Num excelente trabalho de captura de imagens, edição e realização do Sérgio Duarte...
First Stage:
Second Stage:
Third Stage:
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
LISBOA - BADAJOZ - OS VÍDEOS
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Dos Ciclos
Dos Ciclos Short Film from SakeGroup on Vimeo.
Directed by
Rodrigo de la Mora / Darío López Ortega aka "The Panchits". http://vimeo.com/channels/270012
This Short Film was initially thought for the Bicycle Film Festival, which travels more than 20 countries around the world. www.bicyclefilmfestival.com
Shot with a Canon 7D and 550D.
This was the teaser: http://vimeo.com/22922547
The premiere was in New York. Here’s the story http://vimeo.com/27167935
Now it’s been in over 5 International Film Festivals.
It was a blast.
Special thanks to the amazing rider Oscar Espinosa who, somehow, got along with us and the infinite shots we wanted to made.
Another amazing applause to our favorite and unique Toño Robles(@ http://www.catapultastudios.com) for that sublime ear-enjoyed audio design!
Thanks specially to Xavi Jose www.xavijose.es which made this impossible shots, well, possible.
Music by Nortec Panoptica Orchestra www.myspace.com/panopticaorchestra
Enjoy!
Thanks for watching!
-The Panchits-
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
ABC das obras públicas
...já que tantas empresas estão a escolher a Holanda para lá sediar as suas "holdings", aproveitem e quando regressarem, tragam este "know-how":
A obra começou numa 6ª feira ao fim do dia, e na 2ª feira de manhã, já a normalidade estava reposta... e com mais um túnel para bicicletas quase pronto!
A obra começou numa 6ª feira ao fim do dia, e na 2ª feira de manhã, já a normalidade estava reposta... e com mais um túnel para bicicletas quase pronto!
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Video na primeira pessoa
Há cada vez mais videos filmados na primeira pessoa - estas pequenas câmaras de meter na cabeça, são sem dúvida fantásticas, e permitiram a partilha deste ponto de vista único! Aqui ficam dois, de cortar a respiração:
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
MUDANÇAS "FLUÍDAS"
Acros A-GE hydraulic gear - Sea Otter from Tri-Ridedotcom on Vimeo.
on Vimeo.
Acros desenvolveu um produto muito promissor, mudanças hidráulicas para BTT, deu que falar no ano passado quando foi mostrado pela primeira vez. Como o próprio nome diz a principal vantagem deste sistema de mudanças é ausência do famoso cabo sendo substituído por óleo. Apesar deste produto ser novidade o projecto já tem alguns anos de desenvolvimento, Muters Kristof da Acros vem desenvolvendo estas mudanças hidraulicas desde 2006. Mas como tudo existe a concepção, certificação, fabricação e apresentação tudo isto demorou 5 anos será que valeu a pena a espera?
O peso do kit de mudanças dianteiro e traseiro é muito baixo
- Manípulos 129,7 gr (par)
- Desviador dianteiro 79.15 gr
- Desviador traseiro 159.84 gr
- Mangueiras 41.42 gr (par)
- Óleo 16.25 gr (desviador dianteiro e traseiro)
Este peso baixo é devido a ausência de cabos, engrenagens e ao seu sistema compacto. Voltando a referir as vantagens da ausência dos cabos, permitem uma passagem de velocidade mais leve e suave, já que não existe a fricção do cabo ou da sujidade do mesmo. O sistema dos manípulos e muito simples empurrando o próprio manipulo as mudanças descem rodando as mudanças sobem como mostra a foto e mais detalhadamente o video.
Acros admite que se trata de um sistema selando, por isso o risco de contaminação é mínimo e mesmo nas condições mais adversas não há falhas. É compatível com cassete de 8v, 9v e 10 velocidades.
Mas isto de novas tecnologias no BTT têm o seu custo, €1600, será muito por este produto? Pode ser, mas acredito que com o passar dos anos este preço possa ser reduzido com mais marcas adotarem este sistema.
domingo, 8 de janeiro de 2012
MONO-INSANIDADE
Só há relativamente pouco tempo a montagem ficou completa.
As imagens falam por si. Vejam-nas no site do Youtube em ecrã completo e em alta definição e já agora com o som num volume alto.
Destaque para o (excelente) trabalho do camara-man (este vosso criado) e que ainda teve ensejo de colocar em risco a sua integridade física muito perto do final.
As imagens falam por si. Vejam-nas no site do Youtube em ecrã completo e em alta definição e já agora com o som num volume alto.
Destaque para o (excelente) trabalho do camara-man (este vosso criado) e que ainda teve ensejo de colocar em risco a sua integridade física muito perto do final.
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DECLARAÇÃO DE INTERESSES II
Após a minha Declaração de Interesses tenho recebido algumas mensagens curiosas. A mais interessante foi a do Nuno Freire e do Mário Silva com a imagem do símbolo de obediência da sua Loja...
