terça-feira, 15 de novembro de 2011
PEDRAS ECOBIKE EXPERIENCE
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
O exemplo do país ciclável Português...




domingo, 13 de novembro de 2011
Paris sobre 2 rodas, sem travões nem roda livre
Paris-Vision from Ketchup Mayonnaise on Vimeo.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
A pasta secreta de Danny Macaskill
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
JUST ... BE YOUR OWN HERO!
Bem a propósito este video.
Se a falta de tempo me tem impedido de pedalar as vezes que gostaria a forma física, por seu turno, tem estado a subir graças ao treino indoor.
De facto o ambiente do "indoor cycling" é completamente viciante bem ao contrário dos entediantes rolos caseiros que, ao final da primeira semana após serem adquiridos, ficam convenientemente esquecidos a um canto.
Aqui, uma sessão de 50 minutos abate, no mínimo, 600 KCal. o que, convenhamos, é uma valor brutal.
O video tem porém uma mensagem bem menos prosaica e merece ser assistido com toda a atenção e os cuidados habituais: full screen e volume alto. Deleitem-se como eu...
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Escola de ciclismo dos BravusCuras
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
UCI BMX Supercross World Cup - London
domingo, 16 de outubro de 2011
BMX Supercross - London - Olympic Park
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
ACTIVIDADE PARLAMENTAR EM PROL DA MOBILIDADE CICLÁVEL
Em Portugal, os inconvenientes da utilização imoderada do veículo motorizado revelam-se bastante pesados. Esta “cultura do automóvel” a par de inegáveis benefícios que trouxe à humanidade, tem hoje um custo de tal forma elevado que há cada vez mais pessoas a questionarem se não teremos levado demasiado longe a sua utilização.
É assim muito importante alterar comportamentos e promover formas de mobilidade alternativa mais eficazes em função das necessidades, que sejam ao mesmo tempo, mais saudáveis e ambientalmente mais sustentáveis, promovendo também a redução da enorme dependência do país em matéria de importação de combustíveis fósseis.
Nas pequenas distâncias a bicicleta pode, em muitos casos, substituir com vantagem o automóvel no que diz respeito a uma parte importante da mobilidade seja nas deslocações pendulares seja em quaisquer outro tipo de curtos trajectos.
Não negligenciáveis são, igualmente, os ganhos de saúde já que, a promoção da mobilidade ciclável, reduz indirectamente os encargos com o sistema de saúde pois o uso de bicicleta constitui uma actividade física inestimável que contribui para a melhoria da qualidade de vida, combate o sedentarismo e melhora a saúde dos seus utilizadores.
Mas, concomitantemente, para a promoção da bicicleta como meio de transporte quotidiano é condição sine qua non um reforço da segurança dos ciclistas já que, uma parte importante dos seus utilizadores potenciais, equaciona já a deslocação em bicicleta desde que estejam criadas as condições para tal.
Esta promoção necessita que sejam reforçadas regras que garantam condições de segurança para as deslocações, designadamente, pela introdução de alterações ao Código da Estrada que, à semelhança de legislações congéneres de outros Estados-Membros da União Europeia, garantam essa segurança no contexto rodoviário já que o Código da Estrada é manifestamente insuficiente a regular o papel da bicicleta na rede viária e, em alguns casos mesmo, atenta contra a segurança dos seus utilizadores.
Torna-se assim essencial sejam introduzidas medidas que permitam a acalmia do tráfego pelo abaixamento da velocidade dos veículos motorizados e pela imposição de regras de convivência entre veículos de diferentes pesos.
De igual modo a imposição de normas incompreensíveis como a obrigatoriedade de circular o mais próximo possível da berma ou a impossibilidade de circular a par atentam gravemente contra a segurança dos utilizadores de bicicleta.
Ou o que dizer da exclusão da bicicleta da regra geral da prioridade de passagem em cruzamentos e entroncamentos ao contrário do que acontece com todos os outros veículos?
