O fim de semana foi pródigo em eventos ciclísticos.
Houve um pouco de tudo e até foi contraditório no traje. Tivemos um para os "despidos" e outro para os "bem vestidos.
Apesar de muito pouco badalado houve o passeio dos "bem vestidos" denominado Lisbon Cycle Chic que, no sábado passado passou estilo pelas avenidas novas de Lisboa.
Naturalmente que por lá andei como a foto (*) bem o testemunha.
Para quem não sabe, o conceito Cycle Chic é a junção cultura da bicicleta e da roupa da moda, numa abordagem de "mobilidade sustentável com estilo."
Está associado com o ciclismo urbano praticado em cidades como Amesterdão, Basileia, Berlim, Berna, Copenhague, Barcelona, Valencia e outros onde as pessoas têm um nível elevado de uso da bicicleta. Em muitas cidades europeias e cidades na China e no Japão, a bicicleta é uma opção para ir trabalhar, e muitos ciclistas optam por usar sua roupa normal, em lugar de equipamentos de desporto.
O movimento Cycle Chic é uma tendência crescente nas cidades que estão investindo em infra-estrutura para bicicletas e instalações. Com a popularidade gradual da bicicleta pública como a Vélib em Paris ou a Barcelona Bicing, os cidadãos descobriram a facilidade com que podem viajar em torno de sua cidade ou município, incluindo passeios em sua roupa normal.
(Tradução dos três últimos parágrafos deste post a partir do texto espanhol do Wikipedia)
(*) Photo by António Baganha
segunda-feira, 27 de junho de 2011
PASSEIO "LISBON CYCLE CHIC"
FÁTIMA 2011 - A TRAVESSIA MAIS TÓRRIDA DE SEMPRE
Lisboa - Fátima
165 kms. em BTT
Domingo, 26 de Junho de 2011
Dia de São Paio (mártir)
No último par de anos tinha-se adoptado a fórmula resumida do caminho, isto é, tomar o comboio até Azambuja e daí ligar ao santuário. Como todas as opções de vida tal decisão tinha vantagens e desvantagens. Se, por um lado, permitia uma quilometragem mais civilizada, perto dos 100 kms. e evitar as partes menos interessantes da travessia, por outro, permitia tornar mais simples aquilo que deve, por definição, ser complicado ou seja, uma peregrinação (mesmo que de um só dia) não pode ser um mero "passeio de amigos", deve ser algo difícil e marcante cuja superação confira uma sensação de conquista que permita, desse modo, uma efectiva transcendência espiritual.
Pois foi essa mesma sensação que ontem, após 165 kms. desde a porta de casa até ao santuário, presenciei. O significado de contemplar a capelinha das aparições, pelas 20:00, assumiu um significado mítico provavelmente como nunca antes vivenciara apesar das oito vezes anteriores.
E se a jornada foi dura!
Por consenso com o JC optámos então pela "versão integral". A saída deu-se pelas 07:00 de Lisboa já com uma temperatura de 24º como que a apontar os valores em que o mercúrio se haveria de posicionar ao longo do dia. De facto o calor foi absolutamente infernal e constituiu um teste adicional para além daquele que a quilometragem deixava já adivinhar.
Os passos foram os habituais: a ligação ao Parque das Nações, o troço do Trancão, o esteiro de Alverca, a passagem pela EN 10 (reduzida até Alhandra em virtude da passagem pelo magnífico passeio ribeirinho) e a primeira paragem aos 55 kms. na Vala do Carregado com um calor de meter respeito superando já os 30º. Foi tempo de restaurar algumas energias e de conversar com um duo de peregrinos pedestres que iam a caminho de Santiago. De resto avistaram-se um número significativo de peregrinos, sinal que o Caminho de Fátima está a cumprir o seu objectivo.
