tinha acompanhado a volta de carro e que, por milagre, existiam três suportes de bicicleta no tejadilho da viatura - audaces fortuna juvat!


Tendo em consideração que, no Verão, o vento norte é predominante e que, eventuais atrasos ou erros de cálculo podem comprometer o regresso de comboio, mesmo com o problema (como se pode constatar no gráfico abaixo) de concentrar os grandes desafios altimetricos no final, a prudência aconselha a que, de futuro, se percorra previamente o troço de comboio até às Caldas da Rainha e se inverta o rumo da incursão no sentido norte - sul.

TESTING

Para além do aspecto lúdico havia, para mim, um aspecto prático:
  • queria testar a forma para a jornada de quatro dias da Guarda até Santiago de Compostela que começará na próxima quarta-feira;
  • queria testar o novo material designadamente a montagem de suspensão total com o quadro Renault Tangara (idêntico ao Giant NRS).
Relativamente à forma, o teste deixou-me muito satisfeito.

Foi uma quilometragem superior à media das que irei encontrar com uma altimetria final apenas inferior à da última etapa (Ourense - Santiago). A agravar a dificuldade estava um vento intenso de norte que dificultava, sobremaneira a deslocação e ainda o facto de estar a pedalar numa bicicleta nova e com uma inércia pior do que as outras que uso habitualmente.

Por isso, no final, cansaço moderado e satisfação pelo desempenho e pela perspectiva para o Caminho de Santiago.

Relativamente ao novo material, algumas breves conclusões já que nunca tinha pedalado numa bicicleta de suspensão total antes.

A primeira constatação é que é muito menos nervosa, o que implica maior empenho a pedalar, sobretudo nas subidas. A descer, merçê sobretudo do desempenho notável dos 120 mm. da Manitou Black, o rendimento é estupendo, muito superior ao que se obtém de uma XC tradicional.

Como se tratou de uma primeira incursão a ideia era rodar e corrigir alguns aspectos. Assim importará agora aumentar a pressão de ar da forqueta e do amortecedor; baixar um pouco a altura do guiador (por forma a melhorar o desempenho em subida sem comprometer o controlo) e trocar o pneu dianteiro. Esta questão do pneu é um aspecto curioso - trata-se de um Michelin  xcr dry 2 UST 26x2.00, em bom estado, que tinha dado sempre boa conta de si na frente. Porém com o aumento do curso da suspensão e da sua eficácia nota-se que o pneu resvala lateralmente comprometendo um pouco as trajectórias, o problema será resolvido com um pneumático com um piso mais agressivo e ajustado.

Destaque, ainda, para o factor cansaço que é mitigado com a suspensão traseira.

Ainda assim as coisas teriam sido mais fáceis com uma configuração "tradicional" hardtail. Tive sempre a sensação que, perante as circunstâncias do terreno, estava a pedalar sempre mais leve do que o habitual. Porém numa ou noutra situação onde tive de desmontar o mesmo aconteceria com uma configuração XC. Ou seja - havendo boa forma consegue-se ir numa FS aos mesmos locais do que com uma HT embora a velocidade possa ficar comprometida.


sexta-feira, 16 de julho de 2010

CAMINHO D'ESTE - PARTE II - VALORES FINAIS

Puente Ulla, Galícia

CAMINHO D’ESTE, SECOND HALF, TOTAL

Predictable Date - 21 to 24JUL10

Itinerary
 GUARDA – TRANCOSO – PENEDONO – SÃO JOÃO PESQUEIRA - PINHÃO - SABROSA - CAMPO DE JALES, VILA POUCA DE AGUIAR - PEDRAS SALGADAS, SABROSO DE AGUIAR - VIDAGO - CHAVES - VERIN - LAZA - OURENSE - OUSEIRA - GOUCHA - BANDEIRA - LAXE - SILLEDA - PUENTE ULLA - SANTIAGO DE COMPOSTELA

Global Distance -429 Kms.

Elevation
  • min: 60 m.
  • max: 1041 m.
Global Ascent: 8968 m.
Global Descend: 9540 m.