Estes são apenas breves exemplos em como a legislação viária portuguesa se encontra fortemente desadequada e age como um factor de inibição no que à promoção da mobilidade ciclável diz respeito.
E, no entanto, nas nossas estradas e ruas, em situação utilitária, de lazer ou desportiva, a bicicleta conhece uma expansão imparável a bem do ambiente, da saúde e da qualidade de vida.
É pois tempo do Código da Estrada reconhecer e reflectir este facto incontornável.
Hoje a bicicleta reinventou-se e procura assumir, de pleno direito, o seu estatuto – a condição da uma máquina à escala humana que potencia a deslocação das pessoas e que Albert Einstein definiu como “a mais nobre das invenções humanas”.
Esta máquina do passado é hoje, cada vez mais, a máquina do futuro já que, a mesma pode constituir-se numa forma de nos redimirmos pelos erros ambientais do passado tal como bem resumiu o escritor britânico H. G. Wells ao afirmar: “quando eu vejo um adulto numa bicicleta deixo de ficar desesperado com o futuro da humanidade”.
Disse!
sábado, 1 de outubro de 2011
Um pneu que não fura
Para substituir a câmara de ar, este pneu tem uma espécie tubo de espuma de alta densidade. Por enquanto apenas direcionado para estrada/cidade, este promete ser um produto com futuro, e ao qual vamos todos estar muito atentos. Embora já esteja a ser comercializado, a sua disponibilidade é ainda limitada. Como maior desvantagens, terá o preço, e a dificuldade de montar e desmontar o pneu (é necessária uma ferramenta específica). O peso (800gr) é ligeiramente superior ao de um pneu equivalente + câmara de ar.
E para o promover, fizeram este video muito giro:
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Potenciómetro para ciclistas da LOOK e POLAR
A potência é a relação entre a força e a velocidade que um ciclista consegue transmitir à sua máquina, é um parâmetro que tem vindo a ser de difícil avaliação não só pelas variantes que os aparelhos existentes tem como são pouco práticos de serem utilizados. Parâmetros como os existentes nos ciclocomputadores mais simples e nos mais elaborados com frequência cardíaca, cadência de pedalada, gasto energético, são atualmente fáceis de serem recolhidos e registados dando grande ajuda na gestão do treino individualizado. Mas agora duas conhecidas marcas LOOK e POLAR juntaram-se num projecto que já passou da fase de protótipo e está atualmente em testes com provável lançamento no mercado no próximo ano 2012. É um aparelho de fácil utilização, fiável, leve, prático e com envio de dados para um pC e que reune todos os dados já existentes mais o valor da potência.
Vejam agora no vídeo, como funciona este inovador aparelho.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Fotografia de ciclismo desportivo
Mas vi hoje no Digital Photography Review, um artigo muito bom sobre fotografia de BTT. Simples, com alguns exemplos, vale a pena ver - para quem como eu, além de ser um entusiasta das bicicletas, também adora fotografia:
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Artistas
A Taste of The Toast from MikeL on Vimeo.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Mondim Basto e BTT solitário...
Mondim de Basto para mim foi sempre uma referência para a prática do ciclismo e um sonho sempre adiado para praticar BTT. Já tinha subido o Monte Farinha de bicicleta mas pela estrada. De BTT, foi sempre um projecto adiado sempre com fortes razões para não o fazer. Toda aquela envolvência de várias montanhas me fazia suspirar para as fazer em BTT. A zona das Fisgas de Ermelo também era um local que gostaria de visitar através dos caminhos do todo o terreno...
No passado dia 2 de Setembro, parecia que finalmente estavam todas as condições reunidas para finalmente percorrer Mondim de Basto pelas serras circundantes passando pelas Fisgas de Ermelo a envolver toda a zona Sul e Nascente do Monte Farinha. O percurso estava mais do que estudado com grande ajuda do amigo Pedro Indy , um "expert" nestas coisas de descobrir percursos desde o tempo das cartas militares. A previsão do tempo era animadora, a companhia estava mais do que certa como costume com o meu filho e mais uns amigos para aproveitar as férias, e ainda mais um vizinho amigo...
