VELOCIPEDI@
Mens Sana in Corpore Sano
Segunda-feira, 15 de Abril de 2013
Quinta-feira, 4 de Abril de 2013
La Ruta Pirinexus
La ruta Pirinexus propone 353 kilómetros de recorrido para los amantes de las bicicletas o el senderismo, combinando el ejercicio físico al aire libre en entornos agradables. Atraviesa un total de 53 poblaciones y 8 comarcas distintas, y combina trazados de vías verdes con otras rutas como caminos rurales o carreteras con baja densidad de tránsito.
Quarta-feira, 3 de Abril de 2013
RESOLUÇÃO DA AR RECOMENDA ALARGAMENTO DE TRANSPORTE DE BICICLETAS AOS INTERCIDADES
Resolução da Assembleia da República n.º 43/2013
Recomenda ao Governo a criação de condições para o transporte de bicicletas na CP — Comboios de Portugal, E. P. E. (CP, E. P. E.)
A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que assegure junto da CP, E. P. E.:
1 — A continuação dos esforços de alargamento do transporte de bicicletas aos comboios Intercidades e, se tecnicamente possível, também ao Alfa Pendular, tornando esse transporte uma realidade nos próximos meses.
2 — A avaliação de estender essas facilidades ao transporte ferroviário internacional.
3 — A criação de boas condições para o seu transporte dentro das composições e no acesso aos cais de embarque.
4 — A possibilidade de garantir previamente o transporte de bicicleta através da emissão de título próprio associado ao bilhete do passageiro, ou por outro modo de efeito idêntico, permitindo a programação individual confirmada desse transporte, e a divulgação da prévia disponibilidade de transporte existente para cada comboio.
Aprovada em 8 de março de 2013.
A Presidente da Assembleia da República, Maria da Assunção A. Esteves
(in .Diário da República, 1.ª série — N.º 65 — 3 de abril de 2013)
Terça-feira, 12 de Março de 2013
TROÇO DOS AÇUDES - ECOVIA DO LIMA
A Ecovia do Lima é um encanto para os sentidos sobretudo no troço entre Ponte de Lima e Ponte da Barca denominado de "Troço dos Açudes".
Merece bem uma deslocação.
Merece bem uma deslocação.
Segunda-feira, 11 de Março de 2013
Somos todos do mesmo grupo...
Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2013
Leve como uma pena
Para todos aqueles que passam a vida a pesar componentes, na corrida infrutífera de ter a máquina mais leve do burgo... mais vale desistirem! A não ser que queiram aventurar-se para algo semelhante a isto:
As fotos de pormenor são mais interessantes
Para saber mais sobre o projecto e ver mais fotos vejam o artigo na TriRig.com
Gostam... assim nem impressiona muito. A não ser que eu vos diga o peso... 2700 gramas. Completa, pronta a rolar, pedais incluídos! O preço, nem vale a pena tentar saber, já que as peças foram quase todas feitas por encomenda...
Para saber mais sobre o projecto e ver mais fotos vejam o artigo na TriRig.com
Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2013
Há tipos com parafusos a menos na cabeça...
...que depois acabam por colocá-los noutras partes do corpo - literalmente!
Acho que não vale a pena dizer mais nada...
Acho que não vale a pena dizer mais nada...
Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2013
DE AZAMBUJA A LISBOA VIA TORRES VEDRAS
As condições meteorológicas de um Inverno rigoroso que prometiam solos muito difíceis pela quantidade de água acumulada confirmaram-se plenamente, sobretudo no segundo dia onde a lama foi presença constante ao longo de boa parte do trajecto o que acrescentou dificuldade adicional tudo isto nos pretéritos dias 22 e 23 de Dezembro.
Felizmente, num dia e noutro, o tempo manteve-se estável, com céu muito nublado, nevoeiro em alguns pontos, porém sem vento e com uma temperatura amena.
Tive a companhia do João Bronze e do Sérgio Duarte no primeiro dia e apenas deste no segundo.

DIA 1
Azambuja - Torres Vedras, 22DEZ12
79 kms. - 1600 m. acumulado positivo
Tomámos a ligação ferroviária entre Lisboa e Azambuja onde começámos na direcção da lezíria pelo tantas vezes percorrido "Caminho do Tejo" e, mal se abandonou o asfalto, o primeiro e intenso lamaçal a dar o mote. Até se retomar estrada pavimentada haveria de ser uma luta constante ao longo de algumas centenas de metros.
Ao contrário da peregrinação a Fátima não se aborda a avieira Valada antes se segue em direcção à ponte do Reguengo onde se cruza, quer a Vala Real, quer a Linha do Norte e seguimos pelos rápidos estradões: Vale da Pedra, Cruz do Campo, Casais do Lagartão, Casais da Amendoeira e Aveiras de Baixo até cruzármos a A1 e chegarmos a Aveiras de Cima, a tal localidade de que todos já ouvimos o nome mas em que nunca havíamos estado. Tempo de uma pausa para restaurar forças e verificarmos a velocidade com que os bolos rei e as demais delicatessen açucaradas desapareciam a grande ritmo.
