sexta-feira, 27 de agosto de 2010

CAMINHO D'ESTE - Video-Clip Series - Tenth Stage, From Guarda to Pinhão



Entre os topos serranos e a marcante paisagem do Douro com um destaque especial para o inesquecível Trancoso, o admirável castelo de Penedono, a elegante Praça da República em São João da Pesqueira e o dramatismo espectacular da natureza no Douro, superiormente descrito por Torga.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

CAMINHO D'ESTE - Video-Clip Series - Nineth Stage, from Alpedrinha to Guarda



Esta foi a derradeira etapa da primeira fase.

Se à partida a quilometragem era escassa, comparativamente aos dias anteriores, a subida de Belmonte à Guarda prometia dureza extrema.

No entanto o início também implicou passar a Serra da Gardunha para a sua vertente norte e tal exigiu forte empenho. Atingido o topo foi tempo de rolar rápido até Capinha e de vencer nova subida até ao topo sul do vale do Zêzere e Peraboa (defronte da Covilhã) onde a visão imponente e indelével do Maciço Central da Estrela dominava a paisagem.

Seguiu-se Caria e a dura subida a Belmonte onde nos encontrámos com o Rui Sousa que nos acompanhou pela vertente nascente da Estrela até à Guarda. A primeira parte, até Benespera, é relativamente benévola mas, a partir deste ponto segue-se por estrada secundária paralelamente à A23 e a subida é constante e pronunciada a exigir tudo em termos físicos.

A chegada à Guarda a afigurar-se como um alívio e a viagem de regresso de comboio a processar-se com grau extremo de agradabilidade.

Era tempo de planificar a segunda fase que nos levaria da Guarda a Santiago de Compostela.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

CAMINHO D'ESTE - Video-Clip Series - Eighth Stage, from Nisa to Alpedrinha



Antes de seguirmos para o Rodão a rápida visita ao núcleo histórico de Nisa foi surpresa agradável. Depois seguiu-se a serra com descidas e subidas de forte empenho enquanto que o tempo jogava connosco ao gato e ao rato. Antes de alcançarmos o miradouro sobranceiro às portas do Rodão, houve a necessidade de tomar abrigo de uma bátega. Ao tempo húmido da véspera sucedeu-se o regime de aguaceiros pelo que havia que ter alguma paciência táctica no desenrolar da jornada.

O vale do Tejo em Rodão é algo de imponente e espectacular por isso alguma demora nos planos fotográficos impôs-se bem como uma pausa para restaurar as energias mesmo que, no caso do Mário, tenha assumido a forma de um prato de pequenos moluscos rastejantes cozinhados a preceito. Neste mesmo local o cruzamento com uns companheiros do "Projecto BTT" numa pura e agradável coincidência.

Tempo de subir continuamente e, ao entrarmos na zona industrial de Castelo Branco, o dilúvio abateu-se inclemente. Permanecemos quase uma hora abrigados numa estação de serviço tal foi a extensão da bátega. Depois foi rolar por estrada secundaria até Alcains e internarmo-nos na interessantísima serra da Gardunha até ao sopé de Castelo Novo e dos cerejais onde seguímos para os metros finais para Alpedrinha.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

CAMINHO D'ESTE - Video-Clip Series - Seveth Stage, from Fronteira to Nisa



Após o pequeno-almoço tivemos de aguardar que uma pausa na chuva nos desse oportunidade de começar.

Mesmo com o tempo sombrio a imponência de Cabeço de Vide deliciou as retinas e proporcionou bons momentos fotográficos e o mesmo foi válido para Alter do Chão. Todavia o grande momento foi mesmo a pureza de Alter Pedroso.

Seguiu-se o Crato e a Flor da Rosa em que o património edificado impressiona qualquer mortal mais sensível.

Destaque, ainda, para a passagem em Alpalhão antes de atingirmos, finalmente, Nisa.

domingo, 22 de agosto de 2010

CAMINHO D'ESTE - Video-Clip Series - Sixth Stage, from Alandroal to Fronteira






A sexta etapa correspondeu a um agravamento das condições meteorológicas, primeiro com um tecto de núvens que ocultaram o sol e tornaram as fotografias uma tarefa quase inglória e, mais tarde, a chuva a fazer a sua primeira aparição.