Mas chegado o dia, tudo se modifica com um tempo de chuva intensa e com a desistência de todos para andar de bicicleta... Estava mais uma vez colocada forte razão para adiar o projecto...
Foi então que decidi que não podia adiar mais este meu sonho... Agarrei-me às coisas mais certas que tinha, a minha vontade, o percurso gravado no GPS, a minha bicicleta e o no carro para me transportar até Mondim de Basto. Apesar de não ser nada sensato praticar BTT sozinho e para o local em causa, arrisquei, e nem sequer levei comida confiando mais uma vez num local marcado no percurso com o nome de Tasca. Sabia que iria andar o dia todo pois o percurso tinha marcado 54kms, mas apenas me preocupei mais com os materiais para o caso de aparecer uma eventual avaria, kit de primeiros socorros, uma capa para a chuva e telemóvel bem carregado, além de avisar em casa por onde ia andar.
Cheguei a Mondim de Basto, com um tempo húmido e fusco com alguma chuva. Comecei a andar de bicicleta às 11h00 e logo uns metros depois todo o esplendor de um percurso pedestre se abre há minha frente para explorar, cativando-me todos os sentidos para "saborear" toda a envolvência da paisagem e património cultural antigo que se me apresentava fazendo-me parar várias vezes. Isto prometia, pensava eu, e ficou comprovado que assim foi conforme seguia o percurso.
Ainda estava no princípio do percurso e o mais incrível que me aconteceu foi já no estradão florestal a subir para as Fisgas de Ermelo... Admirado reconheci Medronheiros!!!... Montes de arvores de Medronho, carregadas de bons frutos, uma árvore que eu só imaginava haver em grandes quantidades no Algarve como os conheci quando lá vivi e muitos frutos e licor dos mesmos, comi e bebi!!!...
Impressionante os ter encontrado aqui assim também em grande quantidade e sem hesitar fui saborear os seus maduros frutos, bem limpos pela água da chuva e com moderação, pois para quem não sabe é um fruto que pode provocar algum teor de alcoolemia se for consumido em grandes quantidades. :)
Mas não acabou a minha admiração só com os medronhos, pois mais à frente encontrei boas castanhas, que me fizeram levar a carregar ao máximo o camelback para as levar... Bom de comida nutritiva já estava servido, a única desvantagem é que estava a carregar um peso extra de quase dois quilos... :)
Fui fazendo o caminho nas calmas sempre a subir, parando num ou noutro local para apreciar a paisagem e se não gosto de andar sozinho, verdade se diga que só assim se consegue estar à vontade para se fazer as paragens que se quiser sem o constrangimento de se sentir se os companheiros gostam ou não e sempre vamos ao nosso ritmo... Enfim estamos entregues a nós próprios sem qualquer tipo de reclamação para ouvir e assim cheguei às Fisgas de Ermelo.
Depois de apreciar o local voltei a subir e aos 722 metros de altitude, entrei literalmente dentro de uma nuvem húmida e com chuva, que me encharcou, não me esmorecendo contudo a minha vontade de continuar e a satisfação de estar naqueles caminhos, apesar de uma parte do caminho o ter de fazer com a bicicleta às costas e a subir bem.
A paisagem começou a ser diferente, a altitude mantinha-se entre os 800 metros e a ruralidade do local em simbiose com a serrania e o aproveitamento dela para as pastagens dos animais era evidente. Os caminhos sucediam-se agora mais estreitos e com grande traço de obra humana num passado muito longínquo era também evidente e agradável de descobrir.
apresentou-se e era nesse local que estava marcado no GPS a Tasca e que afinal era uma excelente casa de pasto de nome Tasca, com petiscos para servir além de refeições tradicionais. Num primeiro contacto pensei que estava fechada, mas depois de abrir a porta de entrada o barulho animado lá dentro fez-se sentir e os sabores e cheiros de uma grande sande mista acompanhada com sopa a saber a carne, também os experimentei.