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Seguimos o nosso caminho em direcção à Serra de Montejunto por um interessante trilho no montado que mais parecia um autêntico carrossel preparando pulmões e pernas para o que se seguiria, ou seja, a difícil ascensão ao topo de Montejunto a partir do Espinheiro (vertente NE).
Até aqui o traçado era bastante rolante mas a altimetria impôs-se agora de forma indelével. Mas Montejunto é sempre muito agradável. As vistas para o lado poente eram fantásticas apesar do dia nublado. Foi assim que chegámos ao miradouro que fica sobranceiro a Pragança com as pernas e os pulmões a rebentarem mas com aquele sorriso de felicidade próprio dos ciclistas. A partir daí foi uma longa e imensa descida até se alcançar Vila Verde dos Francos e se abordar, desta vez, a Serra Galega que nos conduz pelos estradões dos moinhos antigos e modernos até Matacães e daí a Torres Vedras onde chegamos pelas 16:00.
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DIA 2
Torres Vedras - Lisboa
23DEZ12
85 kms. - 1700 metros de acumulado positivo
A comitiva ficou reduzida a dois elementos porque o JB já não nos acompanhou.
Saímos pelas 09:00 de Torres Vedras e seguimos para poente pela famosa Ecopista do Sizandro para depois virarmos para norte em direcção a Lisboa enfrentando, desde logo a lama tal como, aliás, tínhamos previsto.
Ainda assim lá fomos até alcançar Freiria onde nos internamos na Serra do Chipre passando por Monte Gordo, as alturas de Gradil para se descer ao Vale da Guarda que se precorre antes de cruzar a N8 e daí subir violentamente até ao Jerumelo e descer para a Malveira onde, em dia de feira, restauramos as nossas forças.
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Depois a ascensão até à Asseiceira Pequena a fazer-se penosamente e daí até ao magnífico vale do Barril onde se cruza inferiormente a A8 e se sobe até Montachique numa parte final muito violenta a exigir que se desmonte, sem apelo nem agravo.
No topo é tempo de descer ao longo de muitos quilómetros via Fanhões até, em Pintéus, se cruzar a CRIL e se alcançar o Tojal e o magnífico Palácio da Mitra e se percorrerem os quilómetros finais até Sacavém pelo vale do Trancão.
Em virtude do estado dos terrenos optámos pela margem direita via Unhos já que o troço habitual do Caminho de Fátima a partir de Alpriate não se nos afigurava como a melhor opção.
Alcançamos então Sacavém e o Parque das Nações e percorremos os quilómetros finais jé em Lisboa através das desertas ciclovias.
Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2013
Basta de atropelamentos
Na véspera da Manifestação Nacional - Basta de Atropelamentos, não posso deixar de confessar alguma ansiedade. Gosto de acreditar que amanhã será um ponto de viragem. Apesar de todas as contrariedades, apesar das forças de oposição, apesar de a sociedade ter até hoje olhado para o lado, como se nada fosse... Acredito que a partir de amanhã, a voz de quem anda a pé e de bicicleta se faça ouvir bem alto, e que o país olhe para este problema com outros olhos e com mais atenção.
Quem segue este blogue, ou segue o LisbonCycle Chic, sabe que tenho apelado sempre a uma condução calma e defensiva. Por isso compreendem o quanto é cansativo ouvir sempre a mesma lenga-lenga de que os ciclistas é que são irresponsáveis. Sim, há alguns que não cumprem!... desafio qualquer pessoa a ir comigo para um local onde passem muitos ciclistas, peões e automobilistas, e vamos contar as infracções. Tenho a certeza que mesmo em termos percentuais, os automobilistas serão os que cumprem menos. Pergunto aos que andam sempre a apontar o dedo, se há algum dia em que conduzem, que não infrinjam pelo menos um limite de velocidade ou outra regra?... é que todos os dias, em certas ruas e avenidas, quase TODOS os carros passam por mim em excesso de velocidade. Não digo apenas apenas um ou outro - digo QUASE TODOS. Para não falar nos MILHARES de automóveis que todos os dias estacionam em cima dos passeios, passadeiras, ciclovias, etc.
Mas vamos assumir que os ciclistas e peões, até cumpriam menos... Muita gente contesta a descriminação positiva que pessoas como eu pretendem que seja dada aos utilizadores mais vulneráveis, pois todos somos cidadãos com direitos iguais. TRETAS. A descriminação já existe! E existe na forma de 1 tonelada de metal, ou mais. Quem vai protegido dentro de uma caixa de metal, com um enorme potencial mortífero, tem de ser obviamente mais responsabilizado. Ainda estamos à espera de ver uma notícia em que um peão ou uma bicicleta, atropelaram um automóvel!