Logo de início a visita à pedreira de mármore em Vila Viçosa a converter-se numa passagem indelével de toda a travessia. De seguida a constatação da grandeza patrimonial de Vila Viçosa a que não faltou o encontro com o João Pina que, infelizmente, não nos pode acompanhar no pedal. Seguiu-se Borba e a monumental Estremoz.

A partir daí e até Fronteira a travessia do montado a proporcionar excelentes momentos.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

CAMINHO D'ESTE - Video-Clip Series - Fifth Stage - from Moura to Alandroal



Esta foi a primeira etapa que fiz com o Mário Silva. E, para início de peregrinação a pedalada foi rija com uma contagem final superior a 100 kms.

Pelo caminho percorreram-se lugares mágicos como Mourão ou a altaneira Monsaraz após a prologada travessia do imenso lago do Alqueva.

Todo o esplendor alentejano revelado pelo BTT.

Magnífico!

CAMINHO D'ESTE - Video-Clip Series - Fourth Stage, from Mértola to Moura



Dureza plena como comprova a quase centena de quilómetros de extensão, embora a altimetria possa ser algo enganadora em virtude da quilometragem final ser plana. Ainda assim quase dois mil metros a demonstrar que a dificuldades faz parte de qualquer peregrinação.

O início foi muito trabalhoso com um monstruoso rompe-pernas na margem nascente do Guadiana em boa parte da extensão entre Mértola e o Pulo do Lobo. Aqui um ligeiro desvio para contemplar esta maravilha natural do "Alentejo profundo" e a sensação de privilégio de dominarmos a arte do pedal em todo-o-terreno pois, só ela, seria capaz de nos colocar diante de tais locais.

Visita demorada a Serpa que incluiu a obrigatória ingestão da soberba imperial do "Lebrinha" e romagem a Moura via Pias.

Aqui processa-se a mudança de turno, saíram o Mário Pedro Soares e o Luís Santos e entrou o Mário Silva que haveria de me acompanhar até à Guarda.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Caminho d'Este Video Series, Third Stage, from Alcoutim to Mértola



Nesta etapa começou finalmente a dureza.

Tivemos a companhia do Fernando "Durão" que nos guiou nos trilhos entre Pomarão, a Mina de São Domingos e Mértola.

A jornada foi magnífica com a passagem matutina do Guadiana entre Alcoutim e Sanlucar onde pedalámos pela margem esquerda em trilhos fantásticos e que até incluiram uma Via Verde.

Tornámos a atravessar o Guadiana na nova ponte internacional que liga ao Pomarão e aí embrenhámo-nos no que resta dos túneis da antiga linha ferroviária num complicado exercício de fusão entre BTT e montanhismo a que nem sequer faltaram o cheiro a enxofre e os morcegos. Depois é uma paisagem lunar até à experiência única da arqueologia industrial da antiga Mina e que todas as palavras parecem inúteis para sobrepor-se à ao estar ao vivo no local.

Na povoação foi tempo de estar mais de uma hora dentro de água na praia fluvial e depois seguir para Mértola onde se chegou já ao entardecer.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Caminho d'Este Video Series, Second Stage, from Castro Marim to Alcoutim



Video-clip no YouTube

Nesta etapa abandonámos o litoral algarvio subindo o curso do Guadiana até à pitoresca Alcoutim. Destaque para os incríveis planos fotográficos desta povoação e, muito principalmente, de Castro Marim que se revelou um paraíso para o fotografo amador.

Apesar de curta e de a extensão final ser plana houve algumas passagens onde a "terra dobrada" e o calor se fizeram sentir com alguma dureza. A dificuldade da travessia fazia-se de modo gradual.

No final quase duas horas de relaxamento na praia fluvial e um momento de esplanada a contemplar a margem oriental do Guadiana onde nos haveríamos de internar no dia seguinte

Downstairs with a Extrawheel Trailer



Deparei com este incrível video-clip.

Se não tivesse feito umas centenas de kms. com um extrawheel diria que era impossível...

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Ride of My Life: The Story of the Bicycle - on BBC

Tropecei, por acaso, neste post

Aí estão os clips de uma série da BBC intitulada "The Story of the Bicycle". Nela, o autor Rob Penn viaja pelo mundo colecionando partes manufacturadas para sua bicicleta ao mesmo tempo que regista a história de uma das maiores invenções da humanidade - a bicicleta.