Satisfeito e com alguma pressa em regressar a pedalar, pois estava bastante molhado e não queria arrefecer, parti novamente seguindo o percurso. Estava no local mais afastado do Monte Farinha que se via do local assim como todas as pequenas aglomerações de granito em seu redor que eu de certeza tinha de atravessar, e parecia mesmo muita serra para se fazer... Mas felizmente o tempo melhorou com o Sol a descobrir e me ofereceu um cenário que não esperava encontrar.
Pois pensava que o resto do percurso seria pouco interessante, mas não. Os caminhos eram fabulosos de se fazer, um sobe e desce suave, uma flora muito diversificada com castanheiros, carvalhos, grandes pinheiros do tipo nordico e outro tipo de vegetação em autênticos bosques de um verde limpo e brilhante motivado pela chuva recente, dando quadros de imagens da flora fantásticos e que faria a delícia a qualquer fotografo... Eu tirei as fotos possíveis, tentando dar as imagens que possam descrever mais ou menos estas letras...
De regresso e agora com poucos quilometros para fazer e sempre a descer, pensava eu que seria pela estrada, mas não... O percurso derivou por mais um percurso pedestre, muito bonito de se fazer e ainda deu para ver a curiosa Pedra Alta.

Cheguei a Mondim de Basto às 18h30, foram 7h30m a andar por estas serras e termino aqui está crónica de um BTT solitário por um percurso que considero agora "estupidamente belo", nada arrependido de seguir o meu sonho. Contudo aconselho a não o fazer sozinho como o fiz, não deixa de haver muitos locais completamente isolados com todos os perigos que a natureza de montanha nos pode reservar, assim como a existência de animais que nunca sabemos que comportamento podem ter, pois circulam livremente. Fica aqui assim este registo que espero agora brevemente voltar a fazer este ou outros percursos pelas terras de Basto...
domingo, 4 de setembro de 2011
Raid das Marés na rota do Rio Leça
Realizou-se no passado dia 3 de Setembro em Matosinhos num ambiente descontraído e de muito convívio entre todos os participantes e organizadores (afinal eles também amigos e praticantes deste desporto) o Raid das Marés na rota do Rio Leça.
E assim neste ambiente foi dada a partida na Decathlon que era o ponto de encontro e partida, para mim um bocado despercebida, pois há muito tempo que já não participava nestes passeios e qualquer amigo que encontre como foi o caso é logo tempo ocupado com conversa animada e a ser colocada em dia.
Como ia descrevendo partimos todos, muitos com os olhos atentos aos GPS,sss, muitos também sem o aparelhinho, mas todos com alegria a progredir ao seu ritmo. Se a princípio vários grupos se juntavam e desencontravam-se a inaugurar os primeiros enganos na orientação, a verdade é que ninguém se chateava com a situação, aproveitando alguns até para brincar com os donos dos gpsss.
As localidades iam-se fazendo, para mim e para o meu companheiro e amigo João (Correntes) como o mesmo comentou eram as zonas dos nossos "quintais" das voltinhas de treinos ou simples passeios, como S.Brás em Matosinhos, Gemunde, S. Pedro de Aviso na Maia, Alvarelhos e Muro na Trofa. Nesta última localidade o largo de uma bonita capela foi escolhido pelos participantes para a primeira paragem técnica, (comer diga-se). Para mim uma oportunidade mais uma vez para tirar fotos e “roubar” também uma foto à fotógrafa de “serviço”.
