segunda-feira, 21 de novembro de 2011
DESPORTO E SAÚDE
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
A BICICLETA STANDARD - A SUSPENSÃO
Para uma utilização em XC e maratona o curso de 100 mm. parece-me ser o ideal.
De novo o compromisso preço-qualidade que até aqui nos têm conduzido aponta na direcção da Rock Shox Reba 100 mm.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
A BICICLETA STANDARD - A TRANSMISSÃO
Interrompido há algum tempo continuamos com a nossa "bicicleta standard".
Vamos agora à transmissão. Dentro do espírito "best value for money" o grupo XT parece levar a palma agora na versão de 10 v. sempre com 3 pratos.
Ainda assim são admissíveis variações pontuais ao nível do desviador traseiro, um X9, por ex., ou a corrente SRAM ou, ainda os manípulos SLX.
ANDERS RASMUNSEN É UM DOS NOSSOS
PEDRAS ECOBIKE EXPERIENCE
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
O exemplo do país ciclável Português...




domingo, 13 de novembro de 2011
Paris sobre 2 rodas, sem travões nem roda livre
Paris-Vision from Ketchup Mayonnaise on Vimeo.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
A pasta secreta de Danny Macaskill
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
JUST ... BE YOUR OWN HERO!
Bem a propósito este video.
Se a falta de tempo me tem impedido de pedalar as vezes que gostaria a forma física, por seu turno, tem estado a subir graças ao treino indoor.
De facto o ambiente do "indoor cycling" é completamente viciante bem ao contrário dos entediantes rolos caseiros que, ao final da primeira semana após serem adquiridos, ficam convenientemente esquecidos a um canto.
Aqui, uma sessão de 50 minutos abate, no mínimo, 600 KCal. o que, convenhamos, é uma valor brutal.
O video tem porém uma mensagem bem menos prosaica e merece ser assistido com toda a atenção e os cuidados habituais: full screen e volume alto. Deleitem-se como eu...
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Escola de ciclismo dos BravusCuras
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
UCI BMX Supercross World Cup - London
domingo, 16 de outubro de 2011
BMX Supercross - London - Olympic Park
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
ACTIVIDADE PARLAMENTAR EM PROL DA MOBILIDADE CICLÁVEL
Em Portugal, os inconvenientes da utilização imoderada do veículo motorizado revelam-se bastante pesados. Esta “cultura do automóvel” a par de inegáveis benefícios que trouxe à humanidade, tem hoje um custo de tal forma elevado que há cada vez mais pessoas a questionarem se não teremos levado demasiado longe a sua utilização.
É assim muito importante alterar comportamentos e promover formas de mobilidade alternativa mais eficazes em função das necessidades, que sejam ao mesmo tempo, mais saudáveis e ambientalmente mais sustentáveis, promovendo também a redução da enorme dependência do país em matéria de importação de combustíveis fósseis.
Nas pequenas distâncias a bicicleta pode, em muitos casos, substituir com vantagem o automóvel no que diz respeito a uma parte importante da mobilidade seja nas deslocações pendulares seja em quaisquer outro tipo de curtos trajectos.
Não negligenciáveis são, igualmente, os ganhos de saúde já que, a promoção da mobilidade ciclável, reduz indirectamente os encargos com o sistema de saúde pois o uso de bicicleta constitui uma actividade física inestimável que contribui para a melhoria da qualidade de vida, combate o sedentarismo e melhora a saúde dos seus utilizadores.
Mas, concomitantemente, para a promoção da bicicleta como meio de transporte quotidiano é condição sine qua non um reforço da segurança dos ciclistas já que, uma parte importante dos seus utilizadores potenciais, equaciona já a deslocação em bicicleta desde que estejam criadas as condições para tal.
Esta promoção necessita que sejam reforçadas regras que garantam condições de segurança para as deslocações, designadamente, pela introdução de alterações ao Código da Estrada que, à semelhança de legislações congéneres de outros Estados-Membros da União Europeia, garantam essa segurança no contexto rodoviário já que o Código da Estrada é manifestamente insuficiente a regular o papel da bicicleta na rede viária e, em alguns casos mesmo, atenta contra a segurança dos seus utilizadores.
Torna-se assim essencial sejam introduzidas medidas que permitam a acalmia do tráfego pelo abaixamento da velocidade dos veículos motorizados e pela imposição de regras de convivência entre veículos de diferentes pesos.
De igual modo a imposição de normas incompreensíveis como a obrigatoriedade de circular o mais próximo possível da berma ou a impossibilidade de circular a par atentam gravemente contra a segurança dos utilizadores de bicicleta.