Esta série é feita por um apaixonado das bicicletas para apaixonados das bicicletas pelo que recomendo, vivamente, a sua visualização.

Let's look at the trailers!

- Part One -



- Part Two -


- Part Three -


- Part Four -


- Part Five -


- Part Six -

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Read My Lips: No more lonely rides!



Resgatado três horas após queda
2010-08-08
LUÍS ALMEIDA (JN)

Um praticante de bicicleta todo-o-terreno (BTT) deu uma queda num dos trilhos rochosos da Serra d’Arga, Caminha, fracturou uma anca e esteve perdido mais de três horas, até ser resgatado pelas equipas de socorro dos Bombeiros Voluntários de Caminha.

Um pedido de ajuda foi recebido pelo CODU pelas nove e meia da manhã de ontem, dando conta de um acidente, em plena Serra d’Arga. No entanto, a vítima não conseguia indicar a localização precisa, pelo que os bombeiros só viriam a descobri-lo mais de três horas após o alerta e “por mero acaso”.

Após o alerta do CODU, os Bombeiros de Caminha foram accionados de imediato, tendo enviado para a serra uma equipa do INEM, na tentativa de descobrir o ciclista acidentado que, embora não sabendo exactamente onde se encontrava, tentava fornecer, através de telemóvel, os indícios possíveis a fim de ser localizado.

Face à impossibilidade de actuarem os meios aéreos para detectarem a vítima, foram pedidos reforços ao quartel de Caminha, tendo seguido para o trilho que liga Arga de S. João (Caminha) a S. Lourenço da Montaria (Viana do Castelo), uma viatura com cinco homens, mais tarde reforçada com outro carro e mais dois bombeiros.

Perante a dificuldade em encontrarem o local onde o montanhista se encontrava, os bombeiros deslocaram-se até ao posto de vigia de fogos florestais, cuja altitude poderia permitir vislumbrar o sinistrado, mas sem resultados.

Decidiram então bater o terreno montanhoso, de acordo com as escassas indicações fornecidas pelo “betetista”, natural de Vilar de Mouros, de 44 anos, mergulhador da Armada, e que aprecia calcorrear as montanhas de bicicleta.

“Foi por acaso que demos com ele”, referiu ao "Jornal de Notícias" um dos elementos da corporação caminhense, integrado nas buscas que demoraram mais de três horas. Uma vez encontrada a vítima, foram-lhe ministrados os socorros de estabilização, tendo constatado que, embora ferido, “estava consciente e colaborante”.

Face à fractura da anca, posteriormente confirmada no Hospital de Viana do Castelo, os bombeiros tiveram de transportar o ferido numa maca (plano duro) através do penedio, demorando “mais de duas horas” até chegarem junto da ambulância que o aguardava num dos estradões do alto da serra.

Segundo apurámos, tanto o CDOS (Comando Distrital de Operações de Socorro) como o CODU (Centro de Orientação de Doentes Urgentes) não tinham disponíveis na altura meios aéreos que pudessem actuar, pelo que o único recurso seria pedir apoio à Força Aérea, mas esse serviço teria de ser pago, sendo posta de parte tal hipótese.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

CAMINHO D'ESTE - Video-Clip Series - First Stage, From Tavira to Castro Marim



CAMINHO D'ESTE, TAVIRA - SANTIAGO DE COMPOSTELA, 1ª ETAPA (Tavira - Castro Marim, 3 de Junho de 2010)

A primeira, mais curta e menos difícil etapa. Foi um início tranquilo rolando na Ria Formosa antes e depois de entrarmos na formosa Tavira para o começo oficial na Igreja de Santiago.


O dia de sol apenas ajudou a que este fosse o aperitivo adequado para as jornadas que se seguiriam.

Só o BTT pode proporcionar tal vivência.

Video no YouTube. Recomenda visualizar-se em boa resolução e com o volume alto...

The Higest MTB Race on Earth

Com a devida vénia ao Jorge Manso a quem furtei o vídeo-clip, aqui ficam as imagens sensacionais do Yak Attack:




ARE YOU TOUGH ENOUGH?