Para mais informações sobre este assunto consulte-se http://monociclando.blogspot.com/
Para mais informações sobre este assunto consulte-se http://monociclando.blogspot.com/
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sábado, 7 de janeiro de 2012
DECLARAÇÃO DE INTERESSES
A LOGÍSTICA AFECTIVA DO BTT
ADVERTÊNCIA PRÉVIA
Convenhamos: apesar da evolução operada nos últimos anos no panorama do BTT nacional, esta ainda continua a ser uma modalidade iminentemente varonil. De facto e apesar de agradáveis laivos crescentes de tonalidade feminina, o panorama nos trilhos deste país prossegue malgré tout masculino. Assim, perdoar-me-ão que esta prosa seja dirigida a esta espécie maioritária se bem que, no caso excepcional da inversão de género envolvido no BTT, ela possa ser lida cambiando, de igual modo, o género dos conjugues envolvidos.
O tema deste post é assim o modo como a vossa cara-metade entende este voluntário ofício pedalante e as suas insidiosas consequências no quotidiano familiar, isto é: como se gere este intenso e autêntico triângulo amoroso e os seus três vértices – betetista, bicicleta e cônjuge, gerador de paixões por vezes incontroláveis e de consequências imprevisíveis.
O QUADRADO - SÍMBOLO DA PERFEIÇÃO
Numa perspectiva tipológica começaríamos por aqueles casais em que o triângulo se converte, virtuosamente, num quadrado, ou seja, em que se acrescenta uma segunda máquina reflectindo desse modo a distribuição da paixão velocipédica por ambos os conjugues em doses mais ou menos iguais.
Muitas vezes, este estado de Nirvana, é o corolário de um esforço notável e bem sucedido do betetista no sentido do contágio do elemento feminino tendente à comunhão familiar na paixão pela bicicleta.
O ciúme aqui não tem lugar e, pode afirmar-se sem receio, que viverão os quatro felizes para sempre. Sem embargo há que ter a noção plena de estarmos no reino feérico da excepção - a regra tipifica-se, porém, de modos distintos.
O TRIÂNGULO INFERNAL DO CIÚME
A segunda situação, também excepcional, é a oposta - isto é, a máquina é entendida pela cônjuge como uma rival na disputa pela atenção do betetista / ser amado. Este sentimento tem como base o facto daquele pedaço de metal com rodas merecer, por parte do betetista, um empenhamento temporal considerado inusitado e furtado, no entender feminino, ao convívio familiar.
A bicicleta é considerada como “a outra” e motiva amiúde uma reacção virulenta que, em alguns casos, pode culminar em ultimatos infames conducentes a malas de viagem trasladadas para a porta da habitação comum antecedidos de prosaicos “ou ela, ou eu” - opção, aliás, bem dolorosa, se me é permitido.
A TEMPERANÇA É A MÃE DA CONCÓRDIA
Entre o zen conjugal do casal betetista e o ciume feminino avassalador há um mainstream de situações que, geridas de modo inteligente, podem permitir que o triângulo se perpetue prevenindo indesejáveis situações de ruptura.
O vértice velocipédico do triângulo tende, assim, ser encarado, pelo lado feminino, com bonomia e até alguma cumplicidade. Amiúde se escutarão frases do tipo - “pelo menos, enquanto estiver com ela, não estará com outra” ou um sempre tranquilizante “é ridículo sentir ciúmes de um pedaço de metal”.
Na impossibilidade prática de recrutamento feminino voluntário para as aventuras épicas pelos trilhos, a manutenção deste estado de equilíbrio do triângulo é fulcral para que os momentos ex ante e ex post aos actos de pedalar não se convertam no inferno na Terra.
Assim, as atitudes irreflectidas, derivadas de excessos de testosterona, são más conselheiras pelo que, a gestão cuidada e rigorosa, a nível estratégico e táctico, deste dossier é fundamental. Como, por vezes, os fins justificam os meios, são vantajosos estados de ignorância induzida sobre os custos financeiros da máquina bastando, para tal, numa qualquer grande superfície do rectângulo nacional, demonstrar que afinal uma bicicleta lustrosa não ultrapassa umas míseras 150 unidades de conta europeias. Nem debaixo de tortura, revelem o valor real do vosso quadro de carbono de última geração, ou das rodas ultra-light que vos potenciam a pedalada – no news, good news!
A arte diplomática deve ser cultivada a outrance procurando demonstrar que, apesar da satisfação obtida pelas milhas efectuadas e pela panorâmica do alto da serra respirando o ar puro e sentido-se o “rei do mundo”, o vértice feminino do triângulo é insubstituível tornando a máquina meramente instrumental no reacender permanente da chama amorosa permitindo até mesmo ganhos fisiológicos de saúde potenciadores da relação.