A pergunta que eu deixo é esta: que sociedade queremos nós? Uma onde os peões e ciclistas que não cumprem, são sujeitos a ficar feridos ou mesmo morrer, e onde quem anda num carro, mantém a sua "superioridade física"? Ou uma que protege esses mais vulneráveis, e responsabiliza quem atropela. Em Portugal, quem quiser assassinar alguém, que o faça num automóvel... a história recente tem provado que a impunidade é quase garantida. Acho que é hora de aprender com quem sabe. Com quem se manifestou desta forma no passado, e fez as coisas mudarem:
Ainda assim, devo dizer que o comportamento dos Portugueses ao volante tem melhorado bastante. Nos anos 90, eu era mesmo "mal tratado" na estrada: buzinavam a torto e a direito, tentavam abalroar-me, insultavam-me, enfim... era muito triste. A partir de 2000, comecei a notar melhorias. E posso dizer que hoje em dia, são poucos os casos de assumida falta de respeito. Vejo é muita distracção, inconsciência na velocidade, razias (geralmente os condutores não têm noção das consequências que uma razia dessas pode ter). Mas os condutores começa a estar mais habituados às bicicletas nas ruas e estradas portuguesas. De 2010 para 2011, houve um aumento de 36% na sinistralidade envolvendo ciclistas. Morreram 45 pessoas que se faziam deslocar de bicicleta. São números negros, mas estas coisas têm de ser vistas em perspectiva. Se considerarmos que o número de utilizadores de bicicleta nas estradas, duplicou ou triplicou neste período, então esse aumento nos acidentes não foi assim tão expressivo. E dizem-nos as experiências e estudos internacionais, que quando mais utilizadores de bicicleta houver, mais a segurança rodoviária aumenta - a chamada "safety by numbers".
Mas a avaliar pelos números provisórios que a ANSR avançou, 2012 foi já um ano de viragem - nos 9 primeiros meses do ano passado, morreram 13 utilizadores de bicicleta. Mesmo que o último trimestre tenha sido mais "negro", é uma efectiva redução no número de mortes. Claro que há mais factores a contribuir para isso, nomeadamente a redução do número de automóveis a circular, e as velocidades ligeiramente mais baixas para poupar no combustível. Mas o facto do número de vítimas ter diminuído, não quer dizer que está tudo feito, e que podemos baixar os braços. Até porque Portugal tem dos números mais graves da Europa, no que toca a atropelamento de peões em ambiente urbano. Em 2011, foram quase 40.000 as vítimas de atropelamento em Portugal. Este artigo (entre outros) da Nossa Terrinha, ajuda a compreender um pouco esta triste situação
Felizmente há gente de bom senso, que já aderiu a esta causa. Ana Galvão e Nuno Markl, bem como o Francisco Mendes, acederam ao pedido de gravar um video apelando à participação de todos na Manifestação de sábado.
Mais gente de vários campos se juntou a esta causa - das artes, da política, da ciência - esta é uma causa suprapartidária, transversal a toda a sociedade.
Conto por isso com a vossa presença, em peso, numa das muitas cidades em que se vai realizar a Manifestação.
Consultem as páginas da Federação para se manterem informados:
ou www.fpcub.pt
Sábado, 5 de Janeiro de 2013
TILT E LISBOA
// LISBOA // A BTWIN MOVIE - TILT , THE ONE SECOND BIKE from BTWIN TV on Vimeo.
Ou como a Decathlon parece fazer mais pela mobilidade suave em Lisboa...
Domingo, 16 de Dezembro de 2012
Festival da bicicleta solidária no Porto
As previsões de chuva e muito vento concretizaram-se e neste dia que todos desejavam sol, afinal além do festival das bicicletas presentes o tempo também deu o seu festival de forte vento com chuva.
Contudo, no ponto de encontro combinado no Castelo do Queijo, admirávelmente as bicicletas foram aparecendo carregadas com os seus donos e como pretendido também com géneros alimentares que foram entregues logo na altura à instituição de solidariedade "O Coração da Cidade".
Formado o pelotão para a fotografia geral, avançou-se para o passeio pelo passeio alegre até à a Foz do rio Douro e regresso pelo mesmo caminho.
Podia ser um passeio igual a todos os outros, mas neste caso foi bem diferente pois a imagem do mar tempestuoso acaba também por impressionar e dar a sua lição de respeito pela sua grande força e que tantos momentos dramaticos tem dado às gentes deste pequeno litoral da cidade do Porto e de Matosinhos, bem representados nas várias estátuas construídas, como as vareiras de matosinhos em lamento, pelo homem do leme ou o naufrago.
Mas apesar do mau tempo presente, foi interessante também verificar a grande quantidade de pessoas que faziam o seu desporto além do nosso pelotão de ciclistas.