Chagados a Azambuja deu para verificar a grande diferença entre começar naquele local ou, como ontem, aí aportar após 65 kms. É que, apesar de ser plana, esta distância já consegue produzir alguns desgaste a que se somará a centena que ainda resta por diante com o calor a apertar e a altimetria a complicar muito após Santarém. Rapidamente seguimos até à Valada não sem antes sermos testemunhas das consequências de um acidente aéreo, ou seja, da queda de um ultra-leve na sequência da paragem do motor em pleno esteiro.
Na Valada, já com uma canícula infernal, uma nova pausa e lá seguimos em direção a Santarém (ou melhor, Ribeira de Santarém, já que a subida à cidade para tornar a descer é despiciente) onde efectuámos nova paragem para restaurar as energias. A partir daqui começam, verdadeiramente, as dificuldades: Azóia de Baixo, a terrível subida para Vale de Flores com um calor infernal a superar os 40º (ao contrário do que o nome indica este "vale" fica "lá em cima"). Aí deu para verificar que o JC estava a sofrer bastante com o calor e o próximo grande teste (a subida após Milhariça) fez com que a sua resiliência terminasse. Esta é uma subida curta mas insana por um piso miserável que nos conduz a um topo onde se perfilam três moinhos e onde, ontem, o termómetro acusava 43º!
Próxima paragem em Olhos d'Água, ontem repleta de cidadãos deste país mas onde, ainda assim, deu para mergulhar nas suas águas frias e seguir a solo. Efetivamente o JC resolveu, de modo racional, terminar aqui a sua participação e ficar a saborear aquele local paradisíaco enquanto prossigo para as grandes altimetrias (mais tarde iria resgatá-lo de automóvel). O calor era de tal modo intenso que, da nascente do Alviela, até ao final da subida no parque de merendas, nos alto dos 420 metros da Costa de Minde, consumi por inteiro o litro e meio de água fresca que levava às costas.
A descida em asfalto até Minde é um clássico onde há duas ocasiões de bater os 65 kms./h e de testar os travões. Nesta localidade após descer 200 metros em altitude reponho a reserva de água, abordo a subida final pelo Covão do Coelho, penosamente, já que o piso não permite grandes aventuras e chego, alguns quilómetros volvidos, aos 460 metros junto às eólicas.
Chegado a esse ponto percorro o planalto de São Mamede e, a perspectiva do final, faz com que a velocidade seja elevada potenciada pela leve descendência do terreno e, num ápice, encontro-me no santuário.
Esta incursão teve todos os ingredientes para ficar na memória: quilometragem e dureza extremas (potenciada pelo calor tórrido). O facto de a ter levado de vencida sem ficar de rastos, para mais saindo de casa a pedalar e, 165 km. volvidos, estar frente à capelinha conferiram uma sensação única e inolvidável e que faz com que, ano após ano, esta seja uma incursão obrigatória. Sobretudo se tivermos em conta que, há menos de um mês, a minha forma era miserável e que foi feito um trabalho de recuperação que produziu os seus frutos embora aliado a uma gestão muito cuidada da dificuldade que tinha por diante: quilómetros, calor intenso, altimetria fortíssima acumulada a partir da segunda metade, etc.
Em 2012 haverá mais. Se Deus quiser, obviamente.
165 kms. em BTT
Domingo, 26 de Junho de 2011
Dia de São Paio (mártir)
No último par de anos tinha-se adoptado a fórmula resumida do caminho, isto é, tomar o comboio até Azambuja e daí ligar ao santuário. Como todas as opções de vida tal decisão tinha vantagens e desvantagens. Se, por um lado, permitia uma quilometragem mais civilizada, perto dos 100 kms. e evitar as partes menos interessantes da travessia, por outro, permitia tornar mais simples aquilo que deve, por definição, ser complicado ou seja, uma peregrinação (mesmo que de um só dia) não pode ser um mero "passeio de amigos", deve ser algo difícil e marcante cuja superação confira uma sensação de conquista que permita, desse modo, uma efectiva transcendência espiritual.