Ou o que dizer da exclusão da bicicleta da regra geral da prioridade de passagem em cruzamentos e entroncamentos ao contrário do que acontece com todos os outros veículos?
Estes são apenas breves exemplos em como a legislação viária portuguesa se encontra fortemente desadequada e age como um factor de inibição no que à promoção da mobilidade ciclável diz respeito.
E, no entanto, nas nossas estradas e ruas, em situação utilitária, de lazer ou desportiva, a bicicleta conhece uma expansão imparável a bem do ambiente, da saúde e da qualidade de vida.
É pois tempo do Código da Estrada reconhecer e reflectir este facto incontornável.
Hoje a bicicleta reinventou-se e procura assumir, de pleno direito, o seu estatuto – a condição da uma máquina à escala humana que potencia a deslocação das pessoas e que Albert Einstein definiu como “a mais nobre das invenções humanas”.
Esta máquina do passado é hoje, cada vez mais, a máquina do futuro já que, a mesma pode constituir-se numa forma de nos redimirmos pelos erros ambientais do passado tal como bem resumiu o escritor britânico H. G. Wells ao afirmar: “quando eu vejo um adulto numa bicicleta deixo de ficar desesperado com o futuro da humanidade”.
Disse!
sábado, 1 de outubro de 2011
Um pneu que não fura
Para substituir a câmara de ar, este pneu tem uma espécie tubo de espuma de alta densidade. Por enquanto apenas direcionado para estrada/cidade, este promete ser um produto com futuro, e ao qual vamos todos estar muito atentos. Embora já esteja a ser comercializado, a sua disponibilidade é ainda limitada. Como maior desvantagens, terá o preço, e a dificuldade de montar e desmontar o pneu (é necessária uma ferramenta específica). O peso (800gr) é ligeiramente superior ao de um pneu equivalente + câmara de ar.
E para o promover, fizeram este video muito giro:
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Potenciómetro para ciclistas da LOOK e POLAR
A potência é a relação entre a força e a velocidade que um ciclista consegue transmitir à sua máquina, é um parâmetro que tem vindo a ser de difícil avaliação não só pelas variantes que os aparelhos existentes tem como são pouco práticos de serem utilizados. Parâmetros como os existentes nos ciclocomputadores mais simples e nos mais elaborados com frequência cardíaca, cadência de pedalada, gasto energético, são atualmente fáceis de serem recolhidos e registados dando grande ajuda na gestão do treino individualizado. Mas agora duas conhecidas marcas LOOK e POLAR juntaram-se num projecto que já passou da fase de protótipo e está atualmente em testes com provável lançamento no mercado no próximo ano 2012. É um aparelho de fácil utilização, fiável, leve, prático e com envio de dados para um pC e que reune todos os dados já existentes mais o valor da potência.
Vejam agora no vídeo, como funciona este inovador aparelho.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Fotografia de ciclismo desportivo
Mas vi hoje no Digital Photography Review, um artigo muito bom sobre fotografia de BTT. Simples, com alguns exemplos, vale a pena ver - para quem como eu, além de ser um entusiasta das bicicletas, também adora fotografia:
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Artistas
A Taste of The Toast from MikeL on Vimeo.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Mondim Basto e BTT solitário...
Mondim de Basto para mim foi sempre uma referência para a prática do ciclismo e um sonho sempre adiado para praticar BTT. Já tinha subido o Monte Farinha de bicicleta mas pela estrada. De BTT, foi sempre um projecto adiado sempre com fortes razões para não o fazer. Toda aquela envolvência de várias montanhas me fazia suspirar para as fazer em BTT. A zona das Fisgas de Ermelo também era um local que gostaria de visitar através dos caminhos do todo o terreno...
No passado dia 2 de Setembro, parecia que finalmente estavam todas as condições reunidas para finalmente percorrer Mondim de Basto pelas serras circundantes passando pelas Fisgas de Ermelo a envolver toda a zona Sul e Nascente do Monte Farinha. O percurso estava mais do que estudado com grande ajuda do amigo Pedro Indy , um "expert" nestas coisas de descobrir percursos desde o tempo das cartas militares. A previsão do tempo era animadora, a companhia estava mais do que certa como costume com o meu filho e mais uns amigos para aproveitar as férias, e ainda mais um vizinho amigo...
Mas chegado o dia, tudo se modifica com um tempo de chuva intensa e com a desistência de todos para andar de bicicleta... Estava mais uma vez colocada forte razão para adiar o projecto...