Para os que ficaram em casa, relato aqui a presença de um senhor de 69 anos para ver se arranjam incentivo de pedalar mesmo com chuva e, como ia dizendo, esse senhor pegou na sua bicicleta embarcou no comboio em Lisboa, veio ter ao ponto de encontro de bicicleta, fez o passeio e regressou de bicicleta para apanhar o comboio das 12h30 de regresso a Lisboa... Simplesmente um exemplo bem prático da mobilidade da bicicleta dada pelo Sr. Jose Manuel Caetano, presidente da Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores da Bicicleta... ;)
Quinta-feira, 29 de Novembro de 2012
As bicicletas são caras
Frequentemente, quando me perguntam o preço da minha bicicleta (ou de uma bicicleta qualquer), a contra-resposta costuma ser a mesma: acham sempre muito caras.
Comparar o preço de uma bicicleta, com o de um automóvel, para muitos não faz sentido. Convenhamos, que é realmente uma comparação exagerada (mas pode ser feita). A bicicleta que aqui estou a falar, é com o objectivo de usá-la como meio de transporte. Vou por isso deixar de fora, bicicletas de BTT ou de "corrida", e focar-me nas utilitárias .
Mas podemos comparar com aquelas coisas, que a maior parte das pessoas, na altura de comprar o seu automóvel, não hesitam em adicionar - são poucas as pessoas que eu conheço, que alguma vez compraram um carro, modelo de base, sem nenhum extra. Façamos então a comparação de preços entre diversas bicicletas e os extras pedidos pelas marcas. Não vou para uma marca de topo, nem para um modelo de topo - vamos mesmo ficar-nos pelo VW Polo - o modelo de base, custa quase 14.000€, mais coisa menos coisa.
Comecemos então a juntar-lhe extras:

Órbita Estoril III 26S - 278€
Pintura Metalizada (PM) VW Polo - 325€

Electra Townie Original 7D - 415€
PM + Apoio de braço dianteiro (ABD) VW Polo - 413€

Bobbin Madam - 695€
PM + ABD + Faróis adicionais anti-nevoeiro (FN) + alarme (AL) VW Polo = 661€

Globe Daily Deluxe 3 Step-Through - 849€
Aqui retiro os extras todos, só para colocar o Ar Condicionado Manual VW Polo - 931€

Brompton M6L - 1180€
Ar Condicionado Automático "Climatronic" (ACM) VW Polo - 1205€
E se forem duas bicicletas mais caras e exóticas - uma de carga (Bullitt) e outra eléctrica (Smart e-Bike):

Para a Bullitt (1800€), basta juntar os extras PM+ABD+FN+AL ao ACM, e temos 1869€

Mesmo para comprar a Smart e-Bike (2.990€), estamos a falar aproximadamente da diferença entre o modelo base e a versão Trendline (com mais extras, e aquela coisa que tanta gente vibra - mais 10 cavalos de potência... uau!)
Isto apenas comparando a Bicicleta vs Extras de carro.
Nem sequer vou falar dos custos de manutenção e utilização, fiquem apenas com esta reflexão:
Com a crise que aí anda, a última coisa que a maior parte das pessoas pensa, é em comprar um carro... alguns não têm dinheiro, outros por cautela preferem não o fazer. Mas se tiverem uns "trocos", e investirem numa bicicleta para as deslocações no dia-a-dia, vão descobrir que com o que poupam, se calhar dá para da próxima vez que trocarem de carro, já o comprar com estes extras e ainda outros! Isto se o quiserem fazer... claro!
Segunda-feira, 5 de Novembro de 2012
PELA ROTA VICENTINA
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Por manifesta falta de tempo de redacção só agora vos deixo este relato da travessia da Rota Vicentina que efectuei nos passados dias 26, 27 e 28 de Julho.
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Era suposto ser uma incursão a duo mas, por força das circunstâncias, foi a solo: dois dias pela Rota Vicentina (GR11) ligando Setúbal ao Algarve com um complemento de um dia extra pela Ecovia Algarviana de Lagos até Faro.
Em bom rigor não percorri na integra a referida GR uma vez que ela está apenas para já marcada de Santiago do Cacém para Sul. Ainda assim, em virtude do meu conhecimento do terreno optei, no primeiro dia, por um mix, até porque os habituais 145 kms. (2150 m de acumulado) entre Setúbal (Tróia) e Odemira não permitem que se acrescente mais quilometragem ou altimetria como a que aconteceria se optasse pela GR em dadas passagens, sob pena de se tornar inexequível.
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| Stopover at Paiol, Sines. |
Embora estando no limiar do esforço e da exequibilidade, esta habitual travessia Setúbal - Odemira a fazer-se com a mesma sensação com que tenho percorrido as grandes quilometragens habituais como, por exemplo, a ligação a Fátima, isto é: uma enorme distância mas, em virtude do hábito e da rotina, um conhecimento (quase) perfeito do terreno, de tal modo que o GPS é praticamente dispensável, pese embora algumas zonas algo intrincadas a exigirem que se consulte a pantalha just in case. Tal circunstância permite uma gestão do esforço optimizada e, no final, o desgaste torna-se relativamente contido mas, ainda assim proporciona uma noite de sono justa e perfeita.
