WOW... estou sem palavras!
Life Cycles OFFICIAL Trailer from Life Cycles on Vimeo.
The "official" Life Cycles teaser starring... Graham Agassiz, Mike Hopkins, Matt Hunter, Cam McCaul, Riley McIntosh, Evan Schwartz, Brandon Semenuk and Thomas Vanderham.
Saibam mais sobre o filme (e a catrefada de prémios que já ganhou) em http://www.lifecyclesfilm.com
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Life Cycles
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Prender a bicicleta (II)
Há uns tempos, publiquei um artigo sobre como prender a bicicleta. Agora, ficam aqui dois videos vindos de terras britânicas. São ambos da London Cycling Campaign, e embora haja muitos mais videos sobre este tema, espalhado pela internet, estes parecem-me dos mais assertivos.
Este primeiro, é mais objectivo, e ensina como prender a bicicleta:
Este por seu lado, avalia uma série de bicicletas estacionadas, e aponta quais os problemas das soluções utilizadas:
Este primeiro, é mais objectivo, e ensina como prender a bicicleta:
Este por seu lado, avalia uma série de bicicletas estacionadas, e aponta quais os problemas das soluções utilizadas:
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Roda 20" não é (só) para crianças!
O início deste filme, dispensa os habituais "disclaimers", onde se adverte que não deve tentar repetir as proezas visualizadas, etc... O resto... bem o resto é o Sean Burns a mostrar o que fazer com roda 20": BMX com muita adrenalina!
Sean Burns in "Off The Map 2" from Matt Busby on Vimeo.
via Lx Suicide City
Sean Burns in "Off The Map 2" from Matt Busby on Vimeo.
via Lx Suicide City
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
MALU DE BICICLETA
Um filme brasileiro tem a bicicleta na origem da narrativa. Trata-se de "Malu de Bicicleta" que estreia no Brasil. Ficamos esperando que também seja exibido entre nós.
Relato da notícia da "Reuters Brasil":
Malu anda de bicicleta pela orla do Rio de Janeiro e atropela o empresário paulista Luiz Mario. Ou seria o contrário? Luiz Mario atropela Malu e sua bicicleta. Ela cai de amores por ele - ou talvez, seja ele quem fica apaixonado por ela. Ela é toda dona de si. Ele, inseguro e paranóico, vê traições onde talvez não haja. É num terreno movediço como esse, o do amor, que transitam os personagens da comédia romântica brasileira "Malu de Bicicleta".
Baseado no romance homônimo de Marcelo Rubens Paiva ("Feliz Ano Velho"), "Malu de Bicicleta" fala do amor de uma forma honesta e delicada, seguindo o processo de transformação de um homem quando encontra a mulher da sua vida. Marcelo Serrado é Luiz Mario, empresário paulista cuja vida muda radicalmente com a chegada de Malu (Fernanda de Freitas).
Ela é uma típica carioca, alegre, leve, sempre bronzeada, não gosta de amarras. O namoro dos dois pode ser visto como um diálogo entre São Paulo e Rio, uma busca de compreensão, entendimento e troca daquilo que cada um tem de melhor. Mas "Malu de Bicicleta" não é apenas isso.
Dirigido por Flávio Ramos Tambellini (de "Bufo & Spallanzani"), o longa dialoga com Domingos de Oliveira, Woody Allen e François Truffaut, ao abordar o amor de forma delicada e sutil, colocando seus personagens em situações amorosas que nada têm de hollywoodianas, mas, sim, muito próximas do lado de cá da tela.
O roteiro, assinado pelo próprio Paiva, tira tudo que há de acessório no livro e concentra-se no romance de Malu e Luiz Mario. Uma história que podia caminhar bem não fosse a paranoia dele, que começa com uma misteriosa carta de amor e ecoa o protagonista de "Dom Casmurro", de Machado de Assis, e sua dúvida cruel de ter sido ou não traído. Esse é um dos indícios da mudança que a namorada produz nele. O protagonista, aos poucos, vai perdendo seu ar de machão inatingível e ganha sensibilidade e delicadeza vindas do romance com Malu.