Daily Average Values:

  • Distance  - 107 kms.
  • Ascent - 2.242 m.
  • Descend - 2.385 m.
São estes os valores finais (previsionais) a percorrer  nos quatro dias de ligação entre a Guarda e Santiago de Compostela. Os valores médios diários provam a dureza da incursão. Felizmente a forma física, não sendo muito apurada, será a suficiente para levar de vencida as dificuldades, assim Deus me ajude.

Ultreia et Suseia!


quinta-feira, 15 de julho de 2010

Meaghan Smith - "Here Comes Your Man" [music video]

Descobri este video-clip por aí (quero dizer, no blogue da ASG).

Resulta esteticamente interessante a utilização da bicicleta...

CAMINHO D'ESTE - Segunda Parte - Etapa Quatro - PROFILE


CAMINHO D’ESTE, SECOND HALF, FOURTH  STAGE

Predictable Date - 24JUL10

Itinerary - OURENSE - OUSEIRA - GOUCHA - BANDEIRA - LAXE - SILLEDA - PUENTE ULLA - SANTIAGO

Distance -112 Kms.

Elevation
  • min: 60 m.
  • max: 817 m.
Ascent: 2662 m.
Descend: 2517

Esta será, a um tempo, a etapa mais longa e com a maior altimetria. Assim para além da beleza paisagística a dureza está garantida o que, convenhamos, só valorizará a chegada à Praça do Obradoiro e à catedral onde repousam os restos mortais do apóstolo.

Como chegaremos na véspera do dia de Santiago Maior é previsível que assistamos aos "Fogos do Apostolo", espectáculo de pirotecnia que marca a entrada no domingo que assinala o ano Xacobeo...


CAMINHO D'ESTE - Segunda Parte - Etapa Três - PROFILE


CAMINHO D’ESTE, SECOND HALF, THIRD STAGE

Predictable Date - 23JUL10

Itinerary - CHAVES - VERIN - LAZA - OURENSE

Distance -105 Kms.

Elevation
  • min: 112 m.
  • max: 960 m.
Ascent: 1554 m.

Nesta terceira etapa entramos na Galiza a partir de Chaves. Iremos seguir para norte, a partir de Verin e até Laza para virarmos a NW pelo caminho sanabrense (também conhecido pelo prolongamento da Via de la Plata). Os vestígios do caminho irão abundar mormente as estátuas de São Tiago, os cruzeiros e as igrejas. Chegaremos à capital provincial de Ourense, nas margens do Minho onde pernoitaremos para, no dia seguinte, ligarmos esta cidade a Santiago.

Em termos técnicos esta etapa não apresenta um grau de dureza superior à do dia anterior.


HOLY TRINITY












Com a montagem (finalmente) do quadro Renault Tangara Full Suspension (relembremos que esta tecnologia foi desenvolvida em parceria entre a Renault e a Giant que resultou no modelo NRS) passei a dispor de três alternativas que se configuram do seguinte modo:



Renault Tangara Alu F.S. 16,5'

Fork - Manitou Black SPV 120 mm.
Rear Suspension - Rock Shox Sid XC

Wheels - Mavic Cross Land UST
Front Tire - Michelin  xcr dry 2 tubeless 26x2.00
Rear Tire - Michelin  xcr dry 2 tubeless 26x2.00

Crankset - Shimano LX (22, 32, 44)
Chain -  SRAM 9 speed PC 971
Cassette - SRAM 9 speed PG 950 (11-32)
Pedals - Shimano M520 clipless SPD
Rear Derailleur - Shimano XT
Front Derailleur - Shimano XT
Gear Shifters - Shimano SLX rapid fire

Headset - Prototype (semi-integrated) 
Stem - Truvativ XR 120 mm. standard 25.4 alu.
Handlebar - Fizzbikes XC semi-rise standard 25.4 alu.
Handlebar grips - Pro-Grip

Front Brake - Hayes Stroker Trail 160 mm.
Rear Brake -  Hayes Stroker Trail 160 mm.

Seatpost - Onix Series Alu 28mm.
Saddle - Fizik Nisene Sport WingFlex - Manganese Rails

Weight - 12.9 kgs.