O segundo dia, mais curto em termos de quilometragem, 100 kms. (2000 m. de acumulado) foi o das grandes novidades pese embora também tenha optado por um mix em alguns locais e, a partir de Aljezur tenha flectido para SE, já que a esta ligação terminaria em Barão de São João (Lagos) tendo, desse modo, de abandonar o rumo da GR que segue em direcção a Sagres.
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| The"detente" at Rogil, Aljezur |
A ligação Odemira - São Teotónio, via GR, nos quilómetros iniciais, segue pela margem esquerda do Mira sobe uma das suas ribeiras e constitui um encanto sensorial. Trata-se de uma paisagem do mais bucólico que se pode conceber. Há qualquer coisa de mágico e sobrenatural em percorrer os caminhos ripícolas junto ao rio Mira, pela brumosa manhã, mas que, infelizmente, não vos consigo traduzir em palavras.
Em São Teotónio uma pausa na praça central perante a curiosidade geral e a continuação até Odeceixe a revelar-se também fantástica sobretudo quando se acompanha as margens da sua ribeira. Após esta localidade, subida arduamente pelo seu miolo, seguem-se as longas rectas até ao Rogil, deliberadamente ignorando a GR em benefício da rapidez de deslocação proporcionada pelos caminhos agrícolas e margens dos canais. Do Rogil a Aljezur, a opção por uma estrada secundária e rapidamente chego e ultrapasso aquela terra algarvia para me internar pelos meandros da Serra de Espinhaço de Cão num sobe e desce permanente até alcançar a albufeira da Bravura e daí até Bensafrim em direcção ao descanso merecido em Barão de São João.
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| The magnificent Alvor's Creek |
No dia seguinte, o terceiro e último, foi tempo de Ecovia do Algarve com 120 kms. de extensão (1240 m. de acumulado). Se bem que, nos concelhos de Lagos e Portimão, nem se vislumbre sombra da dita, a partir do momento que passamos o Arade e nos internamos pelos concelhos de Lagoa, Silves e Albufeira ela revela-se em todo o seu esplendor com caminhos rurais bem escolhidos alternando com as travessias das povoações mais importantes: Lagoa, Armação de Pêra, uma magnífica transição da bela Lagoa dos Salgados, Galé, Sesmarias e a chegada a Albufeira.
Segue-se uma zona urbana e peri-urbana a exigir atenção redobrada para que não se perca o rumo via Santa Eulália e Olhos de Água para se alcançar a zona da Falésia e a transição para o concelho de Loulé, após a transposição da Ribeira de Quarteira e a entrada em Vilamoura. Aí, como é habitual, opto por seguir pelo caminho da Marina em virtude da sua agradabilidade para, de seguida, tomar as praias e chegar a Quarteira e ao calçadão.
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| Ferragudo Belvedere |
Foi tempo de descansar um pouco a olhar para o mar e seguir até Vale de Lobos e daí para a Quinta do Lago e, por um atalho à Ecovia (e que segundo informações de que disponho passará a ser o futuro traçado da via), chegar ao Ludo percorrer um enorme e estreito caminho pelo esteiro em plena Ria Formosa, até junto ao aeroporto e à estrada de acesso à Ilha de Faro. Daí tomei a ciclovia que percorre paralela à pista de aterragem mas que termina de repente. Não resta outra alternativa senão improvisar pelas salinas junto à vedação contornando toda a zona sul e poente do aeroporto e daí se segue em direcção a Faro a nascente de Montenegro. Num ápice alcançamos a estação ferroviária e a cidade onde damos por terminada a nossa dura incursão.
Em jeito de conclusão: mesmo a solo uma travessia de BTT não deixa de ter uma elevada agradabilidade e esta foi absolutamente estupenda. Mais uma vez me sinto um privilegiado por conseguir conciliar este triângulo virtuoso constituído pela forma física, sensibilidade e arrojo que resultam na sensação de felicidade que só uma incursão de BTT com estas características proporciona e que se prolonga para além das horas em que estamos no selim a percorrer esses fantásticos caminhos do Portugal autêntico.
Looking Forward for the next one!
Segunda-feira, 22 de Outubro de 2012
A Lance o que é de Lance!
Eu sou fortemente institucionalista e detesto que se usem substâncias dopantes para melhorar as performances desportivas.
Sem embargo, perder na secretaria, alguns (muitos) anos volvidos não faz, de modo algum, o meu género.
Não sei que raio de provas é que a UCI dispõe neste momento e que não dispôs ao longo dos sucessivos sete anos em que LA chegou a Paris vestido de amarelo mas o que sei é que há limites para a decência e estes foram claramente ultrapassados.
Para mim Lance é o recordista do Tour e ponto final.