Se tudo parecia perfeito o que estava a estragar era o tempo que nos prega com chuva e com os caminhos encharcados de lama, já por si chatos na minha opinião que prefiro o calor e suporto melhor o pó, contudo a provocar alguns acidentes engraçados e felizmente sem consequências graves lá para perto de Quereledo. Foi o que aconteceu ao jovem da foto abaixo que a tentar evitar a lama acabou por desaparecer completamente ao rebolar pela ribanceira abaixo ficando com as pernas mais altas do que a cabeça e a bicicleta a fazer companhia aos pés, todo o conjunto devidamente acomodado e seguro pelas silvas… A sorte mesmo e aqui se faz prova da norma de segurança no BTT, nunca sair sozinho, foi a minha ajuda e de outros amigos que prontamente tiramos o coitado do amigo daquela situação ainda com ar de espantado a tentar perceber como ficou naquela posição…:)
A separação dos percursos chegou e foi a vez de se fazer algumas despedidas de amigos que iam para os 90km. Eu e o amigo Correntes já tínhamos decidido fazer os 55km, afinal como concluímos foi o “quanto baste”, para fazer um bom passeio sem nos cansarmos muito e termos sempre tempo e sem stress para poder conviver com outros grupos… Bem e também para comer figos, tirar umas uvas americanas e quiçá experimentar já um vinho doce, ali para os lados de Vilar da Luz.
Finalmente o tempo começou a melhorar e chegamos ao Rio Leça, atravessando-o num local por onde nunca tinha passado, logo a seguir encontramos o incontornável parque de lazer S. Lázaro em Alfena, um sempre muito agradável local de paragem e de certeza já muito conhecido de todos os Betetistas da nossa região.
Parabéns aos amigos do BTT N GPS, como a todos os grupos de BTT envolvidos neste projecto. Dou a minha opinião bastante positiva a este movimento que consegue juntar as mais valias de todos para assim fazer e organizar estes eventos de lazer a que chamam etapas, e que apesar de lazer oferecem provas de grande desafio físico para todos os gostos de todos os ciclistas do todo o terreno.
Ver álbum de fotos na Galeria, clicar aqui.
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Selecção Nacional de BTT no Campeonato do Mundo
Uma representação de dez atletas neste Campeonato do Mundo em Champery na Suíça que decorre nos dias 1 a 4 de Setembro, mostra que o BTT nacional está a tentar conquistar o seu lugar e importância no mundo do ciclismo. Grande mérito para o seleccionador Nacional Pedro Vigário, para o conjunto de jovens seleccionados não esquecendo também todos os restantes desta geração que de certa forma e com grande amadorismo de forma abnegada e grande paixão tem aumentado o nível competitivo do BTT, assim como entidades e clubes envolvidos no esforço conjunto de aumentar o nível de exigência aceitável para preparar os atletas para o mais alto nível de competição mundial, tendo como objectivo conquistar os pontos necessários para a nação conseguir ter representação nos jogos olímpicos de 2012 em Londres.
A Selecção Nacional/Liberty Seguros participa, de 31 de Agosto a 4 de Setembro, no Campeonato do Mundo de BTT, que vai realizar-se em Champéry, Suíça. Portugal será representado por dez corredores, distribuídos pelas disciplinas de cross country olímpico (XCO) e de downhill (DHI).
O seleccionador nacional, Pedro Vigário, chamou para este importante compromisso seis corredores de XCO e quatro de DHI. Na disciplina principal do BTT, aquela que faz parte do programa dos Jogos Olímpicos, a formação lusa será representada pelos ciclistas de elite David Rosa (Swift/Carboom/Prototype) e Tiago Ferreira (BTT Seia), pelos sub-23 Mário Costa (ASC/Bravus Curas) e Ricardo Marinheiro (TX Active Bianchi) e pelos
juniores Gonçalo Amado (Team Bicivendas/ADS Maia) e Diogo Figueiredo (JUM Marinhas).
A equipa de DHI será composta por um trio de elite, Francisco Pardal (Movefree/Specialized), Emanuel Pombo e Daniel Pombo (Liberty Seguros/Specialized), e por um piloto júnior, Carlos Castro (Team Bike Zone).