Massi Z-8 Alu / Carb. XC Hardtail 17'

Fork - Rock Shox Reba Race 100 mm.

Wheels - Mavic CrossMax SL Disc UST
Front Tire - Schwalbe Nobby Nic 26x1.90
Rear Tire - Wtb Mutano Raptor tubeless 26x2.0

Crankset - Shimano XTR (22, 32, 44)
Chain -  SRAM 9 speed PC 991
Cassette - SRAM 9 speed PG 970 (11-32)
Pedals - Shimano M970 clipless SPD
Rear Derailleur - SRAM XO
Front Derailleur - Shimano XTR
Gear Shifters - SRAM Grip Shift XO

Headset - Massi integrated
Stem - Kalloy UNO 6061 alu. 120 mm, 
31,8








Handlebar - Race Face XC semi-rise standard carbon 31,8
Handlebar grips - Specialized

Front Brake - Hope Mono Mini 160 mm.
Rear Brake -  Hope Mono Mini 160 mm.

Seatpost - Massi alu 32 mm.
Saddle - Selle Italia ProLink Trans Am (carbon rails)

Weight - 10.1 kgs.



Proque V@ Ti XC Hardtail

Fork - Marzocchi Z4 2001, with coil kit ("old-faithful")






Front Wheel - Mavic CrossMax Enduro Disc UST

Rear Wheel - Shimano XT M770 rear hub 32 holes, silver + MavicXM819 Rim 32h, black 26inch + DT Swiss Spokes Revolution Stainless DB Black 2mm-1.5mm

Front Tire - Schwalbe Jimmy tubeless 26x1.90
Rear Tire - Specialized  Resolution tubeless 26x2.10

Crankset - Shimano XT (22, 32, 44)
Bottom Bracket - Shimano Square Taper UN53
Chain -  SRAM 9 speed PC 971
Cassette - SRAM 9 speed PG 950 (11-32)
Pedals - Shimano M540 clipless SPD
Rear Derailleur - Shimano LX
Front Derailleur - Shimano XT
Gear Shifters - Shimano LX rapid fire 

Headset - Cane Creek S3 (standard) 
Stem - On-Off 100 mm., 25.4 alu.
Handlebar - On-Off XC semi-rise 25.4 alu.
Handlebar grips - Specialized

Front Brake - Shimano Deore Disc 160 mm.
Rear Brake -  Shimano LX V Brake

Seatpost - Acor alu. 27.2 
Saddle - Selle Italia Flite Gel Flow (vanox rails)

Weight - 11.7 kgs.





    quarta-feira, 7 de julho de 2010

    CAMINHO D'ESTE - Segunda Parte - Etapa Dois - PROFILE


    CAMINHO D’ESTE, SECOND HALF, SECOND STAGE

    Predictable Date - 22JUL10

    Itinerary - PINHÃO, SABROSA, SOUTO MAIOR, SÃO LOURENÇO DE RIBAPINHÃO, PARADA DE PINHÃO, PELEIGADO, TORRE PINHÃO, BARRELA, VREIA DE JALES, CAMPO DE JALES, VILA POUCA DE AGUIAR, NOZEDO, VILA MEÃ, PEDRAS SALGADAS, SABROSO DE AGUIAR, OURA, SALUS, VIDAGO, CAMPILHO, CURALHA, VARGEM, CHAVES

    Distance -100 Kms.

    Elevation
    • min: 87 m.
    • max: 1.041 m.
    Ascent: 1906 m.

    sexta-feira, 2 de julho de 2010

    CAMINHO D'ESTE - Segunda Parte - Etapa Um - PROFILE


    CAMINHO D’ESTE, SECOND HALF, FIRST STAGE

    Predictable Date - 21JUL10

    Itinerary - GUARDA – TRANCOSO – PENEDONO – SÃO JOÃO PESQUEIRA – PINHÃO

    Distance -109 Kms.