Fernanda e Serrado foram merecidamente premiados no Festival de Paulínia, em julho passado. Ela é a grande descoberta do filme: uma atriz com timing para a comédia e a sutileza para transitar entre o drama e o romance. Isso muito deve-se à competência de Tambellini (também premiado no Festival), que dispensa enquadramentos estranhos ou movimentos de câmera desnecessários. Ele sabe que o forte de seu filme são os personagens, por isso, deixa que eles falem por si mesmos.
É essa decisão inteligente do diretor, aliada ao talento do elenco, que traz um frescor bem-vindo a "Malu de Bicicleta" - um filme que pode não reinventar a roda, mas, nem por isso, faz pouco da inteligência alheia, algo raro nos dias de hoje.
(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)
Relato da notícia da "Reuters Brasil":
Malu anda de bicicleta pela orla do Rio de Janeiro e atropela o empresário paulista Luiz Mario. Ou seria o contrário? Luiz Mario atropela Malu e sua bicicleta. Ela cai de amores por ele - ou talvez, seja ele quem fica apaixonado por ela. Ela é toda dona de si. Ele, inseguro e paranóico, vê traições onde talvez não haja. É num terreno movediço como esse, o do amor, que transitam os personagens da comédia romântica brasileira "Malu de Bicicleta".
Baseado no romance homônimo de Marcelo Rubens Paiva ("Feliz Ano Velho"), "Malu de Bicicleta" fala do amor de uma forma honesta e delicada, seguindo o processo de transformação de um homem quando encontra a mulher da sua vida. Marcelo Serrado é Luiz Mario, empresário paulista cuja vida muda radicalmente com a chegada de Malu (Fernanda de Freitas).
Ela é uma típica carioca, alegre, leve, sempre bronzeada, não gosta de amarras. O namoro dos dois pode ser visto como um diálogo entre São Paulo e Rio, uma busca de compreensão, entendimento e troca daquilo que cada um tem de melhor. Mas "Malu de Bicicleta" não é apenas isso.
Dirigido por Flávio Ramos Tambellini (de "Bufo & Spallanzani"), o longa dialoga com Domingos de Oliveira, Woody Allen e François Truffaut, ao abordar o amor de forma delicada e sutil, colocando seus personagens em situações amorosas que nada têm de hollywoodianas, mas, sim, muito próximas do lado de cá da tela.
O roteiro, assinado pelo próprio Paiva, tira tudo que há de acessório no livro e concentra-se no romance de Malu e Luiz Mario. Uma história que podia caminhar bem não fosse a paranoia dele, que começa com uma misteriosa carta de amor e ecoa o protagonista de "Dom Casmurro", de Machado de Assis, e sua dúvida cruel de ter sido ou não traído. Esse é um dos indícios da mudança que a namorada produz nele. O protagonista, aos poucos, vai perdendo seu ar de machão inatingível e ganha sensibilidade e delicadeza vindas do romance com Malu.
Fernanda e Serrado foram merecidamente premiados no Festival de Paulínia, em julho passado. Ela é a grande descoberta do filme: uma atriz com timing para a comédia e a sutileza para transitar entre o drama e o romance. Isso muito deve-se à competência de Tambellini (também premiado no Festival), que dispensa enquadramentos estranhos ou movimentos de câmera desnecessários. Ele sabe que o forte de seu filme são os personagens, por isso, deixa que eles falem por si mesmos.
É essa decisão inteligente do diretor, aliada ao talento do elenco, que traz um frescor bem-vindo a "Malu de Bicicleta" - um filme que pode não reinventar a roda, mas, nem por isso, faz pouco da inteligência alheia, algo raro nos dias de hoje.