“Vamos participar na melhor competição de BTT mundial, num circuito exigentíssimo, quer técnica quer fisicamente, num país que é a referência
mundial do BTT. A motivação do grupo é forte, vamos tentar melhorar as performances obtidas até aqui”, afirma Pedro Vigário.
Programa dos portugueses
31 de Agosto: Treinos oficiais
1 de Setembro: Corrida de XCO para juniores (14h00)
2 de Setembro: Descidas cronometradas de DHI para elite e juniores (10h00-14h15); Corrida de XCO para sub-23 (16h00)
3 de Setembro: Corrida de XCO para elite (15h30)
4 de Setembro: Final de DHI juniores (10h30); Final de DHI elite (14h00)
Nota: Todas os horários dizem respeito à hora portuguesa
terça-feira, 30 de agosto de 2011
BTT Português nos Jogos Olímpicos 2012?
Num projecto de divulgação da modalidade e também de apoio a atletas surge o movimento Portugal BTT objectivo 2012, onde constam várias reportagens exclusivamente sobre BTT, divulgando o esforço e o caminho da conquista de pontos UCI por cada atleta envolvido nas várias competições. Estas reportagens mostram o objectivo do trabalho desenvolvido na soma dos pontos desejáveis de todos os atletas para Portugal se qualificar no ranking das nações e ter pela primeira vez pelo menos um atleta a competir na modalidade olímpica de XCO nos jogos olímpicos a realizar em 2012 em Londres. A mais recente segue no vídeo abaixo que inclui também reportagem sobre o encontro nacional de escolas de BTT realizado nos dias 23, 24 de Julho.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Trilhos de BTT em Valongo num dia de Agosto
Fininho estava com grande vontade de andar de bicicleta, talvez farto de estar em casa na XBox, começou a enviar mensagens para todos os seus amigos da sua equipa da escola de ciclismo a combinar uma saída de bicicleta para o dia todo... Pediu-me também para os acompanhar e eu que até gosto destas coisas... :) O dia da minha folga do trabalho, 19 de Agosto foi ocupado para "aturar" quatro juvenis de 13 anos prontos a pedalar o dia todo... :)
Os amigos do Fininho que logo se disponibilizaram foi a repetente PBX, mais o Pedras e o Alex, este último um estreante nestas andanças.

O objectivo era ir até à aldeia dos avós do Pedras em Santa Comba Valongo, tomar um banho na ribeira que atravessa essa aldeia e regressar novamente de bicicleta.
Eram 9h30 e já estávamos a pedalar seguindo por estradas municipais e caminhos da Maia mais ou menos juntos às margens do Rio Leça até chegarmos a Alfena. No parque de lazer de São Lázaro vimos uns cavalos a andar no rio, o calor já era algum e para nós era o início da aventura de subir ao alto do Susão.

Susão é uma subida muito conhecida da comunidade betetista e que estes jovens sem uma única reclamação a fizeram com facilidade, mesmo o Alex a fez sem reclamar e com alegria tiramos a fotografia no ponto geodésico de Susão.

O Pedras era o mais activo e irreverante do grupo e isso refletia-se na condução... Bem, até a certa altura que arriscou uma velocidade demasiada forte para quem não conhece as ratoeiras do percurso e de repente viu-se aflito ao perceber que não via o trilho a certa altura num drop...
Tentou saltar da sua BTT, mas foi arrastado caindo juntamente com a bicicleta... Felizmente sem graves consequências com alguma "chapa" apenas riscada. Doeu-lhe mais a operação de limpeza e curativo que lhe fiz na altura (ando sempre com um estojo de primeiros socorros), com o jovem a pedir para parar e que ia a pé para casa se fosse preciso... :) (ver queda no vídeo).
Seguimos por um trilho que em tempos foi um single-track, mas agora pela acção dos jipes passou a ser um estradão, infelizmente para nós que gostamos dos single-track´s. O calor apertava mais, era quase 12h00 e estávamos sem água, pois gastamos toda a refrescar e a limpar as feridas do Pedras quando caiu, agora já mais calmo na condução mas sempre divertido e falador.