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Londres não Para - The Cycling Revolution


Normalmente as iniciatiivas ligadas à mobilidade ciclável são associadas, entre nós, ao lado esquerdo da política.

Nada mais errado. Do mesmo modo que a bicicleta tem dois pedais, o esquerdo e o direito e sem qualquer um deles torna-se num objecto inútil, também existem bons exemplos de promoção da mobilidade nos diferentes quadrantes políticos.

Londres é, aliás, o exemplo de como os conservadores dão cartas neste domínio. Um prime-minister do reino e um mayor da cidade que são utilizadores de bicicleta e uma política pro-activa de promoção da mobilidade ciclável.

A ideia das bicycle super-higways pode até ter sido de Ken Livingston (anterior mayor trabalhista) mas é Boris Johnson (actual mayor conservador) que está a trabalhar afincadamente para as levar à prática.

Veja-se este clip de promoção com as duas primeiras que foram já lançadas. Para 2015 esperam-se mais 10. Londres muda a olhos vistos em termos de mobilidade ciclável.

BACALHAU DE BICICLETA OU A AVENTURA DE UM PORTUGUÊS PELA PAN-AMERICANA

Um compatriota nosso, Ilídio Freire, 44 anos, natural de Pombal, pediu uma licença sem vencimento na empresa onde trabalha e a que junta três meses de férias acumuladas e propõe-se seguir a mítica Pan-Americana ligando o continente americano de "polo-a-polo".

Leia-se a notícia completa a partir do take da Lusa aqui.

Já começou a sua aventura há uma semana em Inuvik, nos Northern Territories, Alaska.

Tem um blogue, a que dá o nome curioso de "Bacalhau de Bicicleta com Todos". Nele nos vai dando conta da evolução da sua odisseia.

Segui-lo, no referido blogue, não podia ser mais fácil. Basta visitar a página e seleccionar a opção "Seguir" que se encontra do lado direito para recebermos as novidades à medida que novos posts forem sendo acrescentados.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Bicicletas de Aluguer - A vez de Londres



Desta vez Londres. A partir de amanhã irão ser disponibilizadas bicicletas de aluguer. Uma frota de 6000 bicicletas, distribuídas por 400 estações que podem ser alugadas a moradores e turistas a preço simbólico. É mais uma peça decisiva para tornar Londres uma cidade onde a mobilidade ciclável é um dado objectivo. De resto, com a Congestion Charge, o centro alargado da capital britânica viu reduzido substancialmente o número de automóveis em circulação.