Pois foi essa mesma sensação que ontem, após 165 kms. desde a porta de casa até ao santuário, presenciei. O significado de contemplar a capelinha das aparições, pelas 20:00, assumiu um significado mítico provavelmente como nunca antes vivenciara apesar das oito vezes anteriores.
E se a jornada foi dura!
Por consenso com o JC optámos então pela "versão integral". A saída deu-se pelas 07:00 de Lisboa já com uma temperatura de 24º como que a apontar os valores em que o mercúrio se haveria de posicionar ao longo do dia. De facto o calor foi absolutamente infernal e constituiu um teste adicional para além daquele que a quilometragem deixava já adivinhar.
Os passos foram os habituais: a ligação ao Parque das Nações, o troço do Trancão, o esteiro de Alverca, a passagem pela EN 10 (reduzida até Alhandra em virtude da passagem pelo magnífico passeio ribeirinho) e a primeira paragem aos 55 kms. na Vala do Carregado com um calor de meter respeito superando já os 30º. Foi tempo de restaurar algumas energias e de conversar com um duo de peregrinos pedestres que iam a caminho de Santiago. De resto avistaram-se um número significativo de peregrinos, sinal que o Caminho de Fátima está a cumprir o seu objectivo.
Chagados a Azambuja deu para verificar a grande diferença entre começar naquele local ou, como ontem, aí aportar após 65 kms. É que, apesar de ser plana, esta distância já consegue produzir alguns desgaste a que se somará a centena que ainda resta por diante com o calor a apertar e a altimetria a complicar muito após Santarém. Rapidamente seguimos até à Valada não sem antes sermos testemunhas das consequências de um acidente aéreo, ou seja, da queda de um ultra-leve na sequência da paragem do motor em pleno esteiro.
Na Valada, já com uma canícula infernal, uma nova pausa e lá seguimos em direção a Santarém (ou melhor, Ribeira de Santarém, já que a subida à cidade para tornar a descer é despiciente) onde efectuámos nova paragem para restaurar as energias. A partir daqui começam, verdadeiramente, as dificuldades: Azóia de Baixo, a terrível subida para Vale de Flores com um calor infernal a superar os 40º (ao contrário do que o nome indica este "vale" fica "lá em cima"). Aí deu para verificar que o JC estava a sofrer bastante com o calor e o próximo grande teste (a subida após Milhariça) fez com que a sua resiliência terminasse. Esta é uma subida curta mas insana por um piso miserável que nos conduz a um topo onde se perfilam três moinhos e onde, ontem, o termómetro acusava 43º!
Próxima paragem em Olhos d'Água, ontem repleta de cidadãos deste país mas onde, ainda assim, deu para mergulhar nas suas águas frias e seguir a solo. Efetivamente o JC resolveu, de modo racional, terminar aqui a sua participação e ficar a saborear aquele local paradisíaco enquanto prossigo para as grandes altimetrias (mais tarde iria resgatá-lo de automóvel). O calor era de tal modo intenso que, da nascente do Alviela, até ao final da subida no parque de merendas, nos alto dos 420 metros da Costa de Minde, consumi por inteiro o litro e meio de água fresca que levava às costas.
A descida em asfalto até Minde é um clássico onde há duas ocasiões de bater os 65 kms./h e de testar os travões. Nesta localidade após descer 200 metros em altitude reponho a reserva de água, abordo a subida final pelo Covão do Coelho, penosamente, já que o piso não permite grandes aventuras e chego, alguns quilómetros volvidos, aos 460 metros junto às eólicas.
Chegado a esse ponto percorro o planalto de São Mamede e, a perspectiva do final, faz com que a velocidade seja elevada potenciada pela leve descendência do terreno e, num ápice, encontro-me no santuário.