(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Charlando en Sevilla
Esta fue la mia ponencia en el 8º Congreso Iberico de la Bicicleta, que ocurrio en Octobre 2010, en Sevilla.
La FPCUB y los 16 años del Congreso Ibérico, "La Bicicleta y la Ciudad". from Chema Lahidalga on Vimeo.
El linl para el conjunto de videos de las ponencias del Congresso se pude encontrar aqui.
La FPCUB y los 16 años del Congreso Ibérico, "La Bicicleta y la Ciudad". from Chema Lahidalga on Vimeo.
El linl para el conjunto de videos de las ponencias del Congresso se pude encontrar aqui.
Luzes e reflectores
Para quem se faz deslocar à noite, é imprescindível que a bicicleta esteja equipada com luzes e reflectores.

(foto Ecovelo)
O que diz a legislação sobre luzes nos velocípedes (retirado de "O CÓDIGO DA ESTRADA E OS VELOCÍPEDES - Perguntas Frequentes, da Cenas a Pedal):
O Artigo 93 refere que sempre que, nos termos do Artigo 61, seja obrigatório o uso de dispositivos de iluminação, os velocípedes só podem circular na via pública utilizando os dispositivos fixados em regulamento. Assim, é obrigatória a utilização de tais dispositivos «desde o anoitecer ao amanhecer e, ainda, durante o dia sempre que existam condições meteorológicas ou ambientais que tornem a visibilidade insuficiente, nomeadamente em caso de nevoeiro, chuva intensa, queda de neve, nuvens de fumo ou pó».
A bicicleta tem que estar equipada com:
● 1 luz branca de presença, colocada na zona frontal e central da bicicleta, a uma altura do solo entre 350 e 1500 mm, e orientada para a frente. Deve ter um feixe luminoso contínuo tal que a luz seja visível de noite e por tempo claro a uma distância mínima de 100 m;
● 1 luz vermelha de presença, colocada à retaguarda e no centro da bicicleta, a uma altura do solo entre 350 e 1200 mm, e orientada para trás. Deve ter um feixe luminoso contínuo ou intermitente tal que a luz seja visível de noite e por tempo claro a uma distância mínima de 100 m;
● 1 reflector branco à frente e ao centro da bicicleta, a uma altura do solo entre 350 e 1500 mm, e orientado para a frente;
● 1 reflector vermelho atrás e ao centro da bicicleta, a uma altura do solo entre 350 e 1200 mm, e orientado para trás;
É autorizada a instalação de um reflector adicional complementar ao último, colocado do lado esquerdo, delimitando a largura máxima do veículo.
● reflectores nas rodas, orientados para fora. Duas alternativas:
a)circulares ou segmento de coroa circular:
-mínimo de 2 por cada roda
-cor âmbar
-colocados na jante simetricamente em relação ao eixo da roda
b)cabo reflector em circunferência completa
-mínimo de 1 por cada roda
-cor âmbar ou branca
-colocado entre os raios da jante, circunferencialmente, com o maior diâmetro possível
A Portaria n.º 311B/2005 de 24 de Março veio regulamentar os dispositivos de iluminação que os velocípedes devem apresentar para poderem circular na via pública durante a noite e em condições de fraca visibilidade, conforme previsto no Artigo 93 do Código da Estrada.
Também em caso de avaria das luzes os velocípedes devem ser conduzidos à mão.