The Mayor of London, Boris Johnson, today heralded a "new dawn" in London’s bid to become the greatest big cycling city in the world as he launched the jewel in the crown of his cycling revolution.  Docking one of thousands of new bicycles at a Barclays Cycle Hire station in the shadow of the London Eye, the Mayor was joined by Marcus Agius, the Chairman of the scheme’s sponsor Barclays, and London’s Transport Commissioner, Peter Hendy.
 The creation of an easy to use cycle hire system was a key pledge of the Mayor’s manifesto. Just over two years since his election Barclays Cycle Hire is now set to transform the way that people make short trips around central London.
 Available 24 hours a day, seven days a week the Capital’s newest form of public transport stretches from Notting Hill Gate to Wapping, and from Regents Park to Borough Market. Londoners using the scheme can from today take a cycle from one of 315 docking stations based every 300m or so throughout the centre of the Capital, with a total of 5000 bikes available.  People should never be more than a couple of minutes away from a docking station in central London.
 Speaking at the launch event this morning the Mayor of London, Boris Johnson, said: "Londoners have awoken to a new dawn for the bicycle in the Capital. Overnight racks have been filled with thousands of gleaming machines that will transform the look and feel of our streets and become as commonplace on our roads as black cabs and red buses. My crusade for the Capital to become the greatest big cycling city in the world has taken a gigantic pedal powered push forwards."
Barclays Chairman, Marcus Agius, said: "Barclays Cycle Hire is a flagship scheme that will change the face of London forever. We believe there are huge benefits for the public in a low cost, affordable, sustainable and environmentally friendly scheme. It will introduce thousands of people to one of the cleanest, greenest and quickest ways of navigating the city.
"An extensive transport system with good accessibility is also essential to the health of London’s economy. By improving London’s transport capacity we will help the Capital attract investment and jobs. We are committed to working alongside Transport for London to ensure that the Barclays Cycle Hire scheme is successful, and are proud to be part of the cycling revolution."
Barclays Cycle Hire went live at 6am this morning and access is initially available to members, with casual users expected to be able to pick up bikes in around four weeks time. When complete the scheme will see 6,000 cycles and 400 docking points located across central London.
Peter Hendy, Commissioner of Transport for London, said: "We expect this fantastic new scheme to generate up to 40,000 new cycle journeys every day in London as the Capital’s cycle revolution rolls on.  I have no doubt that Barclays Cycle Hire will change how people get around central London. In the week since we opened membership, more than 12,000 people have already signed up to use the scheme, which demonstrates the tremendous support and enthusiasm there is for it.  This can only build as Londoners and visitors explore the opportunities having access to thousands of bicycles for just pennies a day will bring.
"A huge amount of work and planning has gone into creating what we believe will be the best cycle hire system in the world. Building on the experience of other world cities who have launched similar schemes, we and our operator, Serco, will use the first month of operation to see how, when and where our members use the scheme, to learn how we can best support our customers."
Londoners or visitors to the Capital who want to use central London’s brand new transport system during its first month of operation need to be members of the cycle hire scheme. This will enable TfL and Serco to understand and learn from how members engage with the scheme, including patterns of bicycle usage.
A membership key costs £3 with membership costs at £1 for a 24 hour membership, £5 for seven days and £45 for an annual membership.  The first 30 minutes of any journey will be free. To use the scheme, members will need to have received and activated their membership key, so people are urged to sign up for daily, weekly or annual memberships at www.tfl.gov.uk/barclayscyclehire as soon as possible.

Notes to Editors:
For more information on how to become a member of Barclays Cycle Hire and advice on how to use the scheme visit www.tfl.gov.uk/barclayscyclehire
Examples of journeys that can be carried out within thirty minutes, taken from TfL’s cycling Journey Planner, include:
The Regent’s Park to Notting Hill Gate, (25 minutes)
London Bridge to Hyde Park, (27 minutes)
Tower Hill to Bond Street, (23 minutes)
Regent’s Park to Westminster Abbey (16 minutes)
The British Museum to Green Park (15 minutes)
Old Spitalfields Market to Speaker’s Corner (27 minutes)
High Street Kensington to Leicester Square (19 minutes)

Members of the scheme must be at least 18 years old, and you will need to be at least 14 years old to use the scheme;
 Barclays Cycle Hire, which is operated by Serco Limited on behalf of TfL, is the most sustainable and environmentally friendly form of public transport ever seen in the Capital;
 Barclays Cycle Hire and Barclays Cycle Superhighways will build on the massive 117 per cent growth in cycle journeys on London's major roads since TfL was created in 2000;
 Barclays Cycle Hire will operate across central London. Docking stations and hire bicycles will be available in Camden, City of London, Hackney, Islington, Lambeth, Kensington & Chelsea, Southwark, Tower Hamlets, Westminster and several of the Royal Parks;
 Follow us on Twitter at  www.twitter.com/BarclaysCycle

quinta-feira, 29 de julho de 2010

PETIÇÃO "ALTERAÇÃO DO CÓDIGO DA ESTRADA REFORÇANDO DIREITOS DE CICLISTAS E PEÕES"


A FPCUB – Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta apoia uma petição à Assembleia da República no sentido da tomada das iniciativas legislativas necessárias com vista à alteração do Código da Estrada (Decreto-Lei n.º 44/2005, de 23 de Fevereiro) de forma a aumentar a segurança rodoviária dos ciclistas e, consequentemente, de todos os utilizadores da via pública.

De facto, Portugal tem assistido, nos últimos anos, a um aumento significativo da utilização da bicicleta em actividades de lazer, mas também como modo de transporte quotidiano. Todavia, o Código da Estrada português, ao contrário das legislações congéneres de outros estados-membros da UE, não protege o ciclista, contendo até normas que encorajam comportamentos de risco por parte de outros utilizadores da via pública, designadamente os automobilistas.