Esta incursão teve todos os ingredientes para ficar na memória: quilometragem e dureza extremas (potenciada pelo calor tórrido). O facto de a ter levado de vencida sem ficar de rastos, para mais saindo de casa a pedalar e, 165 km. volvidos, estar frente à capelinha conferiram uma sensação única e inolvidável e que faz com que, ano após ano, esta seja uma incursão obrigatória. Sobretudo se tivermos em conta que, há menos de um mês, a minha forma era miserável e que foi feito um trabalho de recuperação que produziu os seus frutos embora aliado a uma gestão muito cuidada da dificuldade que tinha por diante: quilómetros, calor intenso, altimetria fortíssima acumulada a partir da segunda metade, etc.
Em 2012 haverá mais. Se Deus quiser, obviamente.
sábado, 25 de junho de 2011
II PASSEIO LISBON CYCLE CHIC
Na véspera da incursão anual de BTT a Fátima alinhei no passeio em epigrafe.
Reparei que era dos poucos a rigor: levei o cruzador , vesti umas calças e uma camisa e, pasme-se, alinhei sem capacete.
Tratou-se de um passeio pela cidade embora debaixo de uma canícula infernal. Valeu pelo treino aeróbico e por um certo glamour que se sentia no ar.
PREPARANDO FÁTIMA - O REGRESSO DE UM CLÁSSICO
Quinta-feira, 23 de Junho de 2011, feriado de Corpus Christi
Albarraque - Sintra - Mafra - Albarraque
75 kms., 2100 metros altitude acumulada positiva
Em tempo de preparação para a ligação anual em BTT entre Lisboa e Fátima a o regresso de um clássico - nada mais nada menos do que o saudoso Sintra - Mafra, ligando o palácio ao convento com o regresso a efectuar-se por nascente.
Foi um misto de sensações: por um lado, voltar a pedalar em locais onde tal já não acontecia havia largos anos; por outro lado, um desagradável e constante vento norte forte em conjunto com a passagem em trilhos muito degradados obrigando a um desmontar constante a tornarem a incursão algo penosa.
Ainda assim um bom treino com uma altimetria forte a proporcionar um condicionamento físico adequado.
Destaque para a passagem em plena vila de Sintra, a descida a partir de Monserrate até à ribeira de Colares, a fonte de São Miguel de Odrinhas, a descida dos moinhos do Lima até ao Carvalhal (um clássico do DH) por uma trialeira medonha, e um trilho magnífico junto a um ribeiro entre a Igreja Nova e a Mata Pequena.
O moral para Fátima é, de tal modo, forte que era para começar na Azambuja mas a pedido de várias famílias voltaremos à incursão integral a partir de Lisboa com uma previsão quilométrica superior a 160 kms. a exigir uma gestão muito rigorosa do esforço seja em função da distância, do calor previsível, e do facto de as dificuldades altimétricas estarem reservadas para a segunda metade.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
CAMINHOS DA FÉ, CAMINHOS DAS GENTES!
Hugo Andrade, 33 anos, arquiteto, propõe a criação das Rotas Oficiais dos Caminhos de Fátima. Circuitos novos recheados de vantagens, desde uma maior segurança para os peregrinos até ao desenvolvimento do comércio e dos negócios locais.
Aqui está um video-clip que merece a pena ver com atenção.
O REGRESSO DAS GRANDES INCURSÕES
Domingo, 19 de Junho de 2011
Torres Novas, Ourém, Tomar, Torres Novas
95 kms., 2235 metros altitude acumulada positiva
photo by APRO
Com um estupendo dia de sol e com uma temperatura, por vezes, elevada. Resolvi, acompanhado do JC, repetir o memorável triângulo dos castelos ligando, em quase uma centena de quilómetros, Torres Novas, Ourém, Tomar e o respectivo regresso.
A coisa não correu lá muito bem, em termos técnicos, com o hardware do JC pois para além do travão dianteiro inoperacional ab intio mesmo no cabo da incursão a corrente partida fez com que a derradeira milha tivesse de ser completada aproveitando a gravidade e empurrando a bicicleta.