Foi então que decidi que não podia adiar mais este meu sonho... Agarrei-me às coisas mais certas que tinha, a minha vontade, o percurso gravado no GPS, a minha bicicleta e o no carro para me transportar até Mondim de Basto. Apesar de não ser nada sensato praticar BTT sozinho e para o local em causa, arrisquei, e nem sequer levei comida confiando mais uma vez num local marcado no percurso com o nome de Tasca. Sabia que iria andar o dia todo pois o percurso tinha marcado 54kms, mas apenas me preocupei mais com os materiais para o caso de aparecer uma eventual avaria, kit de primeiros socorros, uma capa para a chuva e telemóvel bem carregado, além de avisar em casa por onde ia andar.
Cheguei a Mondim de Basto, com um tempo húmido e fusco com alguma chuva. Comecei a andar de bicicleta às 11h00 e logo uns metros depois todo o esplendor de um percurso pedestre se abre há minha frente para explorar, cativando-me todos os sentidos para "saborear" toda a envolvência da paisagem e património cultural antigo que se me apresentava fazendo-me parar várias vezes. Isto prometia, pensava eu, e ficou comprovado que assim foi conforme seguia o percurso.
Ainda estava no princípio do percurso e o mais incrível que me aconteceu foi já no estradão florestal a subir para as Fisgas de Ermelo... Admirado reconheci Medronheiros!!!... Montes de arvores de Medronho, carregadas de bons frutos, uma árvore que eu só imaginava haver em grandes quantidades no Algarve como os conheci quando lá vivi e muitos frutos e licor dos mesmos, comi e bebi!!!...
Impressionante os ter encontrado aqui assim também em grande quantidade e sem hesitar fui saborear os seus maduros frutos, bem limpos pela água da chuva e com moderação, pois para quem não sabe é um fruto que pode provocar algum teor de alcoolemia se for consumido em grandes quantidades. :)
Mas não acabou a minha admiração só com os medronhos, pois mais à frente encontrei boas castanhas, que me fizeram levar a carregar ao máximo o camelback para as levar... Bom de comida nutritiva já estava servido, a única desvantagem é que estava a carregar um peso extra de quase dois quilos... :)
Fui fazendo o caminho nas calmas sempre a subir, parando num ou noutro local para apreciar a paisagem e se não gosto de andar sozinho, verdade se diga que só assim se consegue estar à vontade para se fazer as paragens que se quiser sem o constrangimento de se sentir se os companheiros gostam ou não e sempre vamos ao nosso ritmo... Enfim estamos entregues a nós próprios sem qualquer tipo de reclamação para ouvir e assim cheguei às Fisgas de Ermelo.
Depois de apreciar o local voltei a subir e aos 722 metros de altitude, entrei literalmente dentro de uma nuvem húmida e com chuva, que me encharcou, não me esmorecendo contudo a minha vontade de continuar e a satisfação de estar naqueles caminhos, apesar de uma parte do caminho o ter de fazer com a bicicleta às costas e a subir bem.
A paisagem começou a ser diferente, a altitude mantinha-se entre os 800 metros e a ruralidade do local em simbiose com a serrania e o aproveitamento dela para as pastagens dos animais era evidente. Os caminhos sucediam-se agora mais estreitos e com grande traço de obra humana num passado muito longínquo era também evidente e agradável de descobrir.
apresentou-se e era nesse local que estava marcado no GPS a Tasca e que afinal era uma excelente casa de pasto de nome Tasca, com petiscos para servir além de refeições tradicionais. Num primeiro contacto pensei que estava fechada, mas depois de abrir a porta de entrada o barulho animado lá dentro fez-se sentir e os sabores e cheiros de uma grande sande mista acompanhada com sopa a saber a carne, também os experimentei.
Satisfeito e com alguma pressa em regressar a pedalar, pois estava bastante molhado e não queria arrefecer, parti novamente seguindo o percurso. Estava no local mais afastado do Monte Farinha que se via do local assim como todas as pequenas aglomerações de granito em seu redor que eu de certeza tinha de atravessar, e parecia mesmo muita serra para se fazer... Mas felizmente o tempo melhorou com o Sol a descobrir e me ofereceu um cenário que não esperava encontrar.
Pois pensava que o resto do percurso seria pouco interessante, mas não. Os caminhos eram fabulosos de se fazer, um sobe e desce suave, uma flora muito diversificada com castanheiros, carvalhos, grandes pinheiros do tipo nordico e outro tipo de vegetação em autênticos bosques de um verde limpo e brilhante motivado pela chuva recente, dando quadros de imagens da flora fantásticos e que faria a delícia a qualquer fotografo... Eu tirei as fotos possíveis, tentando dar as imagens que possam descrever mais ou menos estas letras...