Sobretudo tenham em consideração que, dissolver o triângulo será a médio prazo uma pesada cruz difícil de carregar – se abdicarem da bicicleta tenderão a pressionar a escala da balança, a saúde, o bem estar e, a breve trecho, poderão comprometer a relação familiar e outrotanto acontecerá se optarem, de modo egoísta, pelo aparato metálico em detrimento da criatura feminina já que entrarão num estado de letargia anímica que vos impedirá de concretizar o intenso esforço que requer subir aquela montanha, percorrer a tal centena de quilómetros e desfrutar em pleno da incursão.
EM SUMA
Não esquecer então - a menos que a vossa companheira vos iguale e, quiçá, vos supere no entusiasmo pelo pedal e os grandes espaços – a temperança é a virtude que deverão cultivar intensamente, sob pena de, no balanço final vos quedardes solitário - sem bicicleta nem companhia feminina.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
EXPEDIÇÃO AOS CARAMELOS - ETAPA UM (LISBOA - COUÇO)
Mês de Dezembro de 2011
132 kms.
Velocidade Média de 17,5 kms. / h.
758 m. acumulado
Ciclistas: João Pedro, Pedro Roque e Sérgio Duarte
Texto: Pedro Roque
Fotos: Pedro Roque
- INTRODUÇÃO
O Paulo Guerra dos Santos tem feito um trabalho notável em torno da promoção da bicicleta. Recentemente apostou no projecto “Ecovias de Portugal” dentro do entendimento “slow-travel” no qual a bicicleta constitui a pedra de toque neste conceito que eu definiria por “cicloturismo TT”. A presente expedição em BTT inspirou-se na filosofia e no traçado que por si nos é proposto em http://www.ecovias.pt.vu/ .
Sejamos minimalistas, tudo se resume a um punhado de bicicletas, um grupo selecto e restrito com uma forma física e mental razoáveis, um trajecto longe da confusão urbana e a esperança na contribuição meteorológica. No fundo é o meu conceito já que nada bate uma ligação de bicicleta com vários dias em autonomia.
Lançada esta primeira proposta – de Lisboa a Badajoz e, apesar de estarmos no Inverno, tendo sido vislumbrada uma janela de oportunidade conseguiu juntar-se uma “troika ad-hoc” ou seja, um grupo homogéneo e restrito e foram apontados os dias para a expedição esperando religiosamente que a meteorologia colaborasse, o que veio a verificar-se, tendo sido brindados com um sol magnífico porém acompanhado de um frio árctico e com os dias mais curtos do ano a exigir roupa técnica adequada . Apesar de saber que esta não era a altura do calendário mais asada para a empreitada e vontade era grande e isso era suficiente num espírito, aliás, de que seria apenas um reconhecimento para que a mesma aventura possa ser repetida mais tarde numa altura do ano mais consentânea e, acima de tudo com dias mais longos.
A experiência ensina-nos que, numa expedição deste tipo, a logística é primordial e o mais crítico aspecto é o do regresso. A opção comboio, se bem que válida, implicava uma adequação ao respectivo horário e o stresse que isso induz, várias horas de marcha e ainda um transbordo no Entroncamento. A opção do automóvel garante uma enorme tranquilidade e o primeiro acto desta expedição foi, consequentemente, o estacionamento do carro em Elvas no dia anterior e o regresso a Lisboa de autocarro (uma viagem muito rápida, de resto). Este gesto permitiu rolar sem preocupações no terceiro dia. Assim o número de três pessoas correspondeu, de resto, à lotação da viatura já que havia que somar os inúmeros artefactos de que se faziam acompanhar.
- PRIMEIRA ETAPA
Definidas as etapas, delineadas as propostas de alteração ao traçado original e com “a carga pronta e metida nos contentores” chegou o dia “D”. O “rendez-vous” fez-se junto à minha casa e seguimos os três, ainda de madrugada e com o auxílio de luzes até à estação fluvial do Cais do Sodré ao longo de mais de oito quilómetros. Tomado o catamaran das 07:30 o percurso serviu para relaxar um pouco e a chegada ao caís do Seixalinho no Montijo deu-se cerca de trinta minutos depois. Rapidamente percorremos as ciclovias do Montijo até que a passagem pela grande área comercial marcou a entrada nos primeiros percursos em terra batida – finalmente um ar a todo o terreno. Progredimos até muito perto do Pinhal Novo com o cenário da vila de Palmela e do Parque Natural da Arrábida a servirem de fundo cénico de elevada agradabilidade.