MAS atenção - não caiam na tentação de usar luzes e equipamento reflector em excesso. Mesmo o uso de coletes reflectores, poderá ser discutível. Isto parece um pouco contraproducente, mas não é. Claro que quando vão bem iluminados, vão em segurança. Quando vão iluminados demais, embora possam ir na mesma em segurança, podem colocar outros utentes em perigo, que vão "apenas" iluminados. Exemplo:
Vai um ciclista na rua, com muitas luzes, com colete reflector e mais uma quantidade de equipamento reflector, e um outro ciclista, apenas com luzes e reflectores normais, vem com mais velocidade, e inicia uma ultrapassagem. Se vier um condutor num automóvel, para ultrapassar os dois, terá a sua atenção centrada apenas no ciclista excessivamente iluminado, podendo eventualmente embater no ciclista com iluminação normal.Ok, podem responder "ah e tal, se todos tiverem muito bem iluminados não há problema". Para além da lei só obrigar a iluminação normal, há outra situação:
O mesmo ciclista, excessivamente iluminado, ao chegar a uma passadeira, pára para dar passagem a um peão. Um automóvel ao se aproximar da passadeira, irá ter a sua atenção centrada no ciclista excessivamente iluminado, não se apercebendo da presença do peão.Fica também uma chamada de atenção para a não utilização de luzes à frente, que não sejam indicadas para o uso na estrada. Estou a falar de lanternas e outros faróis, em geral indicados para a prática de BTT, mas que podem provocar encandeamento dos outros utentes da estrada. Mesmo alguns que podem não parecer muito potentes, têm no entanto um ponto de luz muito concentrado e intenso.

Este é o farol que utilizo à frente - B&M Cyo R (fotos Ecovelo)
E à retaguarda este - B&M Toplight Line Plus
Do mesmo modo, muitos resolvem prescindir de reflectores, pois já utilizam luzes - este é um erro comum, mas deve ser evitado, pois muitas das luzes perdem a sua notoriedade com a iluminação dos faróis dos automóveis - é nesta situação que os reflectores têm o seu papel principal. (Muitas das luzes existentes no mercado, já integram reflectores, cumprindo os requisitos mínimos obrigatórios - as luzes que utilizo, como podem ver pelas fotos, são dois exemplos destes)
Também apenas o recurso a reflectores não é suficiente - há alturas em que os mesmos são ineficazes.
Assim, o conselho que dou é para que utilizem as luzes e reflectores, à frente e à rectaguarda, tal como a lei o exige. Mais do que isso, poderá ser contraproducente. Menos também.
(foto Ecovelo)
Quero terminar, ressalvando que estes conselhos são especialmente orientados para uma utilização em ambiente urbano.
Já numa estrada nacional, sem qualquer iluminação e onde os automóveis circulam a velocidades mais elevadas, o recurso a reflectores de maiores dimensões poderá ser aconselhável - acima de tudo, o bom senso deve prevalecer, tendo em conta as questões levantadas.

Do mesmo modo, muitos resolvem prescindir de reflectores, pois já utilizam luzes - este é um erro comum, mas deve ser evitado, pois muitas das luzes perdem a sua notoriedade com a iluminação dos faróis dos automóveis - é nesta situação que os reflectores têm o seu papel principal. (Muitas das luzes existentes no mercado, já integram reflectores, cumprindo os requisitos mínimos obrigatórios - as luzes que utilizo, como podem ver pelas fotos, são dois exemplos destes)
Também apenas o recurso a reflectores não é suficiente - há alturas em que os mesmos são ineficazes.
Assim, o conselho que dou é para que utilizem as luzes e reflectores, à frente e à rectaguarda, tal como a lei o exige. Mais do que isso, poderá ser contraproducente. Menos também.
(foto Ecovelo)
Quero terminar, ressalvando que estes conselhos são especialmente orientados para uma utilização em ambiente urbano.
Já numa estrada nacional, sem qualquer iluminação e onde os automóveis circulam a velocidades mais elevadas, o recurso a reflectores de maiores dimensões poderá ser aconselhável - acima de tudo, o bom senso deve prevalecer, tendo em conta as questões levantadas.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Re-commuting
Esta semana recomecei as ligações pendulares de bicicleta casa-trabalho.