    Elevation
    • min: 78,2 m.
    • max: 956 m.
    Ascent: 1994 m.

    quinta-feira, 1 de julho de 2010

    CAMINHO D'ESTE - Segunda Parte - Etapa Dois - Antevisão



    PINHÃO - SABROSA - JALES - VILA POUCA DE AGUIAR - VIDAGO - CHAVES
    Data Prevista 29JUL10

    Como dizia Fernando Pessoa: "Deus quer, o Homem sonha, a Obra nasce".

    Pus-me a decalcar os tracks que para aqui tenho em arquivo em cima da pantalla do Google Earth e rapidamente ficou delineado o track do segundo dia.

    Há uma alteração relativamente ao plano inicial de seguir via Alijó / Murça / Valpaços já que a coisa fica mais facilitada se tomarmos a direcção de Sabrosa / Vila Pouca de Aguiar.

    O início vai ser terrível já que se sobe dos 90 metros do Pinhão para os quase 700 de Sabrosa. Depois segue-se para N, cruza-se o IP4 e penetra-se na serra de Jales, circula-se na zona dos 1000 metros e percorrem-se os trilhos das misteriosas minas de Ouro.

    Chega-se a Vila Pouca de Aguiar, descendo das alturas de Jales, e segue-se a antiga ferrovia do Corgo que nos conduzirá, finalmente, a Chaves.

    Pelo caminho vai ser uma festa para os sentidos. Para além das recordações do antigo caminho de ferro, consubstânciada no traçado, nas antigas estações passaremos por mais de 90% da produção de água mineral gaseificada do país: os locais paradisíacos e os nomes mágicos suceder-se-ão: Pedras Salgadas, Campilho, Salus e Vidago com os seus parques românticos e os hotéis belle-epoque.

    A coisa terminará em beleza com um jantar substantivo na "Adega do Faustino" que servirá a condizer com o apetite acumulado ao longo da quase centena de quilómetros e da altimetria monstruosa acumulada.

    Enfim, será uma jornada de BTT épica sem perder de vista que mais se seguirá até ao túmulo do apóstolo nos dias seguintes.

    CAMINHO D'ESTE - Segunda Parte - Etapa Um - Antevisão



    GUARDA - TRANCOSO - PENEDONO - SÃO JOÃO DA PESQUEIRA - PINHÃO
    Data prevista 21JUL10


    A primeira etapa desta segunda fase do Caminho d'Este ligará a Guarda ao Pinhão numa distância de mais de cem quilómetros.

    Pelo meio das serranias passaremos a histórica cidade de Trancoso com os seus inúmeros pontos focais. Sobre esta cidade (pertencente ao conjunto das Aldeias Históricas) pode ler-se:

    Trancoso encontra-se hoje rodeada de muralhas, da época dionisiana, com um belo castelo, também medieval, a coroar esse majestoso conjunto fortificado. Com os seus numerosos monumentos, da arquitectura civil e religiosa, constitui um dos mais expressivos e belos centros históricos do país, visitado anualmente por muitos milhares de pessoas. Destacam-se, entre todos, as igrejas paroquiais de Santa Maria e de São Pedro, a Casa dos Arcos, do século XVI, a igreja da Misericórdia, a Casa do Gato Preto (um curioso edifício do antigo bairro judaico), e o Pelourinho, bela peça do mais puro estilo manuelino. Não esquecendo a antiguidade, porém, Trancoso mantêm traços medievais no centro histórico quase inalteráveis, sendo o exterior um meio urbano já moderno e planeado. (Wikipedia)

    Natural será que nos detenhamos demoradamente cerrando repetidamente o obturador fotográfico ao mesmo tempo que calcorreamos o seu centro histórico...

    Depois segue-se Penedono, já no distrito de Viseu, a mais de 900 metros de altitude, cujas torres castelares apresentam singulares formas geométricas que evocam lendas de antanho, contos imemoriais perdidos no tempo...

    Entraremos, por fim, no Alto Douro Vinhateiro, mantendo a altitude em São João da Pesqueira, o coração do licoroso Vinho do Porto. Depois é a descida para uma das povoações mais típicas do Douro e já na sua margem direita e em terras de Vila Real: o Pinhão.

    Em poucos quilómetros passaremos abaixo da centena de metros de altitude para o descanso merecido do final desta primeira etapa.