A partir daqui a sucederem-se os longos, desertos e planos estradões junto à ferrovia. Se bem que algo monótonos eles permitiam uma velocidade de deslocação elevada o que muito se agradecia tendo em conta a intensa quilometragem esperada neste primeiro dia. Começa o montado que vai alternando com a cultura-rainha por aqui que é a vinha. A casta castelão reina sobre estes solos arenosos de grande produtividade, vínica. Esta parte do trajecto foi uma espécie de abordagem à "Rota dos Vinhos da Península de Setúbal" já que se visitam duas adegas de renome: a Casa “Ermelinda de Freitas” em Fernando Pó e a Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões.
Foi num ápice que chegámos a Santo Isidro de Pegões (a média rondava então os 20 kms./h.) onde aproveitámos para parar no café da associação recreativa local perante a curiosidade de alguns locais relativamente ao meu atrelado vítima de algumas graçolas de gosto duvidoso no meio de alguns tragos de fumo de cigarro e de tosses condizentes.
Após este local efectuamos um primeiro “bypass” que, até Canha nos permitiu “economizar” 17 kms. relativamente ao “track oficial” por meio de um traçado rápido com passagem pelas Taipadas, entre pinhal, estufas de flores, transposição da A13 e da EN 10 e uma rápida estrada secundária. A partir de Canha e perante a perspectiva de uma subida muito arenosa novo “bypass” pela estrada que liga a Coruche até se retomar o caminho (a melhor opção tendo em conta que é praticamente deserta).
A partir daqui uma mudança na paisagem percorrendo a margem de uma bonita ribeira que abandonamos a dada altura para norte pela localidade da Branca e pelo meio dos pinhais até descermos para o vale do Sorraia e para a temida transposição do rio. De facto os terrenos de aluvião do largo leito de cheia provocaram grandes dificuldades devido ao lodaçal em que estava transformado o trilho do arrozal embora, alcançada a outra margem, o caminho que a ladeia até Coruche, iluminado pelo sol, tenha proporcionado excelentes planos fotográficos. Nesta vila foi tempo de restaurar mais algumas energias antes do traço final deste primeiro dia e que nos levaria ao Couço onde estava prevista a pernoita.
Já com uma quilometragem elevada, seguimos pela estrada para a Erra que, no seu primeiro par de quilómetros, nos brindou com uma lustrosa ciclovia verde (à boa maneira espanhola) mas que termina abruptamente. A estrada é plana e relativamente larga e, se bem que o trânsito fosse pouco denso, a velocidade muito elevada com que boa parte das viaturas se deslocava causava algum desconforto levando a pensar que este é um troço que gostaríamos de evitar. A seguir à Erra saímos da estrada e continuamos por terrenos de montado muito agradáveis paralelos ao Sorraia, rio que cruzamos já perto do Couço que alcançamos ainda com luz solar.
Este primeiro dia teve uma quilometragem algo elevada e, embora não apresentando dificuldades de maior, a necessidade da “detente” fez-se sentir com alguma premência. Por isso, o duche quente, a refeição e a dormida não poderiam ter sido recebidos de modo mais agradável.
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EXPEDIÇÃO AOS CARAMELOS - THE CLIP
Fica aqui este clip sobre a expedição em BTT entre Lisboa e Badajoz efectuada nos dias ensolarados mas frios de Dezembro passado.
Espero que seja do vosso agrado...
O relato está para breve.
Mais informações sobre este projecto de Ecovia em http://www.ecovias.pt.vu/
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O Regresso
Em 2010, Emanuel Pombo lesionou-se seriamente, na sequência de uma queda em Itália, quando participava na Taça do Mundo de Downhill.
THE COMEBACK, é um o projecto da MAD Productions sobre o Emanuel Pombo e o seu período de recuperação durante a época passada. Vale a pena ver esta produção nacional!
The Comeback por Rolha0
Produzido por: António Abreu
Mais informações: www.the-comeback.com
Outras informações: www.facebook.com/ themadproductions
THE COMEBACK, é um o projecto da MAD Productions sobre o Emanuel Pombo e o seu período de recuperação durante a época passada. Vale a pena ver esta produção nacional!
The Comeback por Rolha0
Produzido por: António Abreu
Mais informações: www.the-comeback.com
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Uma bicicleta para começar - Specialized Hotrock 20
Nesta altura do ano, é comum os pais não saberem o que oferecer aos seus filhos... eu andei aqui durante uns tempos sem solução, e como os meus pequenotes já tinham bicicleta, nem este artigo me pôde ajudar - acabei por ir para outra coisa.
Mas para quem tem filhos entre os 115cm e os 140cm, e os mesmos ainda não têm bicicleta, ou a que têm já não dá para evoluir mais, talvez tenham aqui uma alternativa.
Tirando alguns casos um pouco mais precoces, é a partir dos 6/7 anos que os mais pequenos começam a ter destreza para começarem a fazer incursões mais "bêtêtísticas". Os meus filhos já andam sem rodas há muito tempo, e apesar de cedo terem experimentado uns caminhos de terra, com umas raízes e afins, só agora começam a demonstrar destreza e força para irem para o mato. Para o fazerem, as bicicletas que tinham eram manifestamente insuficientes. Estava então na altura de mudar para a roda 20".