As mesmas tinham sido interrompidas no final de Novembro em virtude, em primeiro lugar, de uma queda idiota em plena ciclovia da cidade universitária. Esta perda de equilíbrio, se bem que sem ser muito grave, lesionou-me o pulso direito alem, de modo inopinado, ter resultado numa cabeçada forte no asfalto, anulada, felizmente pelo capacete que levava colocado (sorry MB, a experiência prova-me que o dito tem utilidade mesmo nas situações mais banais). Nem em BTT tinha tido um contacto tão assertivo da "central de comando" com o solo. Não mudei de opinião relativamente há obrigatoriedade do artefacto (que não defendo) mas reforcei a convicção da importância do seu aconselhamento em todas as situações.
Depois vieram as chuvas e as festas e, só agora, a inercia me permitiu retomar. Incrível como a forma se vai tão depressa, embora as quatro classes de spinning e as duas incursões BTT tenham permitido manter algum ritmo.
Espero em breve voltar á rotina habitual.
PS: A paragem fez-me amadurecer. Deixei de refilar com os peões que invadem as ciclovias. Afinal de contas eles não são culpados de lhe terem invadido o passeio...
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Amola Tesouras
Há muito tempo que não via um por estas paragens... No início do ano, estava em casa quando ouvi a música, inconfundível, a anunciar a sua passagem.

Uma profissão muito antiga em risco de desaparecer:
sábado, 1 de janeiro de 2011
Ciclismo Indoor e Wikileaks
Aparente nada têm em comum estes dois temas.
Porém a realidade é que após os meus dois posts anteriores sobre spinning fiquei a descobrir que um conjunto significativo de amigos usa o ciclismo indoor para melhorar a sua condição física.
Tal como eu costumo dizer: "anda por aí muito treino secreto"...
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Ainda o spinning...
Ontem tive cerca de duas horas a ritmo infernal...
Até tive saudades de "coisas simples" como subir ao "delta" Monge na serra de Sintra.
De manhã dei por mim a reflectir sobre os prós e contras da alternativa modalidade e que, como em tudo na vida, existem vantagens e desvantagens.
A ver...
O facto de ser uma aula colectiva é, quanto a mim, o maior activo. Não me estava a ver, a rolar em casa frente à TV, a sprintar durante 15 minutos, com um set de maluquinhos a pedir aumentos de resistência. Este efeito de grupoterapia leva-nos até onde, normalmente, não iríamos. E este é um factor determinante que não deve ser descurado.
Por outro lado, o efeito de concentração e de intensidade, faz com que uma hora de treino seja o equivalente a pedalar o triplo por aí.
Sem embargo nada substitui a sensação do vento na cara nem o suceder de paisagens e a ultrapassagem de portos de montanha e de localidades.
De igual modo a artificialidade das simulações, se bem que, do ponto de vista teórico, estejam bem esgalhadas não nos fazem esquecer o real. Por exemplo, a simulação da montanha, efectuada a partir de um aumento da resistência da rotação do volante de inércia, se bem que se assemelhe à montanha, padece de um problema: basta ter força nas pernas para vencer a dificuldade coisa que, na vida real, não é bem assim.
Ou seja, o factor peso-potência aqui não conta, mas antes o factor potência tout-court. Ou seja, o cavalão clássico que, a sprintar, consegue arrasar quarteirões mas que, a subir, tem de arrastar o lastro até lá acima e que tem muitas dificuldades para vencer um porto de montanha, aqui, em cima da máquina simulada consegue arrastar o volante de inércia com uma facilidade estonteante.
Ainda assim, o spinning é uma excelente alternativa de treino sobretudo quando o mau tempo não convida a treinos convencionais.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Quando tempo não colabora...
... e necessitas manter a forma inscreves-te uns dias num ginásio e recorres ao spinning .
É diferente de estares em casa, nos rolos, frente à TV e enjoado.
Era cé(p)tico, experimentei e gostei. Em uma hora muitas calorias vão à vida e percorres todos os patamares cardíacos!
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Ladri Di Biciclette
Ladri di Biciclette, em português, Ladrões de Bicicletas, é um estupendo filme italiano, realizado por Vittorio de Sica em 1948 e cuja acção se passa na Itália do pós-guerra e é apontado como um dos mais ilustres representantes do neo-realismo italiano.