Mas a localidade de Campo estava perto e foi exactamente numa das muitas casas de almoços e petiscos existentes nesse local que nos refrescamos com refrigerantes, comemos sandes, bifanas, gelados, e até sopa, desfrutando da sombra fresca da esplanda do estabelecimento.
O calor estava de certeza bem acima dos 30 graus, mas a vontade de chegar para tomar um banho era enorme e retomamos o caminho novamente por terra desta vez meio perdidos por motivo do corte de antigos caminhos que eu e o meu filho Fininho conheciamos, pela nova auto estrada com o nome de CREP. Bem com todo o mal que estas obras fazem na altura até deu jeito aproveitar a sombra fresca de um dos viadutos da CREP, para esticarmos as costas deitados no chão... Quase que dava para adormecer se não fosse de vez enquando aparecer o barulho de um carro a passar... :)
Perto das 16h00 chegamos ao prometido banho na ribeira... Fácil de imaginar a satisfação com que ficamos e as brincadeiras que fizemos dentro da água.

Depois de nos fartarmos de tomar banho, de comer amoras, de estarmos bem molhados com todo o equipamento bem fresquinho, toca a rumar caminho dando a volta com passagem pelo local da Senhora do Salto. Um local lindíssimo infelizmente agora violado pela razão do progresso da civilização com uma enorme ponte de betão a passar por cima e com o rasgar do monte mais acima da ermida...
O pico da tarde com o calor rápidamente fez secar os nossos equipamentos, os caminhos eram fabulosos e sempre juntos os faziamos por fazes esperando uns pelos outros nas sombras das árvores. Mas chegados a Bustelo demos com uma uma fonte pública mas com a torneira fechada e sabesse lá porquê, o Pedras até trazia uma pequena chave de bocas com a medida certinha para abrir a torneira!... :)

Viva o Verão... Viva o calor... Viva o pó... Viva os equipamentos de ciclismo frescos e simples... Viva as fontes... Viva as ribeiras... Viva qualquer pocinha de água que quem gosta de tudo isto faz uma alegre festa de arromba... :)
Era necessário regressar e sugeri um caminho talvez mais longo mas sem subidas... Qual o quê!? Estes juvenis nem deram outra solução se não fosse subir pelo alto de Valongo. Mas, indaguei eu; - E o coitado do Alex que já está cansado? Responderam-me logo que com um empurranzinho todos fazíamos a subida sem dificuldade... E assim foi, comigo a pensar de quantos adultos precisavam de ver e aprender com estes jovens de como se faz um passeio de longa duração, onde acima de tudo conta o companheirismo, amizade e entre ajuda...
Já depois de passarmos o alto de Valongo encontramos um senhor a vender mel e os jovens não resistiram em comprar rebuçados de mel... :) O dia estava a acabar e eu não queria que cada um fosse embora sem passarmos por um momento de convívio final e com o acordo de todos em troca de eu pagar as bebidas estacionamos na esplanda do café do Parque Urbano de Moutidos já na Maia.
E o regresso fez-se com este dia de aventura a acabar às 19h30 em Leça do Balio com a promessa de fazermos mais outra saída de BTT brevemente.
A BICICLETA STANDARD (II) - AS RODAS
Continuamos por aquilo que é básico em qualquer bicicleta. Depois do quadro, as rodas.
Da nossa experiência as rodas devem aliar resiliência a baixo peso. Para além disso o sistema UST é incontornável para muitos quilómetros sem qualquer preocupação. Os sistemas de conversão (tipo No Tubes) ainda que "bem esgalhados" não garantem a fiabilidade indispensável.
Assim a escolha standard óbvia vai para as Mavic CrossMax SLR. Como alternativas viáveis poderíamos ter as Shimano XT ou XTR com graus de satisfação quase idênticos.
Assim e em acumulado teremos:
Quadro: Ti rígido
Rodas: Mavic CrossMax SLR UST Disc