Não vos vou maçar muito a despejar aqui a ficha técnica desta Specialized Hotrock 20 - podem dar um salto à página do fabricante, e ficam a saber isso tudo. Vou sim, chamar à atenção para algumas questões, que considero fazerem diferença para outras bicicletas disponíveis no mercado.
Começando pelo aspecto geral desta bicicleta, é muito gira, com uma geometria bem desenhada, e uma qualidade geral de acabamentos, bem superior ao que se encontra em "bicicletas de criança". Como se tratam de bicicletas de transição, a escolha para os mais pequenos acaba muitas vezes por recair na oferta de hipermercado, em geral abaixo dos 100€. Considero isso uma má escolha, pois a qualidade oferecida é muito mazinha. Cá por casa temos outra roda 20, uma Qüer sem suspensão e sem mudanças, que sendo pouco mais cara do que estas de marca branca, é francamente melhor. Mas a comparação entre estas e a Specialized aqui em teste, é injusta pois tratam-se de segmentos muito diferentes. Como em tudo na vida, as opiniões divergem, e se há quem diga que uma qualquer bicicleta de 300 ou 400 Euros, cumpre o objectivo para um adulto fazer BTT, sabemos bem que a performance de bicicletas de segmento superior se destaca, e bem.
O mesmo sucede aqui nesta bicicleta, que ficando um pouco acima dos 300 Euros, permite aos mais pequenos aventuras mais ambiciosas, sem comprometer a fiabilidade.

Como referi, a qualidade geral é elevada, e nota-se bem em pormenores como a resistência da pintura, a leveza do quadro, e a escolha por alguns componentes bem razoáveis. O quadro em alumínio A1, a suspensão SR Suntor com regulação da pré-carga e 50mm de curso, e um Desviador Shimano Tourney de 6 relações comandadas por um punho "Revo Twist" também da Shimano. A travagem está a cargo de uns V-brakes da Tektro, mas embora o quadro não tenha, a suspensão já vêm com apoios para travão de disco. A eficácia da travagem é enorme e em bicicletas de criança, durante os primeiros anos, recomendo que se desafine o travão da frente - os miúdos são muito leves e a roda da frente facilmente bloqueia.
As mudanças, funcionam com bastante precisão, e são boas para eles se habituarem a utilizar as mesmas.
Um pormenor curioso e um pouco invulgar, mas bastante útil é o guia de corrente de roldana dupla - algo comum em bicicletas de Down-hill, mas que aqui pode parecer despropositado, não o é quando pensamos na quantidade de vezes que os miúdos atiram a bicicleta para o chão, e a falta de cuidado que nestas idades eles têm, resulta inúmeras vezes no saltar da corrente.

Os pneus da marca rolam bem, com um piso bastante versátil que se adapta à maioria das situações não extremas. Os punhos em borracha suave são confortáveis, mas a sua resistência é menor - um compromisso inevitável. O selim em pele sintética, é da gama Body Geometry, mas adaptado para crianças - nunca ouvi quaisquer queixas do utilizador cá de casa (que se queixava nas bicicletas com que andou antes). Nesta versão o mesmo é em branco, que rapidamente fica sujo, e para quem isso possa ser um problema, na versão vermelha da bicicleta, o banco é preto.

A leveza da bicicleta, a geometria adequada e o conjunto que funciona sem contratempos ou avarias, resultam numa experiência muito positiva, para que os mais pequenos comecem a se aventurar em verdadeiros passeios de todo o terreno.
Com as escolas de BTT a aparecerem cada vez mais pelo país fora, o futuro adivinha-se promissor para a modalidade!
Mas para quem tem filhos entre os 115cm e os 140cm, e os mesmos ainda não têm bicicleta, ou a que têm já não dá para evoluir mais, talvez tenham aqui uma alternativa.
Tirando alguns casos um pouco mais precoces, é a partir dos 6/7 anos que os mais pequenos começam a ter destreza para começarem a fazer incursões mais "bêtêtísticas". Os meus filhos já andam sem rodas há muito tempo, e apesar de cedo terem experimentado uns caminhos de terra, com umas raízes e afins, só agora começam a demonstrar destreza e força para irem para o mato. Para o fazerem, as bicicletas que tinham eram manifestamente insuficientes. Estava então na altura de mudar para a roda 20".
Não vos vou maçar muito a despejar aqui a ficha técnica desta Specialized Hotrock 20 - podem dar um salto à página do fabricante, e ficam a saber isso tudo. Vou sim, chamar à atenção para algumas questões, que considero fazerem diferença para outras bicicletas disponíveis no mercado.