Nem que Cristo desça à Terra!
Terça-feira, 9 de Outubro de 2012
Fosnix!!!
Foi o que eu não parava de dizer, quando comecei a ver isto. Lembram-se dos videos do Danny MacAskill? Agora troquem a bike de trial, pela vencedora do Tour, uma Pinarello Dogma 2 de estrada em Carbono - 10.000 euros de bicicleta, desenhada e fabricada com outro objectivo, levada ao extremo!
FOSNIX!!!!
FOSNIX!!!!
Domingo, 7 de Outubro de 2012
Vestuário Técnico: Eficácia e Estilo
Artigo Publicado na Revista "B - Cultura da Bicicleta", n.º 4, 2012
Bem sei que o “hábito não faz o monge” mas, convenhamos, ajuda muito.
É óbvio que não devemos julgar ninguém pela aparência mas, na realidade, é isso que fazemos todos os dias: um agente da autoridade é reconhecido pela sua farda ou um sacerdote pelas suas vestes – como em tudo na vida o “dress code” é algo de muito importante e seria leviano descurar este aspecto.
Ora queira-se, ou não, o acto de pedalar é uma actividade física mais ou menos exigente consoante se trate do “Tour” ou de uma ida pacata “à padaria”. Deste modo, a forma de trajar pode, ou não, facilitar essa tarefa. Esta função prática do vestuário, associada à bicicleta é, sem qualquer dúvida, melhor assegurada através das roupas nos chamados materiais técnicos (vulgar e redutoramente designados por “licra”) que asseguram uma excelente protecção contra os elementos naturais (sobretudo em condições climatéricas extremas), facilitam a aerodinâmica e afastam a transpiração do corpo. O resultado é uma maior eficiência e conforto que conduzem a um menor cansaço, maior agradabilidade e, em última análise, mais tempo em cima do selim.
Um outro aspecto da questão é o lado da moda. Quer sejamos a favor ou contra a “licra” e o visual ciclista inspirado na competição provavelmente todos concordaremos que o estilo é fundamental mesmo se visto do modo mais “casual” que se possa imaginar. Convenhamos - em cima da bicicleta, ou longe dela, todos procuramos ter um estilo próprio e estar, na medida do possível, bem vestidos em concordância com o mesmo.
De “licra”, ou sem ela, o importante é pedalar “bem vestido” e com estilo. No meu caso, tendo em conta as questões de eficiência técnica prefiro, sem margem para dúvida, a roupa técnica em “licra”. Paradoxalmente só quando pedalo sem ela é que constato o porque da sua importância.
De resto, a pensar nisso mesmo e tendo em conta o facto de haver muita gente que pensa de modo distinto do meu, as marcas mais conhecidas de roupas para ciclismo, acompanhando o “boom” do chamado “ciclismo urbano”, lançam-se novas linhas de vestuário mais adequadas às deslocações utilitárias, leia-se, para os fundamentalistas do “casual” mas que, apesar de tudo, reconhecem que devem pedalar em estilo. A este propósito veja-se http://tinyurl.com/9q34df3 .
É um sinal dos tempos. Assim teremos o melhor dos dois mundos – um visual “fashion” e casual sem comprometer a eficiência através dos materiais técnicos empregues no seu fabrico.
NOTA: O autor destas linhas escreve de acordo com a antiga ortografia
Segunda-feira, 1 de Outubro de 2012
The Portugal that we used to know
Uma saída épica ontem: 100 kms. de Arruda dos Vinhos a Santa Cruz e regresso.
Um dia de sol estupendo e um passeio a roçar a perfeição.
Com a confusão política que está instalada a constatação que o país real continua lindo e que os laços de amizade e companheirismo ainda são o que eram.
Domingo, 26 de Agosto de 2012
Tourém o enclave de Montalegre
Quem conhece o Abrasar não estranha a paixão pelos passeios de bicicleta de Verão em todo o terreno em completa autonomia durante o dia todo a percorrer os trilhos e sem horas de chegada ao destino. Maximizar o tempo possível para andar de bicicleta e apreciar todos os momentos da natureza, história e gentes dos locais por onde passamos, sentir com calma todas as "etapas" do dia desde a manhã até ao recolher do fim do dia é o principal objectivo.
Assim neste contexto posso afirmar que a realização completa de que eu me lembre, foi no passado dia 23 de agosto em Montalegre, na companhia de mais três amigos fantásticos que perceberam a mensagem do convite que fiz e fizemos uma expedição de quase nove horas na companhia das nossas montadas de duas rodas, pelo Norte do País nos planaltos e serranias em redor do enclave de Tourém do concelho de Montalegre.
Tourém desde de sempre me suscitou curiosidade por se encontrar numa espécie de península fronteiriça com Espanha e também a aldeia de Pitões das Júnias em particular pela força da história que rodeia o seu Mosteiro Santa Maria das Júnias classificado de Monumento Nacional.