Impõe-se, pois, a alteração dessas normas do Código da Estrada, como aliás foi reconhecido na última Legislatura por todos os partidos com assento na Assembleia da República, designadamente através da Resolução nº 80/2009, que recomenda ao Governo que proceda a alterações no Código da Estrada, reforçando os direitos de ciclistas e peões.

Importará, consequentemente, que o Código da Estrada português possa convergir com as demais legislações congéneres de outros estados-membros da UE nas matérias relacionadas com a circulação de velocípedes, modificando o seu articulado no que respeita à segurança dos ciclistas.

Tal petição pode ser subscrita em http://www.peticao.com.pt/codigo-da-estrada-ciclistas-peoes.

ATENÇÃO: A petição deve ser assinada com o nome completo, solicitamos a quem já tenha assinado mas com o nome incompleto para que assine de novo mas com o nome completo. 

Ten Secrets To Cycling With Traffic


Mercê das férias e do tempo quente o convite à deslocação em bicicleta é mais que óbvio.

No entanto circular no tráfego, não sendo uma missão impossível, obriga a um conjunto de procedimentos por forma a preservarmos a nossa integridade e termos uma deslocação agradável.

Neste site temos um conjunto de "dez mandamentos" ou, "segredos", se quisermos para melhor circular em ambiente urbano e que, a seguir, se transcrevem.

Algumas resultam do bom-senso e devem ser seguidas mesmo se não coincidam com o nosso obsoleto Código da Estrada.


Serious about urban cycling? Planet Green goes beyond the "helmet and lights" and lists ten secrets from experienced riders.


By Lloyd Alter | Wed Jul 28, 2010 16:28


Toronto, Canada has been seeing an explosion of urban cycling lately. The city is trying to adapt, but political gridlock has seen the addition of maybe inches of bikelanes each year, the main streets are full of streetcar tracks and the drivers are not used to sharing the road. Biking Toronto has prepared an interesting list of secrets that we will share, with a bit of commentary:


Drivers Don’t Want to Kill You


Sounds like an odd secret, but they have a point. "The vast majority of drivers don’t want to kill you… they just don’t understand you. As well, the very LAST thing 99.99% of drivers want to do is hurt someone."


So there is no point getting angry and screaming, it is all about sharing and understanding.


Ride in a Straight Line


This one is tough. Joe recommends:


Don’t ride in the gutters and then swing out into the road to avoid the drains. This throws drivers off-guard because they aren’t thinking about the drains and aren’t expecting you to do this. There’s a very good chance you’ll get honked at if you do this, because nothing scares a driver more than a cyclist swerving in front of their car....This also applies when there are a lot of parked cars… instead of swerving in towards the curb between parked cars before swerving back out again, keep riding in a straight line… it makes you more predictable to car drivers.
I always do what the lower sketch shows, deking in and out of the open space and let the cars pass. It seemed the appropriate thing to do but I see the point.


Play by the Rules


This one is even tougher. Joe writes:


You and your bike constitute “a vehicle” according to the Highway Traffic Act. This means that you have to abide to the same rules that drivers do. This means stopping at red lights, stopping for people at crosswalks, and not passing open streetcar doors....Why should they treat you like a vehicle with a right to the road if you don’t behave like one?
I notice that Joe conspicuously left out stop signs. In Toronto, stop signs are not a way of establishing who has right of way, their traditional role, but they are for speed control of cars, not bikes. If I am at a four way stop of two quiet residential streets I do not stop. I look, I check, but I think it is completely unrealistic to expect bikes to be treated like cars in such a situation. However when I wrote about this on TreeHugger in my post Should Cyclists be Allowed to Blow Through Stop Signs? I got 61 comments, mostly calling me a jerk.


Avoid the “Stoplight Squeeze”


When you get to the red before cars, swing out a little to the left (I usually stop about 1/3 of the way between the curb and the next lane), and lean over to the left, putting your left foot down. This forces drivers to stop behind you, and gives you “first dibs” when the light turns green.
But if you live in a community where cars are allowed to make a right turn on a red light, they will not be pleased.


Signal Sensibly


The signals we were taught make no sense; they were invented for cars when there were no brake lights or turn signals (or they were broken) and the driver could only use a left arm. Most have forgotten that an arm pointing up means a left turn or down means stopping. Joe recommends forgetting them and just pointing in the direction you are going. Makes sense.