Numa Italia ainda depauperada pela segunda guerra mundial, o protagonista, Antonio Ricci, empenha-se para poder comprar uma bicicleta e, assim, obter um trabalho como colocador de cartazes. O drama desenrola-se a partir do momento em que a bicicleta lhe é roubada e a demanda para a sua recuperação por toda a cidade de Roma.
Let's look at the trailer!
Numa Italia ainda depauperada pela segunda guerra mundial, o protagonista, Antonio Ricci, empenha-se para poder comprar uma bicicleta e, assim, obter um trabalho como colocador de cartazes. O drama desenrola-se a partir do momento em que a bicicleta lhe é roubada e a demanda para a sua recuperação por toda a cidade de Roma.
Let's look at the trailer!
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Steve Peat e os amigos
Quando vemos imagens de um atleta de downhill, com manobras fantásticas, não podemos deixar de ficar maravilhados com as acrobacias que vemos. Então e se em vez de um, forem dois? E três? Quatro? Cinco de seguida, fazendo um Downhill Flow... fenomenal!
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Fixie Paris
Apesar de ser um video comercial nem parece.
Ficam as lindas imagens de alguns lugares parisienses...
MISSION WORKSHOP IN PARIS from Bicycle Store on Vimeo.
Ficam as lindas imagens de alguns lugares parisienses...
MISSION WORKSHOP IN PARIS from Bicycle Store on Vimeo.
Há pedalada em Telheiras
- Um dos motivos apontados por muita gente para não andar de bicicleta, é o relevo da cidade. Ora Telheiras, é basicamente plana e podemos ir até Benfica, Avenidas Novas, Lumiar, etc, sempre por percursos planos.
- Muitos dizem que trabalham longe de casa. Telheiras é um local maioritariamente residencial, e a maioria dos seus habitantes, trabalha em Lisboa.
- Muitos dizem também, que o que faz falta são infra-estruturas para a bicicleta. Telheiras e Benfica estão ligadas ao centro de Lisboa por ciclovias (ok, podem não ser as melhores do mundo, mas existem, estão lá!)
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terça-feira, 16 de novembro de 2010
Ele está de volta
Danny MacAskill, considerado por muitos como um dos maiores "artistas" em duas rodas, lançou o seu último e muito esperado video. Way Back Home, que já andava a ser anunciado pelas "internets", chegou hoje. Mais uma vez, MacAskill mostra bem aquilo que sabe fazer:
Para quem tem estado debaixo de uma pedra qualquer, e nunca viu o Danny MacAskill, aqui fica o outro video dele que já foi visto vários milhões de vezes no último ano:
Para quem tem estado debaixo de uma pedra qualquer, e nunca viu o Danny MacAskill, aqui fica o outro video dele que já foi visto vários milhões de vezes no último ano:
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010
As Linhas de Torres revisitadas - Segunda Linha, Troço Forte da Casa - Montachique
Hoje assinala-se o duplo centenário da retirada francesa, junto às Linhas Defensivas de Torres Vedras, na terceira invasão comandada por André Masséna.
Já em ocasiões anteriores vos reportei, aqui, o reconhecimento efectuado das linhas de Torres para BTT. Foi ocasião, no sábado passado, de tornar a revisitar esses locais mágicos.
Assim, em conjunto com o Jorge Cláudio, percorri de novo o troço entre o Forte da Casa (Alverca) e o Cabeço de Montachique. Optámos por um traçado diferente e, em lugar da demolidora subida junto à CREL, subimos pela "antiga descida final" até aos bem conservados fortes da Serra da Aguieira (obras 40, 41 e 42) o que permitiu, no final, descer directamente da Mata do Paraíso até Vialonga.