Assim passamos ao rescaldo desta evasão que curiosamente começou bem logo com um engano... ou não do amigo Pedro Velhinho... com a partida do parque de estacionamento do super mercado na rotunda da Marginal Cávado, em grande subida pela rua senhor da Piedade... Para entenderem é que levavamos dois gps com um trilho retirado do gpsies de nome de Rota das aldeias históricas do autor joãoluis, e nestas coisas para quem sabe algumas vezes andamos às voltas no início. Bem mas não foi o caso, afinal o objectivo foi conhecer o centro e o monumental bem conservado castelo de Montalegre, e que logo de seguida se fez a bem orientada descida para o início do percurso após atravessar o ainda nesta zona "jovem" rio Cávado.
Verificamos que o percurso desenvolveu-se essencialmente por montanhas, vales e grandes planaltos e neste dia a originar grandes diferenças de temperatura bem fresquinhas no alto das duas montanhas que tivemos de subir acima dos mil metros de altitude e que foram as maiores dificuldades do dia. Os trilhos na sua maioria em estradões a percorrer as serras e planaltos foram a plateia de excelência para nos mostrar a bela paisagem desta região do Barroso felizmente a recuperar dos últimos incêndios com os carvalhos a mostrarem folhagem assim como a urze e giestas. Os animais a circularem livremente também não nos desiludiram ao aparecerem como os garranos, gado barrosão, burros e o interessante foi encontrarmos cães sempre de porte intimidante e não nos incomodarem vindo ao nosso encontro a ladrar como é costume fazerem quando avistam uma bicicleta?!?!
Mas além da paisagem natural esta região é rica no seu povoamento com muitas antigas aldeias espalhadas pelos planaltos e vales existentes numa curiosa simbiose com a mesma realidade do lado de Espanha. E o interessante foi aparecer a primeira pedra a assinalar a fronteira dos dois países, depois de conquistarmos a primeira subida bem perto das imponentes e modernas eólicas que se instalaram em quase todas os recortes das serras circundantes.
Atravessamos quatro vezes a fronteira e encontramos sempre os mecos retangulares de granito marcados de um lado com um E e do outro com um P, literalmente conseguimos estar com um pé em Portugal e outro em Espanha.
Despois de Randin, a aldeia do lado de Espanha que devido à hora nenhum movimento tinha, foi com agrado que já Tourém tinha movimento e com um café aberto onde podemos trocar alguns conhecimentos sobre a região.
Ficamos a saber que as duas aldeias desde 2004 promovem num dia de agosto um encontro religioso de duas procissões, uma parte de Randin outra de Tourém para se encontrarem exatamente na fronteira onde existe um dos marcos, e atualmente para assinalar o evento foi colocado outro com um simbolo de aperto de mãos gravado na pedra. No dia é ainda realizado um convívio com o passar do dia na praia da albufeira e com atividades culturais e desportivas entre as pessoas de ambas as aldeias. Muito mais haveria a descrever sobre estas aldeias de casas de granito, com imensas fontes de água fresca para beber, lavadouros atuais e antigas construções como os fornos do povo, levadas ou lameiros antigos a fazer circular as águas pelas ruas e a dar de beber aos animais existentes, mas o nosso passeio continua e com mais experiências interessantes somos confrontados.
E neste aspecto direi que o ponto alto foi a interacção que tivemos com a paisagem da albufeira Espanhola que retém água do Rio Salas, pois além de ser um vale com uma temperatura agradável as praias existentes nas margens estavam sem ninguém e as suas águas estavam quentes e digo isso com conhecimento pois não resisti em tomar um banho... Uma só palavra que encontro para descrever o local,paraíso...
Do paraíso saímos com dificuldade quase que a nos dizer para ficar pois a seguir foi sempre a subir novamente em direcção dos mil metros de altitude. Pitões das Junias seria para mim o matar da curiosidade em conhecer o local e acima de tudo o seu Mosteiro. Pelo caminho finalmente encontramos os Garranos, a mostrarem bem a sua vida selvagem ao fugirem para bem longe quando notaram a nossa presença. Tivemos até bem perto destes animais muito pela vantagem das nossas rápidas e silenciosas bicicletas. Continuamos e a forte presença da exploração do gado barrosão era já evidente e demonstrativo de que estávamos perto da aldeia que nos fez uma agradável surpresa gastronómica. Pois encontramos um simpático e cuidado restaurante que se do exterior convidava a entrar por dentro era uma autêntica obra de arte popular na sua decoração.
Sandes de presunto com pão de centeio... e note-se a preciosidade... pão de centeio quente e mais umas sopas de grão de bico, afinal um manjar de hidratos de carbono acompanhados dos essencias sais e minerais naturais de que precisariamos para continuar a expedição.