Take That Lane


This is just what it sounds like. Taking your place in the middle of a lane because it’s unsafe at the edge of it. This is mostly done on streets where the traffic lanes are not very wide, so it’s not safe for you and a car to be side-by-side.
This one is tough. Yes, cyclists are legally vehicles and allowed to occupy a full lane, but try and tell that to a driver on a two lane, two way street. I do my best to avoid such streets; I may have the right to be there, but it is a scary place to be.


Make Them THINK You’re Unpredictable


This is a tip not many people know. If I’m in a stretch of road where drivers are passing too closely or I just want more room, I look over to my left or over my left shoulder. Sometimes I’ll be looking at a store, or someone on the sidewalk, or down a street, but most of the time I’m just looking left for the sake of looking left....If they think you may be coming left, they’ll give you more room. They don’t know you’re responsible and predictable and would signal before doing anything.
This is completely counterintuitive; I would have thought that our goal is to convince drivers that we are not all crazy. I think I disagree with Joe on this one.


Ride With Others


Studies have proven it; there is safety in numbers


"It's a virtuous cycle," says Dr Julie Hatfield, an injury expert from UNSW who addressed a cycling safety seminar in Sydney, Australia. "The likelihood that an individual cyclist will be struck by a motorist falls with increasing rate of bicycling in a community. And the safer cycling is perceived to be, the more people are prepared to cycle."
Joe concludes:


This is also the concept behind Critical Mass. It’s easy for a driver in a car to bully one cyclist off the road, but stick a few (or more) cyclists on the road, and they take on the presence of a car… perhaps more than one car. There is strength in numbers.
Avoid the Right Hook


One of the most common places that car-bike collisions happen is at intersections, and more commonly, when a car is turning right.


I lost a rowing buddy this way. Cars, but especially buses and trucks, just can't see you and don't expect you when you are between their vehicle and the curb. Some cities are experimenting with bike boxes so that cyclists are out in front, but this is such a common way of getting killed. But not the most common; in our post, How To Get Killed On A Bicycle, I note that "Cyclists are in the right 70% of the time, but in the end they always lose."


And finally, Practice Your Route


The most important thing you can do to make yourself comfortable on the roads is to bike a lot. You’ll become more and more comfortable the more experience you have out there. The more you can get out and get experience on roads with cars, the better. Not only will you become more comfortable out there, but you’ll get to know the areas where cars/drivers behave in certain ways.


You will also get to know what roads have the least amount of traffic, that have the fastest traffic lights, that just seem to be the most bike-friendly. Toronto, like many North American cities, has a well-defined grid and a lot of choices for the riders. But after many years of biking I have my list of favourite routes that I know are the fastest and safest.

terça-feira, 27 de julho de 2010

VIII Congreso Ibérico - La Bicicleta Y la Ciudad



El Congreso "La Bicicleta y la Ciudad" que se celebra en Sevilla del 29
al 31 de octubre

No es sólo el congreso de referencia en la Peninsula Ibérica en lo que a
la promoción de la bicicleta urbana se refiere, sino que ofrece la
oportunidad de visitar Sevilla en unas condiciones inmejorables para los
usuarios de la bici. Durante el congreso contaremos con:

- Alojamiento a precios reducidos, desde 16 euros por persona y noche
(ver formulario de alojamiento adjunto) en la Residencia "La Cartuja", a
escasa distancia del centro de la ciudad  http://www.lacartuja.net/

- Actividades lúdicas nocturnas y diurnas, incluyendo descuentos
especiales en establecimientos "amigos de la bici"

- Visitas culturales, como la visita nocturan a los "Alcázares de
Sevilla" (sábado 30) o la vista a "Naturalia XXI"
http://www.naturaliaxxi.org/ y al "Jardín Americano" (lunes 1 de
Noviembre).

- Facilidades ciclistas, como una bici plegable a disposición de cada
participante durante toda la duración del Congreso.

Todo ello con el objetivo de fomentar la convivencia y el encuentro
entre los participantes, así como para propiciar un mejor conocimiento
de la experiencia de Sevilla entre todos los/las asistentes.

Os animamos a que visiteis la web del congreso

www.contramano.org/congreso