De regresso e agora com poucos quilometros para fazer e sempre a descer, pensava eu que seria pela estrada, mas não... O percurso derivou por mais um percurso pedestre, muito bonito de se fazer e ainda deu para ver a curiosa Pedra Alta.

Cheguei a Mondim de Basto às 18h30, foram 7h30m a andar por estas serras e termino aqui está crónica de um BTT solitário por um percurso que considero agora "estupidamente belo", nada arrependido de seguir o meu sonho. Contudo aconselho a não o fazer sozinho como o fiz, não deixa de haver muitos locais completamente isolados com todos os perigos que a natureza de montanha nos pode reservar, assim como a existência de animais que nunca sabemos que comportamento podem ter, pois circulam livremente. Fica aqui assim este registo que espero agora brevemente voltar a fazer este ou outros percursos pelas terras de Basto...
domingo, 4 de setembro de 2011
Raid das Marés na rota do Rio Leça
Realizou-se no passado dia 3 de Setembro em Matosinhos num ambiente descontraído e de muito convívio entre todos os participantes e organizadores (afinal eles também amigos e praticantes deste desporto) o Raid das Marés na rota do Rio Leça.
E assim neste ambiente foi dada a partida na Decathlon que era o ponto de encontro e partida, para mim um bocado despercebida, pois há muito tempo que já não participava nestes passeios e qualquer amigo que encontre como foi o caso é logo tempo ocupado com conversa animada e a ser colocada em dia.
Como ia descrevendo partimos todos, muitos com os olhos atentos aos GPS,sss, muitos também sem o aparelhinho, mas todos com alegria a progredir ao seu ritmo. Se a princípio vários grupos se juntavam e desencontravam-se a inaugurar os primeiros enganos na orientação, a verdade é que ninguém se chateava com a situação, aproveitando alguns até para brincar com os donos dos gpsss.
As localidades iam-se fazendo, para mim e para o meu companheiro e amigo João (Correntes) como o mesmo comentou eram as zonas dos nossos "quintais" das voltinhas de treinos ou simples passeios, como S.Brás em Matosinhos, Gemunde, S. Pedro de Aviso na Maia, Alvarelhos e Muro na Trofa. Nesta última localidade o largo de uma bonita capela foi escolhido pelos participantes para a primeira paragem técnica, (comer diga-se). Para mim uma oportunidade mais uma vez para tirar fotos e “roubar” também uma foto à fotógrafa de “serviço”.
Se tudo parecia perfeito o que estava a estragar era o tempo que nos prega com chuva e com os caminhos encharcados de lama, já por si chatos na minha opinião que prefiro o calor e suporto melhor o pó, contudo a provocar alguns acidentes engraçados e felizmente sem consequências graves lá para perto de Quereledo. Foi o que aconteceu ao jovem da foto abaixo que a tentar evitar a lama acabou por desaparecer completamente ao rebolar pela ribanceira abaixo ficando com as pernas mais altas do que a cabeça e a bicicleta a fazer companhia aos pés, todo o conjunto devidamente acomodado e seguro pelas silvas… A sorte mesmo e aqui se faz prova da norma de segurança no BTT, nunca sair sozinho, foi a minha ajuda e de outros amigos que prontamente tiramos o coitado do amigo daquela situação ainda com ar de espantado a tentar perceber como ficou naquela posição…:)
A separação dos percursos chegou e foi a vez de se fazer algumas despedidas de amigos que iam para os 90km. Eu e o amigo Correntes já tínhamos decidido fazer os 55km, afinal como concluímos foi o “quanto baste”, para fazer um bom passeio sem nos cansarmos muito e termos sempre tempo e sem stress para poder conviver com outros grupos… Bem e também para comer figos, tirar umas uvas americanas e quiçá experimentar já um vinho doce, ali para os lados de Vilar da Luz.
Finalmente o tempo começou a melhorar e chegamos ao Rio Leça, atravessando-o num local por onde nunca tinha passado, logo a seguir encontramos o incontornável parque de lazer S. Lázaro em Alfena, um sempre muito agradável local de paragem e de certeza já muito conhecido de todos os Betetistas da nossa região.
Parabéns aos amigos do BTT N GPS, como a todos os grupos de BTT envolvidos neste projecto. Dou a minha opinião bastante positiva a este movimento que consegue juntar as mais valias de todos para assim fazer e organizar estes eventos de lazer a que chamam etapas, e que apesar de lazer oferecem provas de grande desafio físico para todos os gostos de todos os ciclistas do todo o terreno.
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