O Mosteiro não desiludiu pelo contrário ainda mais intrigante ficou para mim que o imaginava num planalto aberto e afinal está localizado exatamente ao contrário, escondido num vale profundamente vincado em V perto de um ribeiro acessível por um sinuoso caminho tipo geira romana de pedra torturosa que fez das suas ao atirar ao chão o nosso amigo Zé num aparatoso tombo quando apenas tentava arrancar de bicicleta.
Voltamos novamente a pedalar agora com o fim do dia a aproximar-se e a subirmos novamente por caminhos mais difíceis de progredir, alguns animais já se juntavam para livremente ficarem nas suas "camas" contruídas por eles próprios na terra. A última serra foi vencida e a descida para o vale do rio Cávado fazia-se sentir, mas não antes de fazermos uma paragem técnica para meu contentamento e do Pedro das Amoras atestarmos as barrigas desse fruto silvestre. Com o Sol a aquecer as nossas costas e com alívio sentirmos que já não estávamos no alto da serra agora a ser tocada por nuvens frias e carregadas de humidade, progredimos num serpentear por várias aldeias carregadas de simbolismno histórico de difícil descrição mas de grande interesse e riqueza em pequenos pormenores que nos enchiam os nosso olhos e nos faziam sentir outras realidades onde o antigo se junta agradávelmente com a atualidade da vida das pessoas que habitam esta região.
Assim acabou esta evasão, este passeio de Verão onde termino agradecendo aos três amigos que fizeram uma excelente companhia apesar de termos condições fisicas diferentes idades igualmente diferentes, compreendemos a essência do objectivo deste passeio e de certeza que saímos ainda mais amigos deste nosso país desconhecido depois desta experiência de quase nove horas de companhia com as bicicletas, num total de 73 km´s.
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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2012
OPEL "CHIC" - O REGRESSO ÀS ORIGENS
O novo modelo da Opel tem o nome do findador da empresa - Adam Opel - que começou, tal como muitas outras de automóveis, por fabricar bicicletas. De algum modo trata-se aqui de um "regresso às origens" ainda que simbólico.
Texto daqui
A estreia do Opel Adam em Paris vai revelar mais uma das facetas originais deste modelo que a marca classifica de ‘chique’, capaz de oferecer uma nova perspetiva sobre a mobilidade nas cidades e de se bater com os adversários do topo do segmento de entrada. Os visitantes do Salão Mundial do Automóvel (29 de setembro a 14 de outubro) terão oportunidade de descobrir o sistema de transporte de bicicletas FlexFix, que é um exclusivo da Opel, agora configurado para o Adam. Trata-se de uma solução que dá aos utilizadores a possibilidade de articularem a sua mobilidade de forma versátil, entre as quatro rodas do automóvel e as duas de uma bicicleta.
O sistema FlexFix, totalmente integrado no para-choques traseiro, está permanentemente disponível. Uma das características do dispositivo é a facilidade de utilização, já que é apenas ajustado à mão, sem recurso a ferramentas. Quando não é utilizado, basta empurrar o suporte para dentro do para-choques, tal como uma gaveta. Com mecanismo de bloqueamento, de forma a evitar roubos, o sistema consegue transportar uma bicicleta com peso até 30 kg, o que engloba também velocípedes elétricos. Para o transporte de uma bicicleta adicional a Opel disponibiliza um adaptador com capacidade até 20 kg. O FlexFix torna-se, assim, numa solução versátil de mobilidade que pode ser partilhada por duas pessoas.
Graças ao plano baixo dos suportes FlexFix, as bicicletas podem ser montadas sem esforço nas respetivas calhas. A colocação é efetuada de forma simples e ergonómica, sem sobrecarga para os utilizadores, ao invés dos sistemas de transporte de bicicletas no tejadilho, onde é preciso elevar pesos consideráveis a uma altura superior à cabeça. Mesmo com bicicletas montadas, o acesso à bagageira do Adam está garantido, já que o FlexFix possui um mecanismo de inclinação. O transporte de bicicletas não se limita às áreas urbanas, podendo contribuir para um fim de semana bem passado fora das cidades, em contacto com a natureza.
O FlexFix é mais uma das faces das variadas possibilidades de personalização do Adam, e do estilo de vida individualizado que faculta. Em vez dos níveis de equipamento tradicionais, o Adam oferece três ambientes, ou atitudes, diferentes – Adam JAM, Adam GLAM e Adam SLAM. As possibilidades de personalização são ímpares e permitem combinar variadas cores, para o exterior e interior, a par de detalhes requintados de design. O novo Opel ADAM vai iniciar comercialização em Portugal no início de 2013.
Terça-feira, 21 de Agosto de 2012
VILAMOURA - C'EST CHIC
Ficam aqui estes dois registos fotográficos do evento do passado dia 10 de Agosto.
Fantástico ambiente vivido em Vilamoura.
Para mim a versatilidade da bicicleta após ter pedalado durante 3 dias em BTT desde Setúbal a Faro este registo "civilizado" seja na bicicleta, seja na indumentária...
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