Começando pelo aspecto geral desta bicicleta, é muito gira, com uma geometria bem desenhada, e uma qualidade geral de acabamentos, bem superior ao que se encontra em "bicicletas de criança". Como se tratam de bicicletas de transição, a escolha para os mais pequenos acaba muitas vezes por recair na oferta de hipermercado, em geral abaixo dos 100€. Considero isso uma má escolha, pois a qualidade oferecida é muito mazinha. Cá por casa temos outra roda 20, uma Qüer sem suspensão e sem mudanças, que sendo pouco mais cara do que estas de marca branca, é francamente melhor. Mas a comparação entre estas e a Specialized aqui em teste, é injusta pois tratam-se de segmentos muito diferentes. Como em tudo na vida, as opiniões divergem, e se há quem diga que uma qualquer bicicleta de 300 ou 400 Euros, cumpre o objectivo para um adulto fazer BTT, sabemos bem que a performance de bicicletas de segmento superior se destaca, e bem.
O mesmo sucede aqui nesta bicicleta, que ficando um pouco acima dos 300 Euros, permite aos mais pequenos aventuras mais ambiciosas, sem comprometer a fiabilidade.

Como referi, a qualidade geral é elevada, e nota-se bem em pormenores como a resistência da pintura, a leveza do quadro, e a escolha por alguns componentes bem razoáveis. O quadro em alumínio A1, a suspensão SR Suntor com regulação da pré-carga e 50mm de curso, e um Desviador Shimano Tourney de 6 relações comandadas por um punho "Revo Twist" também da Shimano. A travagem está a cargo de uns V-brakes da Tektro, mas embora o quadro não tenha, a suspensão já vêm com apoios para travão de disco. A eficácia da travagem é enorme e em bicicletas de criança, durante os primeiros anos, recomendo que se desafine o travão da frente - os miúdos são muito leves e a roda da frente facilmente bloqueia.
As mudanças, funcionam com bastante precisão, e são boas para eles se habituarem a utilizar as mesmas.
Um pormenor curioso e um pouco invulgar, mas bastante útil é o guia de corrente de roldana dupla - algo comum em bicicletas de Down-hill, mas que aqui pode parecer despropositado, não o é quando pensamos na quantidade de vezes que os miúdos atiram a bicicleta para o chão, e a falta de cuidado que nestas idades eles têm, resulta inúmeras vezes no saltar da corrente.

Os pneus da marca rolam bem, com um piso bastante versátil que se adapta à maioria das situações não extremas. Os punhos em borracha suave são confortáveis, mas a sua resistência é menor - um compromisso inevitável. O selim em pele sintética, é da gama Body Geometry, mas adaptado para crianças - nunca ouvi quaisquer queixas do utilizador cá de casa (que se queixava nas bicicletas com que andou antes). Nesta versão o mesmo é em branco, que rapidamente fica sujo, e para quem isso possa ser um problema, na versão vermelha da bicicleta, o banco é preto.

A leveza da bicicleta, a geometria adequada e o conjunto que funciona sem contratempos ou avarias, resultam numa experiência muito positiva, para que os mais pequenos comecem a se aventurar em verdadeiros passeios de todo o terreno.
Com as escolas de BTT a aparecerem cada vez mais pelo país fora, o futuro adivinha-se promissor para a modalidade!
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
INCURSION FANTASTIQUE
4 de Dezembro de 2011
Dia de Santa Bárbara (padroeira de mineiros e artilheiros)
62 kms.
1700 m. acumulado
Texto: Sérgio Favaios
Fotos: Sérgio Favaios e Pedro Roque
Tal como na conhecida "Sinfonia Fantástica" de Hector Berlioz a sensação de algo incompleto (a curta quilometragem) mas de uma intensidade enorme.
As paisagens transmontanas são outra coisa. Tive a felicidade de efectuar uma incursão inesquecível, no pretérito dia 4 de Dezembro, com os fantásticos irmãos Favaios. Fica aqui o relato da autoria do Sérgio.
Há umas semanas a esta parte, recebemos um mail do amigo Pedro Roque a dar conta da vinda a Trás-os-Montes no primeiro fim de semana de dezembro. No seguimento do mesmo, lançava-nos a proposta de pedalarmos juntos um dos dias, isto depois de ter passado por cá há cerca de um ano e meio, com o seu amigo Moretti, aquando da sua travessia em bicicleta desde Tavira até Santiago de Compostela. Um dia interessante esse do mês de Julho em que os acompanhámos durante algum kms.
Eis que o dia acordou, à semelhança dos anteriores, muito nublado com nevoeiro à cota dos 700/900 metros. O combinado seria sair de Vila Pouca de Aguiar, em vez de Jales porque o acesso se fazia com mais facilidade e rapidez.