Este troço é, provavelmente, o mais duro de todos pois nunca se consegue pedalar sem subir ou descer. Os números finais são eloquentes: 2300 metros de acumulado para 60 kms. de distância conseguidos à custa de um empenho demolidor.
Para um relato mais pormenorizado leia-se a descrição de 2006.
A grande surpresa foi a recuperação da emblemática obra n.º 38, Forte da Casa (nem pleno centro da freguesia do mesmo nome) e o seu recém-inaugurado "Centro Interpretativo". Afinal ainda se respeita a História em Portugal - só me posso congratular com esse facto. Veja-se este video referente à cerimónia.
Nos próximos fins-de-semana seguir-se-ão os restantes 4 troços que compõem o conjunto das duas linhas.
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Monday
Porque hoje é segunda feira, e o título do video é "Monday", vejam Mike Bentham, não só a fazer o que sabe fazer melhor (Trial), mas também a rasgar pelos trilhos em BTT ou simplesmente a passear descontraído e sem stress, pelas ruas do seu bairro. Imagens muito boas, numa montagem que nos dá vontade de pengar na "ginga" e sair porta fora!
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Prender a bicicleta
Quando chega a altura de estacionar a nossa bicicleta, nada como fazê-lo em segurança. Para isso convém termos um bom cadeado, e saber utilizá-lo devidamente. Só recomendo duas soluções: ou um cadeado do tipo "U" ou uma corrente com elos grossos. Esqueçam daqueles cabos revestidos ou correntes fininhas - qualquer amigo do alheio, com recurso a uma pequena ferramenta (que facilmente se esconde debaixo da roupa ou numa mochila), consegue levar a vossa bicicleta em apenas alguns segundos.
Entre um cadeado do tipo "U" e uma corrente, já será uma escolha pessoal - cada um com as suas vantagens e desvantagens: o de tipo "U" é mais compacto e leve, mas não permite fixar a todo o lado; a corrente já permite mais flexibilidade, mas em geral é mais pesada. Mas quando chegar a hora de comprar um cadeado, não queiram poupar demais, pois a vossa bicicleta vale muito mais dinheiro do que um bom cadeado.
E que modelo comprar... bem a oferta é grande, mas aqui fica um teste a uns tantos. E outro. E mais outro. (já agora, eu utilizo um Kriptonite Evolution Mini - muito bom, e relativamente leve - no entanto é pequeno demais para fixar a muitos locais).
Chega então a parte de como prender a bicicleta com o cadeado. Para quem tenha a roda da frente facilmente amovível (com aperto rápido) esta é a melhor solução:
imagem: Missing Link Bicycle Cooperative - podem seguir este link para mais informação e imagens de como prender a bicicleta.
Se a roda da frente não tiver aperto rápido, há várias soluções. Em geral, com porcas normais, a roda da frente não corre tanto risco de ser roubada, mas ainda assim pode suceder. Optar por porcas de segurança, é um passo que pode melhorar, mas não é infalível. Outra solução passa por ter um 2º cadeado, ou caso se tenha uma corrente com comprimento suficiente, utilizar a mesma para fixar ambas as rodas e o quadro. No entanto, uma corrente com elos suficientemente resistentes (que não sejam cortados com um pequeno ou médio alicate de corte ) e com comprimento suficiente para isto, irá ser certamente muito pesada e volumosa.
O mesmo se aplica ao selim - aconselho que troquem o aperto rápido, por uma porca convencional, sextavada ou melhor, de segurança.
Por fim, tentem estacionar a bicicleta sempre numa zona vigiada e bem iluminada. Se estacionam todos os dias no mesmo local, durante muito tempo, isto é fundamental - se conseguirem, tentem arranjar uma alternativa que vos garanta ainda mais segurança do que deixar a bicicleta na rua.