Ainda assim foi mais uma jornada inolvidável. Do alto da serra d'Aire (ou seja, no topo da foto que ilustra este post) um panorama soberbo. Um daqueles momentos incríveis num local mágico a que só os betetistas têm direito valorizados pelo intenso esforço despendido para alcançar uma vista prodigiosa, um silêncio absoluto e um ar purificado. É por estas e por outras que tenho pena dos sedentários.
Ainda em fase de recuperação de forma procurei subir em zonas aeróbicas e, no final, a satisfação de estar, de novo a conseguir pedalar perto de cem kms. sem um desgaste significativo e aproveitando plenamente a envolvente.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
CYCLE ADDICTION - A SIMPLE WAY TO FEEL ALIVE
Após dois meses sem pedalar e num estado de forma miserável não posso deixar de constatar que, após um par de incursões no passado fim-de-semana, o "vício" se reinstalou.
No próximo domingo está já planeada uma incursão épica em BTT no triângulo Torres Novas - Ourém - Tomar que aqui darei conta.
Afinal é destas coisas simples e autênticas que nasce a felicidade: amizade, bom tempo, natureza, património e forma física.
A mente sã em corpo são!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
ECOPISTA DO DÃO - 50 AGRADÁVEIS QUILÓMETROS
Foto by Tiago Freitas
A inauguração oficial está prevista para o início de Julho e conto percorre-la nessa ocasião.
Já antes tive ocasião de percorrer a primeira parte deste traçado que tinha aberto à circulação de pedestres e bicicletas com a extensão de cinco quilómetros entre Viseu e Figueiró.
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terça-feira, 14 de junho de 2011
Santo António de Pádua em Lisboa
Continuando com a recuperação da forma.
Nada melhor que aproveitar o sol do fim da tarde e o dia de Santo António e prestar uma homenagem à cidade que o viu nascer.
Uma volta completa que incluiu Monsanto descida a Algés, toda a zona ribeirinha até ao Caís do Sodré, subida ao Chiado, largo do Carmo, descida ao Rossio, Martim Moniz, subida da Mouraria até ao Castelo, descida pelo "miolo" de Alfama (mais típico não há), ligação pelo Porto até ao PArque das Nações e utilização da ciclovia pelos Olivais, avenida do Brasil, cidade e estádio universitários e regresso ao ALto dos Moinhos e ao aconchego do lar.
Mais de 40 kms. com um ritmo vivo a acusarem um desgaste calórico justificativo de um jantar.
Nada melhor que aproveitar o sol do fim da tarde e o dia de Santo António e prestar uma homenagem à cidade que o viu nascer.
Uma volta completa que incluiu Monsanto descida a Algés, toda a zona ribeirinha até ao Caís do Sodré, subida ao Chiado, largo do Carmo, descida ao Rossio, Martim Moniz, subida da Mouraria até ao Castelo, descida pelo "miolo" de Alfama (mais típico não há), ligação pelo Porto até ao PArque das Nações e utilização da ciclovia pelos Olivais, avenida do Brasil, cidade e estádio universitários e regresso ao ALto dos Moinhos e ao aconchego do lar.
Mais de 40 kms. com um ritmo vivo a acusarem um desgaste calórico justificativo de um jantar.
sábado, 11 de junho de 2011
A ÉPOCA RECOMEÇA TARDE
Retomei as lides após dois meses sem pedalar.
A constatação óbvia: a forma física é como a credibilidade, demora muito a alcançar mas perde-se num instante.
Ainda assim dei boa conta do recado, na companhia do Jorge Cláudio, foram 60 quilómetros entre a estação ferroviária de Meleças e Torres Vedras com praticamente 1.000 metros de acumulado.
O regresso de comboio interregional demorou apenas 45 minutos e a agradabilidade foi elevada.
Deitaram uma árvore abaixo para roubar bicicleta
Chopped down a ginkgo tree to steal a fucking department store bike chained with a thin cable lock. I have no words..
in JN
Pode ser o roubo mais idiota de sempre ou não mostrassem as imagens as manobras que cinco homens fizeram para roubar uma simples bicicleta. Multiplicaram-se em manobras, sem sequer ter passado pela cabeça de qualquer um deles simplesmente cortar a corrente que prendia a bicicleta a uma árvore. Veja as imagens.