Depois do apronto inicial, eis que nos fizemos à epopeia, começando a ascensão ao Alvão não por terra batida, mas por asfalto, até cruzarmos a A24. Assim faríamos uma espécie de aquecimento que nos permitia abordar os trilhos com maior facilidade. No entanto, ao entrar no nevoeiro mais denso começámos a ficar bastante molhados e imaginava-se um dia penoso…depois de descermos à localidade de Fontes, do outro lado do vale à cota mais alta avistavam-se novamente as nuvens mais carregadas.
A primeira paragem foi na localidade do Castelo, onde visitámos o Castelo de Aguiar da Pena. O “assalto ao castelo” fez-se pelo trilho habitual, coberto de folhas secas da densa floresta que o circunda.
Daí mostrámos ao nosso amigo o percurso que iríamos fazer pelo meio da densa mata de carvalhos passando a nacional n.º 2 até que, depois da localidade de Parada do Corgo, teríamos de encarar a primeira grande subida do dia, rumo ao Planalto de Jales. A meio da subida, o Pedro, olhando para o GPS, dizia que, pelo que via, nos esperava um acumulado de subida interessante…
A descida para a localidade de Quintã de Jales fez-se a grande velocidade, fruto da boa condição do caminho. Já na localidade, por volta do meio dia, um rebanho de ovelhas com a sua proprietária, preenchia o caminho em sentido oposto…a senhora algo aflita e ver a coisa mal encaminhada, prontamente nos disse: “…é melhor pararem porque este gado é maluco…” . Trazia consigo uma pequena ovelha que acabara de nascer.
Daí, seguimos até à ponte romana que atravessa o rio pinhão por entre rochas e calçadas.
A chegada a Campo de Jales fez-se por volta das 13h…já com vontade de nos sentarmos à mesa. Aqui, depois de passar em alguns locais que marcaram a exploração mineira e aurífera de Jales, fomos ao café do “Bicheco”, comer algo ligeiro para continuar o dia…o ciclocomputador marcava 32 Kms…
Enquanto se comia num recanto do café, vieram-nos dizer que uma figura conhecida do panorama da rádio e televisão estava ali, era Fernando Alvim. Não o conhecia pessoalmente, a não ser da Prova Oral da Antena 3 e do programa da RTP2, cinco para a meia noite. Ao que nos disseram, andou pela região no dia/noite anterior, mais noite talvez, (porque se notava) e veio ali almoçar um coelho à caçador.
As pessoas que estavam na sua mesa, nossas conhecidas, quando nos viram questionaram se já teríamos acabado o passeio ou se iríamos começar, prontamente lhes dissemos que estávamos de partida para a segunda parte do mesmo e que mais trinta e qualquer coisa Kms de trilhos nos esperavam.
Entretanto, sem antes e em tom irónico nos desejar “as melhoras”, Alvim saiu do café entusiasmado com a coisa e acompanhou-nos junto das bicicletas. Ali estivemos com ele à conversa durante alguns instantes e convidamo-lo a pedalar um pouco mas logo nos disse que tinha de ir para o Porto. Ficou algo espantado com algumas coisas que viu nas bicicletas, nomeadamente ciclo computadores /gps…
Lá partimos com a barriguinha composta e fizemo-nos ao trilho logo por uma zona com bastante água até atravessar um pequeno pontão, mas ninguém molhou os pés.
Depois de passar a localidade de Covas, tivemos pela frente mais uma subida durinha antes de abordar a localidade de Tresminas. Aqui, visitámos a igreja românica e alguns vestígios da época ainda bem conservados.
Dali rumámos em direção às grandes explorações romanas. A ideia era descer às mesmas mas, a gestão do tempo, não nos permitiu visitá-las lá em baixo porque ainda tínhamos pela frente uns Kms até Vila Pouca. Ficará par outra oportunidade.
Até Vila Pouca de Aguiar foi sempre a pedalar e já com pouca luminosidade, no denso bosque atravessámos a N206 e abordamos a descida a Nozedo com algum cuidado. Os últimos Kms deste passeio foram feitos pela ciclovia que liga Vila Pouca de Aguiar a Pedras Salgadas.
Fica para recordar, um dia fantástico e o prazer de termos pedalado os 61Kms na companhia de um grande amigo, entusiasta da bicicleta, dos Caminhos de Santiago e um profundo conhecedor do nosso Portugal e não só, muito por culpa deste agradável desporto.
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Vila Pouca de Aguiar
terça-feira, 29 de novembro de 2011
DE NOVO UM PASSEIO PERFEITO
| JPP and CN in the road near Monsaraz |
27 de Novembro de 2011
Dia de São Virgílio
80 kms.
1300 m. acumulado
Texto e Fotos: PRoque
A proposta, que constava da ligação em BTT entre Évora e a altaneira Monsaraz, tinha tudo para dar certo. Ora, sabendo nós que a Lei de Murphy, malgré tout, é absolutamente excepcional, não é de admirar que no final tudo tenha dado certo bem como, igualmente, o grau de satisfação tenha sido elevadíssimo.