Quanto ao tipo de mobiliário urbano para prendermos a bicicleta, embora haja poucos, já se vão vendo aqui e ali. Evitem utilizar aqueles que apenas permitem encaixar a roda da frente (conhecidos como "wheel benders"). Não só provocam o empeno da roda, como só permitem prender a roda da frente. Nestes casos, prefiro fixar a um poste ou algo semelhante. (Em centros comerciais, é frequente instalarem este tipo de suportes - reclamem e exijam melhores condições para estacionar)
Idealmente, o suporte deve permitir não só fixar a bicicleta em dois pontos, como conferir à mesma, apoio ao nível do quadro. O exemplo mais comum e eficiente, é o suporte do tipo "Sheffield":
Entre um cadeado do tipo "U" e uma corrente, já será uma escolha pessoal - cada um com as suas vantagens e desvantagens: o de tipo "U" é mais compacto e leve, mas não permite fixar a todo o lado; a corrente já permite mais flexibilidade, mas em geral é mais pesada. Mas quando chegar a hora de comprar um cadeado, não queiram poupar demais, pois a vossa bicicleta vale muito mais dinheiro do que um bom cadeado.
E que modelo comprar... bem a oferta é grande, mas aqui fica um teste a uns tantos. E outro. E mais outro. (já agora, eu utilizo um Kriptonite Evolution Mini - muito bom, e relativamente leve - no entanto é pequeno demais para fixar a muitos locais).
Chega então a parte de como prender a bicicleta com o cadeado. Para quem tenha a roda da frente facilmente amovível (com aperto rápido) esta é a melhor solução:
imagem: Missing Link Bicycle Cooperative - podem seguir este link para mais informação e imagens de como prender a bicicleta.
Se a roda da frente não tiver aperto rápido, há várias soluções. Em geral, com porcas normais, a roda da frente não corre tanto risco de ser roubada, mas ainda assim pode suceder. Optar por porcas de segurança, é um passo que pode melhorar, mas não é infalível. Outra solução passa por ter um 2º cadeado, ou caso se tenha uma corrente com comprimento suficiente, utilizar a mesma para fixar ambas as rodas e o quadro. No entanto, uma corrente com elos suficientemente resistentes (que não sejam cortados com um pequeno ou médio alicate de corte ) e com comprimento suficiente para isto, irá ser certamente muito pesada e volumosa.
O mesmo se aplica ao selim - aconselho que troquem o aperto rápido, por uma porca convencional, sextavada ou melhor, de segurança.
Por fim, tentem estacionar a bicicleta sempre numa zona vigiada e bem iluminada. Se estacionam todos os dias no mesmo local, durante muito tempo, isto é fundamental - se conseguirem, tentem arranjar uma alternativa que vos garanta ainda mais segurança do que deixar a bicicleta na rua.
Quanto ao tipo de mobiliário urbano para prendermos a bicicleta, embora haja poucos, já se vão vendo aqui e ali. Evitem utilizar aqueles que apenas permitem encaixar a roda da frente (conhecidos como "wheel benders"). Não só provocam o empeno da roda, como só permitem prender a roda da frente. Nestes casos, prefiro fixar a um poste ou algo semelhante. (Em centros comerciais, é frequente instalarem este tipo de suportes - reclamem e exijam melhores condições para estacionar)
Idealmente, o suporte deve permitir não só fixar a bicicleta em dois pontos, como conferir à mesma, apoio ao nível do quadro. O exemplo mais comum e eficiente, é o suporte do tipo "Sheffield":
Uma outra solução muito inteligente, desenvolvida pela empresa Cyclehoop:
Outras soluções mais criativas, pela mão de David Byrne:
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Cateye Commuter Wireless
A pouco e pouco um novo nicho de mercado ciclístico impõe-se paralelamente aos do BTT e da Estrada: o bike commuting.
Reparem neste novo gadget da Cateye, que assegura "gives all the commuting feedback you could want".
Para além de um display maior, inclui um termómetro, um tempo de chegada previsto tendo em conta a média presente, um modo de iluminação nocturna e ainda um comparativo de "record" de distância relativamente ao dia, semana ou mês anterior.
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