As imagens foram captadas por uma câmara de segurança, numa rua de uma cidade dos Estados Unidos. Um grupo de cinco indivíduos desdobra-se em manobras para conseguir soltar a bicicleta, que está presa a uma árvore.
Os cinco homens deitam a árvore abaixo para conseguir soltar a bicicleta, sem que lhes tenha passado pela cabeça que bastava cortar a corrente que a segurava.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Alucinado
Estou sem palavras...
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Este homem é um artista
Já começa a ser um "habitué" por estas paragens, mas Danny Macaskill é realmente um artista e um atleta fora de série! Mais um video fenomenal, desta vez filmado na Cidade do Cabo:
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video
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Vem aí o BWC 2011
Estão preparados...? Eu gostava de ir, mas não posso!
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Splash!
Sem comentários!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Comer e pedalar em Nova Iorque
Pedalling: NYC é a primeira época de uma série sobre comida e bicicletas.
PEDALING: NYC Trailer from Iri Greco/Panforte Productions on Vimeo.
Para pedalar e chorar por mais!
PEDALING: NYC Trailer from Iri Greco/Panforte Productions on Vimeo.
Para pedalar e chorar por mais!
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Bike Polo
Há uma modalidade que tem vindo a ganhar adeptos um pouco por todo o lado:
Madrid BikePolo open from normaa on Vimeo.
Por cá também tem tido alguma expressão, principalmente no meio dos entusiastas das fixies.
Madrid BikePolo open from normaa on Vimeo.
Por cá também tem tido alguma expressão, principalmente no meio dos entusiastas das fixies.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Life Cycles
WOW... estou sem palavras!
Life Cycles OFFICIAL Trailer from Life Cycles on Vimeo.
The "official" Life Cycles teaser starring... Graham Agassiz, Mike Hopkins, Matt Hunter, Cam McCaul, Riley McIntosh, Evan Schwartz, Brandon Semenuk and Thomas Vanderham.
Saibam mais sobre o filme (e a catrefada de prémios que já ganhou) em http://www.lifecyclesfilm.com
Life Cycles OFFICIAL Trailer from Life Cycles on Vimeo.
The "official" Life Cycles teaser starring... Graham Agassiz, Mike Hopkins, Matt Hunter, Cam McCaul, Riley McIntosh, Evan Schwartz, Brandon Semenuk and Thomas Vanderham.
Saibam mais sobre o filme (e a catrefada de prémios que já ganhou) em http://www.lifecyclesfilm.com
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Prender a bicicleta (II)
Há uns tempos, publiquei um artigo sobre como prender a bicicleta. Agora, ficam aqui dois videos vindos de terras britânicas. São ambos da London Cycling Campaign, e embora haja muitos mais videos sobre este tema, espalhado pela internet, estes parecem-me dos mais assertivos.
Este primeiro, é mais objectivo, e ensina como prender a bicicleta:
Este por seu lado, avalia uma série de bicicletas estacionadas, e aponta quais os problemas das soluções utilizadas:
Este primeiro, é mais objectivo, e ensina como prender a bicicleta:
Este por seu lado, avalia uma série de bicicletas estacionadas, e aponta quais os problemas das soluções utilizadas:
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Roda 20" não é (só) para crianças!
O início deste filme, dispensa os habituais "disclaimers", onde se adverte que não deve tentar repetir as proezas visualizadas, etc... O resto... bem o resto é o Sean Burns a mostrar o que fazer com roda 20": BMX com muita adrenalina!
Sean Burns in "Off The Map 2" from Matt Busby on Vimeo.
via Lx Suicide City
Sean Burns in "Off The Map 2" from Matt Busby on Vimeo.
via Lx Suicide City
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