Para além da companhia de dois grandes amigos de longa data (Cláudio Nogueira e João Pedro Pina) no início alinharam quatro outros elementos de Évora se bem que, a dada altura, tenham optado por abreviar o caminho até Monsaraz seguindo por asfalto.
| Monsaraz sightseeing |
O tempo seco, que contribuiu para a firmeza dos terrenos transformaram a incursão numa espécie de passeio primaveril inclusive em alguns trilhos que, de outro modo, seriam lamaçais temíveis.
De resto o sol é um factor acrescido de bem estar: predispõe bem, ilumina tudo - inclusivamente a alma - melhora os registos fotográficos e enobrece a paisagem. E foi com um destes alegres dias soalheiros que seguimos, cruzando ainda bem cedo o centro histórico de Évora antes de nos internarmos nos campos alternando as zonas planas com os rompe-pernas que tão bem caracterizam o Alentejo.
| JPP, me and CN at the Monsaraz Plaza de Toros |
Destaque para as zonas de águas represadas a proporcionarem as vistas desafogadas à medida que o cabeço de Monsaraz começava a surgir no horizonte.
| Uma reluzente clássica em Montoito |
Para o final estava guardado o melhor pedaço: o uma colina sobranceira a uma das aldeias com rampas íngremes ascendentes e descendentes, o Menir do Outeiro e a dura calçada que ascende a Monsaraz.
Magnífico! Esta foi uma incursão inesquecível. Provavelmente mais um passeio perfeito.
| CN and JPP arriving at Monsaraz |
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
DESPORTO E SAÚDE
Ontem completei 87 kms. de BTT na zona de Pegões - Canha num terreno eminentemente plano mas pesado em virtude da quantidade de água que tem precipitado nas últimas semanas. A percepção que tive da dureza da incursão foi desmedida relativamente ao que, objectivamente, era o traçado.
Ainda assim a média foi bastante razoável (circa 18 kms./h.) mas, após o passeio, o cansaço tomou conta de mim, inexoravelmente. Felizmente era o JC que conduzia a viatura de regresso.
Em casa, após a refeição, desliguei a máquina pelas 21:00 e só acordei 12 horas depois!
Analisando objectivamente o sucedido conclui que uma conjugação de treino intenso de ginásio e pouco descanso são uma receita terrível.
Moral da História - o descanso é F U N D A M E N T A L. Caso contrário temos o fenómeno do temível over-training. Ainda assim o corpo humano é fantástico: é que, após este meio-dia de descanso tudo se recompôs...
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011
A BICICLETA STANDARD - A SUSPENSÃO
Para uma utilização em XC e maratona o curso de 100 mm. parece-me ser o ideal.
De novo o compromisso preço-qualidade que até aqui nos têm conduzido aponta na direcção da Rock Shox Reba 100 mm.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
A BICICLETA STANDARD - A TRANSMISSÃO
Interrompido há algum tempo continuamos com a nossa "bicicleta standard".
Vamos agora à transmissão. Dentro do espírito "best value for money" o grupo XT parece levar a palma agora na versão de 10 v. sempre com 3 pratos.
Ainda assim são admissíveis variações pontuais ao nível do desviador traseiro, um X9, por ex., ou a corrente SRAM ou, ainda os manípulos SLX.
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ANDERS RASMUNSEN É UM DOS NOSSOS
O número 1 da NATO é um betetista inveterado. Para além da foto em que surge a pedalar ao lado do ex-presidente W. Bush (também ele betetista) a notícia que se segue não deixa dúvidas disso.
Sem embargo temos conhecimento disso através de um "acidente de trabalho" demonstrando que, quem anda à chuva, molha-se.
Desejamos um rápido restabelecimento para que possa voltar aos trilhos.
in Terra Brasil
O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Anders Fogh Rasmussen, caiu de bicicleta e fraturou o ombro, o que o forçou a cancelar uma viagem pela Europa Oriental, informa seu perfil na rede social Facebook.
"O mountain biking é um esporte desafiante. Ontem tive uma grave queda com minha bicicleta e, infelizmente, tenho fraturas em meu ombro esquerdo", disse Rasmussen, ex-primeiro-ministro da Dinamarca.
Ele comentou que seu braço esquerdo foi engessado e que não consegue movimentá-lo. Disse ainda que sua recuperação "levará algum tempo e paciência".
"Infelizmente tive de cancelar minha viagem pela Estônia, Letônia e Lituânia nesta semana", acrescentou Rasmussen, 58 anos, que assumiu o cargo na Otan em agosto de 2009. Em seu perfil no Facebook, ele se diz amante de jogging e de mountain biking, além de outros esportes de contato com a natureza, como o esqui.
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